Prova física em concursos (TAF)

TAF: você sabe o que é? TAF, ou teste de aptidão física, é uma etapa muito comum em concursos da área de segurança pública.

O nome já diz do que compreende a etapa: avaliar a aptidão física dos candidatos para o desempenho do cargo.

No entanto, é natural que o nível de exigência do TAF varie em função do quanto o condicionamento físico é importante para um bom desempenho do cargo a que se concorre.

Quais são os testes (TAF)?

Os testes físicos avaliados nessa etapa variam entre cada edital, mas pode haver, por exemplo:

  • corrida,
  • abdominal,
  • flexão,
  • barra,
  • natação, etc.

Portanto, todos os critérios para aprovação em cada um dos testes estão discriminados no edital do certame, e estes costumam ser diferentes entre homens e mulheres.

Exemplo de teste físico de um edital:

E se eu reprovar?

Tenha em mente que essa fase pode ser de duas formas:

Eliminatória

O edital estabelece um mínimo de pontuação em cada modalidade, e quem não conseguir fazer todos os testes dentro dos critérios estabelecidos é eliminado do concurso.

Fazer o mínimo ou máximo em cada uma das provas não faz diferença nessa modalidade.

Eliminatória e classificatória

Quem fizer mais ou mais rápido ganha mais pontos, segundo faixas de pontuação estabelecidas no edital; nessa modalidade, a fase acaba tendo um peso na pontuação final do candidato dentro do concurso, e é preciso fazer mais para ganhar mais pontos.

Por isso, aqui também há um mínimo que precisa ser atingido em cada prova, abaixo do qual o candidato é eliminado do concurso.

Quando começar a treinar para o TAF?

Idealmente, o candidato que deseja concorrer a um cargo policial deve começar a treinar para os exames físicos logo no início da sua preparação para os concursos.

Assim como as outras, o TAF é uma etapa do concurso e exige preparação a longo prazo. Alguns testes são de mais difícil execução, e podem pegar de surpresa candidatos despreparados.

Também é importante que o candidato leve em conta diferentes condições climáticas na realização do TAF. O teste pode ser realizado sob sol, chuva, frio ou calor.

Então, nunca deixe para se preparar de última hora!

Normalmente, o intervalo entre resultado da prova objetiva e avaliação física é curto, e pode não ser suficiente para se alcançar o desempenho exigido nos testes, caso o candidato já não esteja mantendo um rotina de exercícios físicos.

Por isso, estude os editais desejados e encaixe no seu cronograma exercícios específicos para os principais testes. Nunca é cedo demais para começar a se preparar para o TAF!

Além disso, conheça mais sobre outras etapas que podem estar presentes no seu concurso, como a prova psicológica e a prova de títulos.

Saiba mais sobre Como estudar a lei seca para concursos e também Como estudar doutrina para concursos.

Como estudar para discursivas em concursos

No artigo de hoje faremos sobre como estudar discursivas em concursos.

Quer se preparar com qualidade? Então continue lendo!

Antes de mais nada, é importante saber de que forma sua discursiva será cobrada.

Por exemplo: serão questões dissertativas sobre atualidades, sobre o conteúdo programático do edital, qual o gênero e tipo textual?

Além disso, é importante identificar no edital os critérios de correção, mínimo e máximo de linhas, pontuação atribuída a cada critério de correção – tudo isso irá direcionar seu estudo.

Exemplo de critérios de correção de um edital da banca CESPE:

Como estudar estudar para discursivas em concursos

A principal forma de  estudar para discursivas em concursos é TREINAR muito.

Por isso, programe-se para fazer discursivas toda semana ou, pelo menos, a cada quinze dias.

Dessa forma, você já pode deixar alguns temas pré-definidos para não ter que ficar procurando na hora programada para escrever.

Também separe provas antigas condizentes com a forma com que será cobrada na sua prova, ou busque por temas aleatórios na internet.

Você também pode montar um grupo de estudos em que cada um elabora um tema para os outros, formando, assim, uma coleção de temas para todos usarem.

Correção das redações

É ideal ter alguém para corrigir sua discursiva baseado nos critérios do seu edital.

Para isso, há professores e servidores especializados nesse serviço, mas caso não consiga arcar com esse custo, encontre um “companheiro de discursiva” para trocar redações, um corrige o do outro.

Após a correção, analise as observações feitas e tente reescrever a redação após um tempo, seguindo as recomendações feitas.

Atualidades

Caso sua discursiva seja do tema atualidades, será necessário manter um estudo concomitante desses temas, com a leitura de artigos de opinião para que você consiga construir um raciocínio crítico sobre o tema.

Para temas do conteúdo programático do edital, é imprescindível um bom conhecimento da matéria.

Na área de direito, destaca-se o estudo da doutrina e da lei seca.

