Concurso PCDF: 1.800 vagas para Agente de Polícia

concurso Agente pcdf 2020

Saiu o maior e mais esperado concurso das carreiras policias do ano: Agente da Policia Civil do Distrito Federal.

Separamos para vocês as principais informações sobre o certame.

Agente da PCDF

A banca responsável pela organização do concurso será CESPE.

  • Valor da inscrição: R$: 196,00
  • Datas para inscrição: 18/08/2020 a 08/09/2020
  • Vagas: 1800 vagas (600 +1200 cadastro de reserva)
  • Escolaridade: Nível superior
  • Remuneração inicial: R$: 8.698,78
  • Data da prova objetiva: 18 de outubro de 2020

Quais os requisitos para ser agente da PCDF?

Requisitos: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Jornada de trabalho: 40 horas semanais

Etapas do concurso Agente da PCDF

O Concurso Público compreenderá duas etapas, sendo que a primeira etapa compreenderá as seguintes fases:

  • Provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório
  • Prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório
  • Exames biométricos e avaliação médica, de caráter eliminatório
  • Prova de capacidade física de caráter eliminatório
  • Avaliação psicológica de caráter eliminatório
  • Sindicância de vida pregressa e investigação social, de caráter eliminatório

Já a segunda etapa do concurso público consistirá de curso de formação profissional, de caráter eliminatório e classificatório.

O que cai na prova de agente da PCDF?

O conteúdo programático do edital compreende as seguintes disciplinas:

  • Língua Portuguesa
  • Língua Inglesa
  • Informática
  • Conhecimento sobre o Distrito Federal
  • Legislação
  • Matemática e Raciocínio Lógico
  • Atualidades (somente para a prova discursiva)
  • Direito Administrativo
  • Direito Constitucional
  • Direito Penal
  • Direito Processual Penal
  • Direitos Humanos
  • Estatística
  • Contabilidade

Muito conteúdo? A gente pode te ajudar!

Estamos com matrículas abertas para a mentoria para agente da PCDF, e na nossa mentoria auxiliamos os alunos na otimização do tempo até a prova, indicando o que é mais importante estudar levando em conta o cargo e a banca do concurso.

Acesse esse link para conhecer mais sobre o nosso trabalho.

Até mais e bons estudos para todos!

Prova de títulos em concursos: como funciona?

Prova de títulos em concursos, você sabe como funciona?

Nesse post vamos falar sobre mais uma etapa que pode estar presente no seu concurso: a prova de títulos.

A depender do concurso, ter ou não algum título pode ser um diferencial para entrar na lista dos aprovados dentro das vagas.

O que é a prova de títulos?

Na prova de títulos do edital acumula-se pontos caso o candidato tenha especialização, mestrado, doutorado, experiência anterior no cargo, dentre outros critérios.

Essa etapa visa beneficiar os candidatos que sejam melhor qualificados e preparados para o cargo, o que vai refletir no tipo de título que a instituição decide aceitar.

Os requisitos para cada título, tipos de diplomas aceitos e demais critérios estão discriminados no edital, bem como a pontuação referente a cada item. Podem pontuar na fase de títulos, por exemplo:

  • Mestrado
  • Doutorado
  • Especialização
  • Especialização dentro da área a que se concorre
  • Experiência anterior no cargo
  • Tempo de serviço na administração pública
  • Cursos profissionalizantes
  • Artigos publicados
  • Livros publicados

Caso seu concurso tradicionalmente preveja a fase de títulos, verifique quais titulações são aceitas.

Faça isso antes de começar a investir tempo e dinheiro em qualquer curso pensando em ganhar alguns pontos.

Preciso ter títulos para passar no concurso?

A prova de títulos pode ou não estar presente no edital de um concurso, e o peso que os títulos podem ter na pontuação final do candidato também varia.

A pontuação dos títulos pode compor 5 ou 50% da sua nota final, por exemplo, e esses critérios são discricionários do órgão a que se concorre.

Dentro do edital você terá acesso a quantos pontos vale cada título, bem como a pontuação máxima que pode ser atingida.

Em concursos com uma concorrência muito grande e em que os candidatos possuem notas muito próximas, a pontuação dos títulos pode te fazer subir algumas posições.

Isso acontece em detrimento de candidatos que não possuem ou pontuaram menos nessa fase.

É importante frisar que essa etapa será sempre classificatória, e nunca eliminatória. Isso significa que nenhum candidato pode ser eliminado por não possuir títulos.

Além disso, pontuações altas na prova objetiva e demais etapas podem “compensar” de certa forma a carência de eventuais títulos, caso o peso dessa etapa não seja tão grande na pontuação final.