Veja nesse nosso artigo como estudar atualidades para concursos.

Língua Portuguesa

Para se dar em discursivas, torna-se imprescindível o estudo constante de Língua Portuguesa, tanto da gramática quanto da estrutura dos textos. Há muitos cursos de redação que te dão algumas “fórmulas” que devem ser seguidas na hora de montar cada tipo de texto.

Lembre-se que os examinadores geralmente seguem essas fórmulas para correção das discursivas (ex. Eles esperam uma introdução, argumentos e conclusão – nessa ordem).

Importante notar que, muitas vezes, não será um especialista no tema em questão que irá corrigir sua discursiva, mas sim um professor de Língua Portuguesa que seguirá certos critérios pré-estabelecidos.

Isso ressalta ainda mais a necessidade de se seguir uma estrutura conhecida e não negligenciar o estudo da língua portuguesa. Às vezes a ‘cara’ da redação (ortografia correta, letra bonita, coerência, coesão) acaba tendo mais peso do que o próprio conteúdo.

Não deixe para estudar para discursivas nas vésperas da prova.

O estudo deve ser constante e com muita prática.

Se você gostou do conteúdo, lembre-se de compartilhar!

Até mais.

Pare de procrastinar com as minitarefas!

No artigo de hoje, vamos discutir como parar de procrastinar com as minitarefas.

Quantas tarefas vamos deixando para trás por pura falta de foco e procrastinação?

Você já se sentiu paralisado pela quantidade de minitarefas a fazer?

Ou, ainda, por ter um projeto tão extenso adiante, que você não consegue nem começar?

Bom, a nossa sugestão para lidar com esses momentos é subdividir em tarefa maior em várias outras menores – exatamente o conceito das minitarefas. 

Aprenda mais sobre o fundamento das minitarefas a seguir!

Por que as minitarefas funcionam?

As minitarefas funcionam porque quando o nosso cérebro se depara com uma tarefa grande (não fragmentada) ele fica muito mais inclinado a procrastinar.

Afinal, você praticamente não vê o fim daquilo, e demora a ver alguma evolução.

Naturalmente tendemos a evitar a ação quando não enxergamos um resultado!

Então a melhor solução para isso é, justamente, não assustar o nosso cérebro, nos programando para fazer tarefas pequenas, em vez de grandes projetos que nos assustam.

Por exemplo, em vez de se programar para estudar “Licitações”, divida o tópico por blocos de artigos.

Assim, você pode dividir um tópico em capítulos, capítulos em pequenas partes, aulas em blocos de tempo, etc.

Vantagens das minitarefas

Quando você divide uma tarefa maior em várias outras pequenas, você:

  • Consegue se organizar melhor: é mais fácil alocar pequenas tarefas durante o dia, do que uma única gigante. Permita-se fazer aos poucos!
  • Enxerga evolução mais rapidamente: ao contrário de ter uma tarefa gigante que não tem fim, você consegue ‘riscar’ as tarefas da sua lista de afazeres mais rapidamente, tendo maior visualização da evolução e produtividade;
  • Evita a procrastinação: tendemos mais a procrastinar (deixar para depois) quando nos deparamos com tarefas muito grandes ou difíceis de serem realizadas. Torná-las mais viáveis e apelativas é uma arma e tanto contra a procrastinação.

Sempre que estiver tendo dificuldades em concluir algo, use a tática das minitarefas. Sua produtividade irá aumentar muito!

Se você gostou dessa dica, conheça também o artigo Foco nos estudos: como melhorar a concentração.

Vamos juntos no combate à procrastinação!

Depoimento: como surgiu o método Mapa da Aprovação?

Olá! Como estão? Meu nome é Leilane e hoje vou te contar como surgiu o método Mapa da Aprovação, metodologia aplicada nos planos de estudos do Mapa.

Hoje vou contar um pouquinho da minha história e como foi surgiu esse conjunto de técnicas.

Você vai ver que, apesar das diversas aprovações que vieram, eu precisei testar várias estratégias diferentes até encontrar uma que maximizasse meus esforços – o que se tornou, eventualmente, o método aplicado pelo Mapa.

Como tudo começou

Sou natural do estado de São Paulo e formada em Biomedicina pela Universidade Estadual de Maringá.

Comecei a estudar para concursos de Perito Criminal em 2015, mas só consegui orientar bem meus estudos e estudar com disciplina a partir de 2016.

Em 2016 foi quando prestei meu primeiro concurso para Perito Criminal, que foi o da Polícia Civil do Distrito Federal. Fiquei empatada em 12o lugar com outras pessoas, dentre mais de 1600 candidatos.

Com isso, percebi que embora tivesse minhas dificuldades, talvez estivesse no caminho certo.

Em 2016 também iniciei um projeto no Instagram (antigamente @concurseira_pc), no qual compartilhava minha rotina de estudos e aprendia dicas e técnicas com outros concurseiros da área.

As aprovações

Em 2017, prestei o concurso da Polícia Científica do Paraná, sendo aprovada em 2º lugar para o cargo de Químico Legal.

No mesmo ano conquistei o primeiro lugar no concurso do Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (Perito Criminal), onde atualmente exerço o cargo de Perito Criminal, no setor de Química – Drogas Apreendidas.

Também fiquei em primeiro lugar no concurso do IGP de Santa Catarina (Perito Bioquímico).

Minha posse no IGP-RS.

Início das mentorias

Em 2017, devido ao network que já tinha adquirido nas minhas redes sociais e, principalmente, ao sucesso nos concursos que havia prestado, algumas pessoas pediram que eu as orientasse nos estudos para os concursos da minha área.

Resolvi encarar a proposta, afinal, havia descoberto um “método” que havia otimizado muito meus estudos naquele ano e, além disso, seria bom ter alguma renda depois de meses desempregada.

Também foi o ano em que comecei a montar meus grupos de estudo, em que organizava cronogramas e simulados para as provas que ia prestar.

Como surgiu o método Mapa da Aprovação

Eu não comecei estudando com um método definido, muito menos eficiente.

Considero que meus dois primeiros anos de estudo tenham sido de muito esforço e pouco resultado.

Já perdi muito tempo estudando coisas que sequer iam cair na minha prova!! Ou aprofundando demais nos conteúdos sem necessidade.

No entanto, à medida que prestava provas e estudava mais sobre técnicas de estudo, fui adaptando minha estratégia aos poucos.

O “pulo do gato” aconteceu quando sai o edital do IGP-RS. Era um edital muito extenso (um dos maiores que já vi para minha área), com várias disciplinas específicas que nunca havia tido contato antes.

Foi quando percebi que precisava otimizar meus estudos de alguma forma, senão não teria tempo de concluir nem metade do edital.

O que mudou após o desenvolvimento do método

Assim, algumas mudanças aconteceram:

  • Descobri como poderia usar os cadernos digitados no computador sem perder na retenção de conteúdos.
  • Passei a tratar as revisões com mais seriedade
  • E foquei na resolução de exercícios, em vez de procurar mais conteúdos teóricos.
  • Eliminei quase que totalmente a confecção dos famigerados resumos e tentava construir o material teórico o mais completo que pudesse (minha fonte única).

Era o nascimento do MDA: a tríade da fonte única, revisões e exercícios.

Meu desempenho nos dois concursos subsequentes foi muito superior aos anteriores, mesmo tendo pouco tempo para estudar matérias novas e sem fechar o edital.

Trabalho com mentoria e coaching para concursos

Desde então, venho estudando de forma intensa conteúdos sobre aprendizagem, programação neurolinguística, ferramentas de Coaching, inteligência emocional, organização e produtividade, de forma a aprimorar as orientações que passamos aos nossos alunos.

Também me formei em Personal and Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coach.

E meu objetivo nunca foi divulgar um método milagroso. Aliás, não tinha nenhum objetivo nesse sentido – a mentoria/coaching para concursos surgiu como uma oportunidade inesperada.

Mas foi virando paixão à medida que me envolvia com os alunos e via que meus métodos estavam tendo resultados com outras pessoas também.

Sei que cada um tem suas individualidades, e minha intenção é ajudar o aluno a encontrar o que funciona melhor para ele.

A base é a tríade, mas existem muitas orientações específicas que só podem ser passadas com um estudo aprofundado do perfil, das necessidades, pontos fracos e fortes de cada um.

O método MDA surgiu como uma forma de otimizar o tempo precioso dos concurseiros, substituindo técnicas morosas por outras mais eficientes.

Mapa Concursos

No Mapa, foi possível me reunir com uma equipe com o mesmo objetivo: usar a experiência em concursos para ajudar outras pessoas.

Trabalhamos constantemente para a melhoria dos materiais e orientações passadas, de forma a retribuir a confiança depositada em nós.

Sou muito grata por ter descoberto esse novo interesse no caminho da minha aprovação.

Espero que, assim como eu, mais se pessoas apaixonem pelo estudo, e que vejam-no como um privilégio, como um caminho e solução para os seus problemas, e não como um fardo a ser carregado.

Ah, também te convido a conhecer o MDA e nossos planos de estudo.

Até mais!

Como estudar atualidades para concursos

Atualidades para concursos: uma disciplina de alta incidência em certames, as “atualidades” costumam ser um ponto espinhoso do edital para os concurseiros.

No entanto, eles não sabem como uma variedade tão ampla de temas pode ser explorada, e muito menos como traçar uma estratégia de estudos para essa disciplina!