Em outras palavras, o tempo dedicado a aquisição de um título (dois anos de mestrado, por exemplo) pode ser dedicado ao estudo para o concurso em si.

Isso que tende a elevar a pontuação mais do que o próprio título!

Quando terei que apresentar meus títulos?

Geralmente o edital do concurso terá uma data específica para apresentação dos títulos, como qualquer outra fase.

Nessa fase o candidato aprovado nas primeiras fases é convocado a levar pessoalmente os documentos e cópias autenticadas para que a banca avalie a pontuação obtida pelos títulos apresentados.

Alguns concursos abrem a possibilidade de que esses títulos sejam enviados pelos correios ou entregues via procuração.

O que é melhor: se dedicar ao concurso ou à obtenção de títulos?

Um título pode te colocar dentro da lista de aprovados, no entanto, sem atingir a nota mínima na prova objetiva o candidato nem chegará a apresentar um título.

A maior parte da nota ainda costuma ser referente às provas objetiva e discursiva.

Então mesmo um candidato que pontue o máximo nos títulos pode não chegar no total necessário para estar dentro das vagas.

Assim, a decisão de ir atrás de obter um título ou usar o tempo ‘extra’ para se dedicar ao concurso deve ser tomada com muita consciência pelo candidato – não existe “o melhor a fazer”, de forma genérica.

É preciso analisar quais os títulos são aceitos, peso na pontuação, quanto tempo precisará ser investido, além das condições pessoais do concurseiro de conseguir conciliar tal atividade com o estudo para concursos.

Agora que você já sabe tudo sobre a prova de títulos, que tal saber um pouco mais sobre o teste físico?

Como construir hábitos de estudo

No artigo de hoje você terá toda a base para aprender como construir hábitos de estudo!

Se você…

…já teve dificuldade pra começar a estudar

…separou um tempo pra isso mas acabou indo fazer outra coisa

…está adiando a rotina de estudos há mais tempo do que consegue se lembrar

Então esse post é para você!

Hoje vamos falar sobre a construção de hábitos, e quais os passos para a construção de um hábito, seguindo as dicas de Charles Duhigg no livro “O poder do hábito”.

Você verá que, com as adaptações certas, estudar pode se tornar uma atividade tão automática quanto escovar os dentes!

Como construir hábitos de estudo?

Antes de mais nada, convém relembrar a definição de hábito: ação que se repete com frequência ou regularidade.

Estudar diariamente é um hábito, certo?

Agora imagina se pudéssemos agregar na nossa rotina o hábito de estudos, com algum tipo de fórmula mágica.

Bom, Duhigg tem essa fórmula!

E nós a trazemos aqui com algumas adaptações sugeridas para que você incorpore o hábito diário de estudar para concursos.

Persistindo por tempo suficiente nos passos abaixo (segundo Charles, cerca de 21 dias), o ato de estudar se tornará automático, quase inconsciente, e você não precisará mais fazer esforço para sentar e estudar nos horários estabelecidos.

Você simplesmente começará a estudar.

Por que não depender de motivação para estudar

Você pode estar se perguntando: como construir hábitos de estudo, se o que me falta é vontade de estudar?

Bom, todos os dias acordamos com um estoque pequeno e esgotável de motivação. Ela é como um músculo, que vai se esgotando ao longo dia.

A motivação é o que você chama quando precisa de vontade pra estudar.

Se você precisa fazer algo mais difícil ao longo do dia (por exemplo, acordar cedo), você já gastou toda a sua motivação nessa pequena tarefa.

O problema é que ficamos altamente dependentes da motivação quando precisamos fazer atividades que não nos agradam muito – para alguns por ser, por exemplo, estudar.

Como você provavelmente não terá estoque de motivação suficiente para iniciar essa tarefa por vontade própria, é preciso colocá-la no automático.

Como? Com hábitos de estudo e disciplina.

E é o que vamos aprender a fazer hoje: como construir hábitos de estudo para que você não dependa mais de força de vontade para estudar!

O Poder do Hábito

No livro O Poder Do Hábito, somos apresentados a três passos essenciais para construção de hábitos de estudo sólidos:

  • Deixa
  • Rotina
  • Recompensa

“Os hábitos, dizem os cientistas, surgem porque o cérebro está o tempo todo procurando maneiras de poupar esforço. Esse processo dentro dos nossos cérebros é um loop de três estágios. Primeiro há uma deixa, um estímulo que manda seu cérebro entrar em modo automático, e indica qual hábito ele deve usar. Depois há a rotina, que pode ser física, mental ou emocional. Finalmente, há uma recompensa, que ajuda seu cérebro a saber se vale a pena memorizar este loop específico para o futuro”.  Duhigg, Charles.