Vamos tratar aqui sobre como os concursos cobram atualidades e como otimizar seus estudos nessa área.

Afinal, o que é cobrado?

As questões de atualidades para concursos geralmente tratam dos principais temas nacionais e internacionais em debate, aqueles que estão frequentemente saindo na mídia.

Apesar de vez ou outra aparecer uma questão mais “besta”, a regra é que fofocas, vidas de personalidade, curiosidades, futebol e fatos de menor interesse não têm muito valor para prova.

Então fica o primeiro ensinamento: não se estuda para atualidades lendo site de fofoca!

Seguem exemplos reais de questões de atualidades, tiradas do site qconcursos.com:

 

Para identificar melhor o que e como os assuntos são cobrados, faça questões de concursos anteriores!

Além disso, é bem possível que os principais temas se repitam em novas provas.

Como estudar atualidades para concursos?

Para estudar atualidades, o ideal é que seja feita a leitura de notícias de atualidades diariamente– por meio de jornais, televisão, artigos, internet; assim, não será necessário fazer “revisão” de atualidades.

Algumas manchetes irão se repetir (entre dias ou fontes diferentes) – são a essas notícias que você deve dar mais atenção, pois estão mais “em foco”.

Também tome cuidado com as fontes que você irá utilizar.

Procure evitar mídias sensacionalistas, sem fonte segura (ex. posts no Facebook do amigo) ou extremistas.

E dê prioridade a artigos que trazem alguma explicação do contexto da notícia, quais suas implicações e links de notícias relacionadas.

Além disso, o estudo de atualidades não se restringe a saber O QUE.

É preciso saber POR QUE e QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DISSO. Guarde isso!

Essas são perguntas que você pode se fazer enquanto lê alguma notícia.

Em alguns casos, será necessário fazer uma “retrospectiva” maior, buscando acontecimentos históricos ou geopolíticos que te situem melhor no contexto daquela notícia.

Na consultoria dos nossos planos de estudo nós abordamos com mais profundidade o estudo dessa matéria, mas as dicas acima são a base para um bom aproveitamento.

Discursiva de atualidades

Ah, se o seu concurso prevê uma discursiva de tema de atualidades, também precisará encaixar na sua rotina de estudos o treino de redações.

Tente fazer uma redação por semana, e use temas de concursos anteriores ou se baseie no apanhado de notícias que você vem fazendo.

Quando estudar atualidades?

Em hipótese alguma você deve deixar para estudar todos os acontecimentos do último na última semana da prova.

Mais do que qualquer outra matéria, o estudo de atualidades deve ser constante e feito a longo prazo.

Mas não precisa estudar atualidades por horas a fio, até porque costuma ser uma matéria de menor peso no edital (menor quantidade de questões)!

Mantendo um rotina diária de estudo, é possível separar cerca de meia hora do seu dia, ou um dia na semana, para fazer um apanhado geral das notícias.

Esperamos com esse artigo ter ajudado quem precisa estudar atualidades, mas nem sabe como começar.

Lembre-se: uma rotina consistente é mais importante do que deixar pra estudar tudo na última hora.

Aproveite para conhecer um pouco mais sobre: Dicas para combater o sono durante os estudos.

Até mais!

Como estudar lei seca para concursos

livro com óculos em cima

Lei seca para concursos: o que você precisa saber para estudar a lei seca, qual sua importância para concursos públicos, por onde estudar e as técnicas de estudo!

A lei seca, ou lei fria, é como comumente chamamos os textos normativos como eles foram escritos e publicados pelos legisladores. Isto é, ao estudar lei seca, você está estudando a lei literalmente. (Fonte: upconcurseiros)

É encontrada principalmente nos textos de lei, publicados pelo governo.

Qual a importância da lei seca para concursos?

Alguns podem estar se perguntando qual a necessidade de estudar o texto de lei cru, se você já tem material de cursinho ou livro que aborda determinado tópico com uma didática bem melhor.

No entanto, a realidade é que ao se prender apenas ao livro/curso, você pode estar deixando de dar a devida atenção ao texto puro da lei, cuja tendência de ser cobrado em provas está aumentando muito ultimamente.

Por isso, é diferente entender o que aquele inciso quer dizer, de saber com que palavras a lei diz aquilo.

É decoreba? Sim! E muitas (friso em MUITAS) bancas montam provas inteiras de legislação apenas trocando detalhes, palavras e números de trechos de lei.

Saiba que o estudo da lei seca é, na maior parte dos casos, a parte mais importante para provas das matérias de Direito.

Por onde estudar a lei seca para concursos?

Há muitas opções para se encontrar legislações: Vade Mecum, Cartilhas da Constituição e outras legislações, alguns livros trazem os textos ao final de cada capítulo, site do planalto.gov e de outros órgãos, Meu Vade Mecum Online, dentre outros.

Então, procurem sempre a legislação mais atualizada. Esteja atento às novidades legislativas para que seu material não fique desatualizado, e saiba que essas novidades despencam em prova!

Assim, da mesma forma que o livro/curso sozinho não é indicado, estudar apenas a lei seca também não é indicado.

Antes de mais nada é preciso entender o que está sendo dito naquele trecho. Os materiais se complementam.

Sempre que necessário, adicione suas anotações e esquemas à lei ou reescreva ao lado com suas próprias palavras. Isso ajuda a absorver o que está sendo lido e torna o estudo menos mecânico.

Preciso saber todos os artigos?

Na maioria das vezes, não. Os artigos cobrados geralmente se repetem nas questões, você só precisa identificar quais são e dedicar maior atenção a eles.

E como descobrir isso?? Resolvendo questões!

Então é muito útil ter a lei em mãos, e fazer uma marcação cada vez que o artigo foi cobrado.

Assim você terá dicas visuais de quais os artigos mais importantes para sua prova.

Você ainda pode sublinhar dentro de cada artigo o que foi “trocado” pela banca para deixar a alternativa incorreta.

Verá que são sempre as mesmas pegadinhas!

Técnicas de estudo da lei seca para concursos

Seguem agora algumas dicas práticas para estudar legislações:

  • Tenha a lei em mãos, e faça uma marcação cada vez que o artigo foi cobrado em uma questão. Isso te dará noção da relevância de cada artigo para a sua prova;
  • Sempre que errar devido a algum detalhe, faça uma marcação adicional.
  • Fazendo isso, você também evita de destacar trechos longos, o que acaba mais atrapalhando do que ajudando na memorização.
  • Sublinhe dentro de cada artigo o que foi “trocado” pela banca pra deixar a alternativa incorreta;
  • Destaque as palavras que podem ser confundidas na hora da prova, com base nas questões que você já fez. Geralmente você precisará dar destaque a prazos, números, salvo, exceto, dentre outras;
  • Use cores diferentes para prazos diferentes;
  • Não destaque trechos longos, o que acaba mais atrapalhando do que ajudando na memorização. Sublinhe apenas palavras-chave;
  • Faça flash cards para trechos com números e prazos, que possam ser confundidos na hora da prova;
  • Use a cor vermelha para negações, “exceto”, “salvo”;
  • Entenda o que está lendo. Recorra a cursos e aulas para ter explicações sobre as leis, pois tentar decorar sem ter entendido o contexto é pouco produtivo.

Na consultoria dos nossos planos de estudo conseguimos abordar com mais profundidade o estudo da lei seca, com técnicas mais refinadas de memorização, discussão sobre o momento do estudo, dentre outros aspectos.

Esperamos que o artigo tenha sido útil para você!

Aproveite para conhecer um pouco mais sobre: Como construir hábitos de estudo.

Até mais!

Como estudar doutrina para concursos

Você sabe o que é doutrina para concursos?  Qual a sua relevância nos concursos públicos? Ou por onde estudar?

Se tem dúvidas ainda, este post é para você!

Conceito e importância

Doutrinas são fontes do Direito, realizadas por estudiosos/doutrinadores que desejam auxiliar a ciência jurídica, desenvolvendo análises (interpretações) que auxiliem os profissionais da área.

É muito importante que você escolha fontes para estudo de doutrina para concursos que estejam de acordo com o perfil ou banca do concurso a que se concorre.

Algumas bancas adotam posicionamentos de doutrinas específicas e até mesmo minoritárias.

Por isso a importância de se resolver muitas questões da banca, para entender qual posição o examinador adota.

Preciso saber doutrina para o meu concurso?

Novamente, é preciso avaliar a profundidade com que os assuntos são cobrados para o seu cargo.

A maior parte das bancas foca na cobrança da lei seca (trechos da própria legislação), então saber a lei seca é indispensável.

O estudo da doutrina e jurisprudência deve ser proporcional à importância deles para seu tipo de prova, e a construção de uma base sólida de doutrina é ainda mais importante para os candidatos que possuem provas discursivas dos temas de direito no seu conteúdo programático.

Importante ressaltar que alguns tópicos são quase que exclusivamente doutrinários, não tendo muitos trechos correspondentes na legislação.

Por exemplo, ao passo que os princípios expressos da Administração Pública podem ser retirados do artigo 37 da Constituição Federal, os princípios implícitos foram desdobrados por extração feita pela doutrina.

Por onde estudar a doutrina para concursos?

Você preferencialmente deverá estudar doutrina por meio de livros de autores clássicos.