Neste artigo vamos explorar o que significa cada um desses passos e dar dicas de aplicação, na prática, para que os hábitos de estudo sejam construídos com sucesso.

1. Sugestão (deixa)

A deixa nada mais é que um gatilho, ou seja, uma ação que irá desencadear uma rotina.

Ter um gatilho é importante pois é a ação que irá condicionar a realização da sua rotina, ou seja, será o primeiro passo para criar o hábito de estudo.

Escolha um gatilho, uma ação, que irá te condicionar a estudar diariamente.

Alguns gatilhos relacionados ao estudo são:

  • Sentar à escrivaninha (ter um local dedicado aos estudos);
  • Ligar a luminária;
  • Tomar uma xícara de café antes de começar o turno de estudos;
  • Escutar uma música específica que te coloque no “humor” de estudos;
  • Desligar e guardar o celular;
  • Organizar os materiais que usará no dia.

Importante notar que simplesmente ter um horário determinado para estudos já pode ser considerado um gatilho.

Você sabe que, depois de tomar aquela xícara de café depois do almoço, será hora de estudar.

Esse estímulo permite que seu cérebro entre em modo automático, e que a rotina se inicie.

2. Rotina

A rotina é o próprio hábito que você quer desenvolver.

No seu caso, será o hábito de sentar para estudar todos os dias no horário determinado.

Quanto mais definida estiver sua rotina, melhor será para a construção do hábito.

No começo da semana, você já pode definir o que irá estudar em cada dia, quais materiais usará, quantas questões fará.

Isso te permitirá começar a realizar a ação sem precisar pensar muito.

Assim já saberá como proceder após a deixa.

Lembre-se: quanto menos trabalho você tiver para iniciar a rotina, mais fácil será de executá-la.

3. Recompensa

A recompensa é a ação após o hábito que ensina o cérebro que vale a pena realizar aquela ação rotineiramente.

Ela deve ser clara,imediata e não pode gerar culpa.

Por exemplo, você pode definir que após cumprir sua rotina de estudos (em meta de tempo, tópicos de estudo ou questões resolvidas), terá como recompensa:

  • Assistir a um episódio de uma série
  • Sair para caminhar ou correr;
  • Uma refeição agradável;
  • Ler 30 páginas de um livro;
  • Ligar para alguém;
  • Tempo de redes sociais.

Da mesma forma, a recompensa pode ser usada entre os pequenos intervalos de estudo.

Você pode definir que, se conseguir estudar por 40 minutos seguidos, sem celular (hábito), poderá usar as redes sociais por 10 minutos (recompensa).

Importante notar que as recompensas não precisam ser necessariamente “físicas”, como assistir a algum seriado.

Você também pode usar recompensas emocionais, como marcar o conteúdo como concluído no seu controle de estudos, ou anotar o tempo estudado.

Essa é a parte que torna o seu hábito uma espécie de vício, é a parte que reforça o hábito.

Experimente com as recompensas e veja qual te traz mais gratificação, o que faz com que o hábito valha a pena de ser cumprido.

Eu não posso, por exemplo, estabelecer que minha recompensa será “sair para correr”, sendo que atividades físicas não são recompensa para mim, e sim obrigações.

Seguindo os passos acima religiosamente, você disciplinará o seu cérebro para o hábito escolhido.

Lembre-se que no começo todo hábito é difícil de estabelecer, mas a tendência é que você gaste cada vez menos energia para colocá-lo em prática.

Como construir hábitos de estudo – Mini-hábitos

Para finalizar, precisamos te contar sobre os mini-hábitos!

Sabemos como pode ser difícil estabelecer um hábito novo (isso demanda muita energia), então que tal começar com um mini-hábito estratégico?

Esses hábitos são parte do nosso plano maior e agem como “hábitos-chave” – que têm o poder de mudar ou deslocar nossas rotinas e criar uma reação em cadeia

Por exemplo, um mini-hábito que garanta que você irá começar estudar às 15h é desligar o celular às 14:45 diariamente.

Cumprir um mini-hábito é bem mais fácil do que cumprir religiosamente um hábito maior e mais complexo (como estudar, diariamente, das 15 às 17h).

Além de poder ser uma espécie de preparação para o hábito que vem a seguir, ele te fornece motivação para que mais hábitos sejam adotados na rua rotina.

O mais interessante é que qualquer mini-hábito positivo pode trazer impacto no restante da sua rotina.

Cada vez que você consegue tornar mais fácil uma parte do seu dia, o restante começa a fluir melhor automaticamente.