Os cursinhos de boa qualidade também trazem bons compilados da doutrina, mas é importante que se avalie o nível com que o assunto é cobrado na sua prova, pois mesmo um ótimo cursinho pode não ser suficiente para a preparação em alguns casos, não dispensando o uso de livros e manuais.

Você também pode usar livros voltados para concursos que condensem os principais posicionamentos doutrinários, o que facilita a visualização da forma como os tópicos são cobrados.

Quando e como estudar doutrina?

O ideal é que o estudo da doutrina seja feito concomitantemente ao da lei seca, pois estudar ambos ao mesmo tempo favorece a compreensão integral da matéria.

Não deixe para estudar tudo por doutrina e só depois ver a letra da lei, nem ao contrário!

Lembre-se sempre de exercitar sua visão sistêmica dos assuntos, integrando os conhecimentos obtidos do texto de lei, com doutrina e jurisprudência.

E da mesma forma que para outros conteúdos, a doutrina também deve ser revisada, e para isso o conteúdo de um livro de 800 páginas deve ser filtrado – por meio de anotações, grifos, fichas e mapas mentais, após resolver inúmeras questões sobre o tema.

Aproveite para saber mais sobre: Como estudar jurisprudência para concursos.

Esperamos ter ajudado!

Microgerenciamento: quando a organização não é mais produtiva

Microgerenciamento: cuidado com o excesso de organização. Organizar-se é fundamental, mas não se exceda!

Todo concurseiro já deve ter ouvido falar sobre a importância de se manter a organização dos estudos.

Para ser produtivo, é preciso definir bem horários de estudo e de descanso, o que será estudado durante a semana, quando e quantos exercícios serão feitos, agendar datas de prova e matrícula, dentre outros itens.

No entanto, quando essa organização se torna excessiva, ela passa a não ser mais produtiva.

Podemos chamar isso de microgerenciamento: quando o concurseiro sente necessidade de controlar excessivamente todos os aspectos dos seus estudos.

Consequências do microgerenciamento

Quando o aluno começa a microgerenciar, querer controlar tudo nos mínimos detalhes, ele passa mais tempo “se organizando” do que efetivamente estudando.

E, enquanto estuda, ele encontra defeitos na organização, sempre achando que deve fazer melhor.

Com o excesso de informações sobre produtividade e como se organizar, além da incerteza subjacente que assola a vida concurseira, é relativamente fácil incorrer nesse erro.

Torna-se ainda mais prevalente entre os perfeccionistas.

Como driblar o excesso de organização

Evite o microgerenciamento trabalhando a resiliência e a adaptabilidade.

Trabalhe nos seus erros, mas sem cobrar demais de si mesmo – os altos e baixos fazem parte do equilíbrio!

Organize sua semana com horários de folga e alguns “planos B” caso tenha imprevistos e não consiga cumprir o planejado.

Lembre-se de voltar na visão do todo (macrovisão), quando estiver focado demais nos detalhes.

Deixe que os estudos tenham certa fluidez, tendo consciência de que é impossível controlar todos os aspectos da sua rotina.

Organize-se, mas não tanto!

Aproveite para conhecer: Os três pilares do método de estudos ideal

O que é mais importante no edital do concurso?

Você sabe quais as informações mais importantes no edital do seu concurso?

Pode parecer óbvio que é fundamental ler o edital do concurso público que se pretende prestar.

Porém, muita gente pula essa importante etapa da preparação e acaba deixando a sua tão sonhada vaga para trás ou adiando um pouco mais a sua conquista.

Então, conheça agora os principais itens para analisar em um edital e já sair na frente de diversos concorrentes.

O que é um Edital do Concurso público?

O edital é um documento normativo que contém todas as regras de como o concurso será executado.

Nele, você encontrará informações como:

  • Período das inscrições
  • Data da prova
  • Fases do concurso
  • Cargos e número de vagas
  • Pré-requisitos para cada cargo
  • Valor da taxa de inscrição
  • Cor de caneta que deve ser utilizada no dia da prova
  • Disciplinas que vão ser cobradas
  • Número de questões
  • Estilo da prova
  • Penalizações e muito mais!

Já deu para ter uma ideia da importância da leitura atenta do edital, não é?

Então, agora vamos esmiuçar melhor os principais pontos a se observar dentro desse documento.

Planejamento

Planejar é fundamental, e um bom planejamento começa antes mesmo da publicação do Edital

Por isso, todo bom planejamento começa com a análise do edital, principalmente, se o seu concurso ainda não teve o edital publicado. Calma que vamos explicar!

Assim, quando o edital é publicado, o tempo até a realização da prova geralmente é muito curto, algo em torno de 3 meses, às vezes, até menos, e isso pode prejudicar muito a sua preparação.