Você perceberá que os mini-hábitos também podem servir como gatilhos para sua rotina de estudos!

Trabalhe com diferentes deixas e recompensas, até conseguir construir um loop confiável no seu cérebro.

Você verá como a rotina de estudar se tornará cada vez mais automática!

Leia: Foco Nos Estudos: Como Melhorar a Concentração

Dicas Para Combater o Sono Durante os Estudos

dicas para combater o sono durante os estudos

Sono Durante os Estudos? Você já tentou estudar mas quase dormiu em cima do material? Já “pescou” durante as aulas?

Saiba que não acontece só com você! O sono é um inimigo comum da maioria dos concurseiros.

Por isso, hoje vamos dar algumas dicas no combate a esse obstáculo.

Qual a causa do seu desinteresse nos estudos?

Mas antes de começar a falar sobre as dicas em si, precisamos avaliar: será que o seu problema é, realmente, o sono?

É imprescindível saber que te impede de estudar com eficiência para então usar as armas corretas.

Por exemplo, ler várias páginas de um livro e ter que voltar ao começo pode ser um problema de concentração, e não de sono!

Essa situação também pode ser causada pelo uso de estratégias ineficientes de estudo.

Outra situação comumente confundida com o sono é a preguiça.

Então antes de mais nada, reflita sobre as causas do seu desinteresse no material.

E agora sim, vamos às armas contra o sono?

Descanse o suficiente

A primeira dica para combater o sono é: descanse.

Na maior parte das vezes, o sono excessivo durante os estudos se deve à falta de sono e descanso. Você tem descansado o suficiente?

Não adianta querer estudar mais do que dá conta, em prejuízo das suas horas de sono, se você não vai render nos estudos.

Além disso, a falta do sono afeta tudo, desde a cognição, a memória, até a velocidade do pensamento (Killgore, 2010).

Por isso, não adianta dormir pouco e não aproveitar o tempo acordado.

Ouça seu corpo e descanse o quanto for necessário para recarregar suas energias, e aproveite os momentos de lazer para desligar dos estudos.

Cochilos programados

Caso você tenha tido um dia cansativo, também pode tirar um cochilo de até 20 minutos antes de começar a estudar.

Pode ter certeza que será revigorante!

Um cochilo de 10 até 20 minutos pode fazer milagres no reabastecimento dos níveis de energia, melhorando o desempenho cognitivo, incrementando a saúde mental e física e, claro, diminuindo seu sono.

Cochilos maiores de 20 minutos também têm benefícios, mas a partir desse tempo, ao acordar, você sofrerá os efeitos da “inércia do sono”, como confusão e letargia.

Então tome uma xícara de café e programe o alarme para 25 minutos.

Assim, você levará cerca de 7 minutos para pegar no sono, e acordará junto com o pico sanguíneo de cafeína, mantendo-se na faixa ideal de efetividade e eficiência da soneca.

Glicose

A terceira dica pode não ser muito aprovada pelos nutricionistas, mas é eficaz: tenha sempre um doce para as emergências.

Assim, o pico de glicose no seu sangue irá te despertar, e não precisa ser uma bomba de chocolate para causar esse efeito. Vale uma bala, um tablete de chocolate.

É sempre interessante ter esse “estoque de emergência” próximo do seu local de estudos.

Na mesma linha acima, a nossa quarta dica é mascar chicletes. Além do açúcar (há opções sem açúcar também), o ato de mascar irá te manter mais desperto.

E uma dica extra: tomar água gelada por cima potencializa esse efeito!

Cafeína

A cafeína é a dica mais clássica de todas para combater o sono, encontrada principalmente em cafés e chás.

Trata-se de um estimulante do sistema nervoso central, que te deixará mais desperto quase imediatamente.

Uma xícara no meio do seu período de estudos pode dar a energia que faltava para o restante do tempo.

Mas cuidado para não tomar depois das 18h e perder o sono durante a noite. Cafeína ou outros estimulantes em excesso também serão prejudiciais.

Adapte seu horário de estudos

Para aqueles que trabalham/estudam durante o dia: que tal mudar o período de estudos da noite para madrugada ou manhã, antes de começar sua rotina?

Muitos alunos se beneficiam de acordar e estudar algumas horas antes do seu horário normal.

Funciona muito bem para quem sente muito sono no período da noite. Dessa forma, é possível aproveitar os altos níveis de energia no início do dia para estudar.

É essencial experimentar diferentes horários de estudo e avaliar quais rendem mais. Cada um terá um horário do dia mais propício para esse tipo de atividade, e só cabe a você descobrir qual é.