Então você ficará mais ansioso, não vai conseguir estudar com calma e qualidade para realmente aprender o conteúdo, e terá pouco (ou nenhum) tempo para as revisões e resolução de questões.

Por isso, busque iniciar o seu planejamento previamente com base no edital anterior do concurso que você almeja, tendo em vista que a maioria das matérias serão repetidas.

Além disso, algumas regras específicas do concurso também se repetirão, como a exigência da escolaridade para o cargo e as fases do certame, principalmente concursos da área policial.

Por exemplo, ao pegar o edital do último concurso da PMSP, você descobriu que o certame foi composto por 6 etapas, a saber:

  • Exames de Conhecimentos;
  • Exames de Aptidão Física ou TAF (Teste de Aptidão Física);
  • Avaliação de conduta social;
  • Exame Psicológico;
  • Exames de saúde;
  • Análise de documentos.

Preparação

Com essas informações, você consegue iniciar a sua preparação em diversos aspectos:

1 – Ao saber que o concurso possui várias fases, você terá em mente que se for de outra cidade, precisará se deslocar várias vezes até a cidade de realização das provas. Você terá condições de participar de todas as etapas? Se não, o que pode começar a fazer para poder participar?

2 – Sabendo a escolaridade exigida pelo cargo, você terá em mente se ela é ou não compatível com a que você possui e o que você pode fazer. Por exemplo, é melhor iniciar uma faculdade de curta duração ou focar em outro cargo?

Dicas

Ao descobrir as matérias cobradas, você poderá iniciar um ciclo básico de estudos.

Como já sabe que vai ter TAF, você já pode começar a melhorar a sua resistência física, então, já entra na academia, começa se exercitar mais, melhora a alimentação e etc.

Como terão exames de saúde, já pesquise valores de exames, onde poderá fazer.

Geralmente, no edital consta também uma lista de doenças que impedem a posse. Veja se possui algum problema que o impeça de assumir o cargo ou se há alguma coisa que você pode fazer em relação a sua saúde.

Comece a juntar dinheiro para conseguir pagar exames, eventual transporte e hospedagem para as etapas.

No edital é informado quem é responsável pelas despesas com os exames, em alguns casos, é o próprio órgão, mas na maioria é o próprio candidato.

Se você possui dificuldades financeiras, pode consultar a lista de exames que são solicitados, fazer um orçamento e começar a juntar o dinheiro, assim, quando chegar o momento de realizar os exames, não terá problemas com isso.

O edital do concurso foi publicado, e agora?

Se o seu edital já foi publicado, algumas informações precisam estar muito bem definidas para você.

Veremos algumas delas a seguir!

Requisitos

Verifique se você possui todos os requisitos para o ocupar o cargo, como:

  • Escolaridade;
  • Idade (mínima ou máxima);
  • Estatura mínima;
  • Condições de saúde, entre outros.
  • Muita atenção com as datas

Não vai adiantar muita coisa se preparar para o concurso e perder o prazo para as inscrições, não é mesmo?

Então, fique atento às seguintes datas:

  • Período de abertura das inscrições;
  • Período para solicitação de isenção da taxa de inscrição (se for o seu caso, inclusive, no próprio edital estará definido quem tem direito ao benefício);
  • Data limite para pagamento do boleto;
  • Data da prova;

Etapas do Concurso

Você tem que conhecer todas as etapas que vai precisar passar para conquistar a vaga. Por exemplo:

  • Vai ter redação ou só prova objetiva?
  • Enfrentarei prova prática? Outras fases comuns são o TAF, investigação social e etc.

Por isso, conheça o funcionamento de cada uma das fases lendo atentamente o edital, e verifique se elas são eliminatórias ou classificatórias.

Conheça o “inimigo”

Neste caso, o inimigo em questão é a prova objetiva/discursiva, e você precisará conhecer muito bem o que vai encarar pela frente. Por isso, atente-se às seguintes informações:

  • Tipo de prova: a prova estará em qual formato (verdadeiro/falso, 5 assertivas (A,B,C,D,E) ou apenas 4 (A,B,C,D)) com apenas uma alternativa correta.
  • Matérias que serão cobradas: verifique quais matérias você já estudou e quais possui mais dificuldades, assim, pode montar um ciclo de estudos mais eficiente.
  • Número de questões: veja o número de questões e o tempo que terá para respondê-las.
  • Peso de cada matéria: com base nessa informação, você poderá definir quais são as matéria mais “importantes”.
  • Nota mínima: algumas provas exigem nota mínima geral ou em matérias específicas.
  • Informações sobre o dia da prova

O dia da prova por si só já provoca muita ansiedade e nervosismo, então, é bom evitar surpresas.

Fique atento, principalmente:

  • Fuso horário: se a prova será em um Estado diferente do seu, verifique se ela será executada seguindo o horário de Brasília ou o horário local.
  • Cor da caneta: a caneta tem que ser preta, azul, ou tanto faz?
  • Horário que os portões serão abertos e fechados: não vá se atrasar.
  • Itens proibidos: consulte qual material você poderá ou não levar.
  • Documentos: consulte a lista de quais documentos deverão ser apresentados, bem como quais são aceitos para identificação.

Conclusão

Prestar concurso público exige sempre um grande investimento, seja de dinheiro, esforço ou tempo. Então, para que as coisas ocorram do modo esperado, ter um bom planejamento é essencial.

Para finalizar, se você deseja iniciar a sua preparação com o pé direito, não deixe de conhecer os nossos planos de estudos.

Até mais!

Leia: Foco nos estudos: como melhorar a concentração

Prova de títulos em concursos: como funciona?

Prova de títulos em concursos, você sabe como funciona?

Nesse post vamos falar sobre mais uma etapa que pode estar presente no seu concurso: a prova de títulos.

A depender do concurso, ter ou não algum título pode ser um diferencial para entrar na lista dos aprovados dentro das vagas.

O que é a prova de títulos?

Na prova de títulos do edital acumula-se pontos caso o candidato tenha especialização, mestrado, doutorado, experiência anterior no cargo, dentre outros critérios.

Essa etapa visa beneficiar os candidatos que sejam melhor qualificados e preparados para o cargo, o que vai refletir no tipo de título que a instituição decide aceitar.

Os requisitos para cada título, tipos de diplomas aceitos e demais critérios estão discriminados no edital, bem como a pontuação referente a cada item. Podem pontuar na fase de títulos, por exemplo:

  • Mestrado
  • Doutorado
  • Especialização
  • Especialização dentro da área a que se concorre
  • Experiência anterior no cargo
  • Tempo de serviço na administração pública
  • Cursos profissionalizantes
  • Artigos publicados
  • Livros publicados

Caso seu concurso tradicionalmente preveja a fase de títulos, verifique quais titulações são aceitas.

Faça isso antes de começar a investir tempo e dinheiro em qualquer curso pensando em ganhar alguns pontos.

Preciso ter títulos para passar no concurso?

A prova de títulos pode ou não estar presente no edital de um concurso, e o peso que os títulos podem ter na pontuação final do candidato também varia.

A pontuação dos títulos pode compor 5 ou 50% da sua nota final, por exemplo, e esses critérios são discricionários do órgão a que se concorre.

Dentro do edital você terá acesso a quantos pontos vale cada título, bem como a pontuação máxima que pode ser atingida.

Em concursos com uma concorrência muito grande e em que os candidatos possuem notas muito próximas, a pontuação dos títulos pode te fazer subir algumas posições.

Isso acontece em detrimento de candidatos que não possuem ou pontuaram menos nessa fase.

É importante frisar que essa etapa será sempre classificatória, e nunca eliminatória. Isso significa que nenhum candidato pode ser eliminado por não possuir títulos.

Além disso, pontuações altas na prova objetiva e demais etapas podem “compensar” de certa forma a carência de eventuais títulos, caso o peso dessa etapa não seja tão grande na pontuação final.

Em outras palavras, o tempo dedicado a aquisição de um título (dois anos de mestrado, por exemplo) pode ser dedicado ao estudo para o concurso em si.

Isso que tende a elevar a pontuação mais do que o próprio título!

Quando terei que apresentar meus títulos?

Geralmente o edital do concurso terá uma data específica para apresentação dos títulos, como qualquer outra fase.

Nessa fase o candidato aprovado nas primeiras fases é convocado a levar pessoalmente os documentos e cópias autenticadas para que a banca avalie a pontuação obtida pelos títulos apresentados.

Alguns concursos abrem a possibilidade de que esses títulos sejam enviados pelos correios ou entregues via procuração.

O que é melhor: se dedicar ao concurso ou à obtenção de títulos?

Um título pode te colocar dentro da lista de aprovados, no entanto, sem atingir a nota mínima na prova objetiva o candidato nem chegará a apresentar um título.

A maior parte da nota ainda costuma ser referente às provas objetiva e discursiva.

Então mesmo um candidato que pontue o máximo nos títulos pode não chegar no total necessário para estar dentro das vagas.

Assim, a decisão de ir atrás de obter um título ou usar o tempo ‘extra’ para se dedicar ao concurso deve ser tomada com muita consciência pelo candidato – não existe “o melhor a fazer”, de forma genérica.

É preciso analisar quais os títulos são aceitos, peso na pontuação, quanto tempo precisará ser investido, além das condições pessoais do concurseiro de conseguir conciliar tal atividade com o estudo para concursos.

Agora que você já sabe tudo sobre a prova de títulos, que tal saber um pouco mais sobre o teste físico?