Atividade física regular

Pratique atividades físicas regularmente, e evite exercícios muito pesados.

Da mesma forma que uma rotina de exercícios pode te ajudar, ajudando a manter a disposição durante o dia, atividades pesadas farão o efeito contrário, te deixando com mais sono.

Depois de uma sessão intensa de exercícios seu corpo precisará se recuperar e a necessidade de descanso será maior.

Assim fica ainda mais difícil não dormir em cima dos livros!

Modele seu ambiente para combater o sono durante os estudos

Por fim, entenda como o ambiente pode influenciar na sua disposição para estudar.

E como modelar seu ambiente de forma a combater o sono? De diversas maneiras:

  • Iluminação adequada
  • Cadeira confortável
  • Apoio para os pés
  • Não estudar na cama
  • Ajustando sua postura

Essas foram as principais dicas no combate ao sono.

E vocês, conseguem pensar em mais alguma?

Leia: Os Três Pilares do Método de Estudos Ideal

Os Três Pilares do Método de Estudos Ideal

método de estudos para concurso público

Você sabe quais os três pilares do método de estudos ideal?

Sabemos que nenhum concurseiro deve esperar por um método de estudos milagroso, que levará à aprovação com menos esforço.

Por isso, cada um deve se dedicar em encontrar as técnicas e metodologias que melhor se aplicam ao seu nível de estudos e tipo de prova.

No entanto, podemos citar três elementos que são indispensáveis para um estudo de qualidade.

Quer saber quais são? Continue lendo!

Três pilares do método de estudos ideal

Ao acompanhar a trajetória de aprovados em concursos públicos, notamos a presença de três elementos essenciais nas suas metodologias de estudo:

  • Material de qualidade
  • Revisões periódicas
  • Questões de concursos

Assim, percebemos que embora cada um tenha seguido métodos diferentes, todos incluíram esses três pilares de alguma forma na sua metodologia de estudos.

Então no artigo de hoje vamos falar sobre a importância desses elementos, e explicar como você pode inclui-los no seu método de estudos.

Começando pelo…

Material de qualidade

Sem um material confiável e completo, que proporcione um bom método de estudos, é impossível ter qualidade nos estudos.

Primeiro é preciso ter em mente que não existe “o melhor material”.

E claro que existem materiais ruins e outros excepcionais, mas se um curso ou livro cobrir 70% da disciplina – geralmente não passam disso -, já é mais do que suficiente para começar a construir sua base.

Existem materiais de diferente abordagem e profundidade, e cada um deve se dedicar em encontrar o “seu material”.

Por isso, é muito importante avaliar criticamente antes de resolver investir em um curso ou livro novos.

Assim, um mau investimento pode te fazer perder tempo e dinheiro, e um bom investimento pode acelerar a sua aprovação.

Mas antes de falar mais sobre a escolha do material, tenha cuidado com os rateios!

Trata-se de prática ilegal, que pode trazer consequências judiciais, além de eliminar um candidato na etapa de investigação social.

Então vamos aos principais fatores que vocês devem analisar na hora de escolher o material de estudo:

1 – Tipo de mídia

Qual o formato do material de estudo: livro, PDF, videoaula, podcast?

Antes de comprar qualquer material você precisa analisar qual se adapta melhor às suas necessidade.

E uma dica que passamos aos nossos leitores, e que ajudará muito no aproveitamento do seu tempo, é dar preferência a materiais escritos que podem ser consultados com facilidade.

2 – Nível de conhecimento

Aqui você avalia qual o seu nível de conhecimento no assunto ou na disciplina.

Assim, alguns materiais são muito aprofundados e ótimos para quem já tem uma base sólida na matéria, a exemplo de livros e doutrinas.

quem está iniciando deve dar preferência a materiais mais enxutos e com melhor didática, em detrimento de materiais extensos e cheios de detalhes.

Você já usou um material e pensou: “não tenho a mínima ideia do que isso quer dizer”? Então é sinal de que estava com um material não adequado ao seu nível de conhecimento.

Lembre-se sempre: o ideal é focar em aprender o básico primeiro!

Se você pega um material aprofundado demais logo no início, pode gastar tempo estudando conteúdo que nem cai na sua prova, desnecessariamente.

E também, desanimar com a matéria porque tem tanta informação e você não consegue filtrar o que é importante.

Então, na dúvida, comece pelo básico, como livros tipo sinopse, resumos, ou para cargos de nível médio.

Um ponto crucial da nossa mentoria é ajudar o aluno a conhecer melhor seu próprio nível de conhecimento, tornando-o mais confiante em relação à escolha do material.

Assim, o aprendizado é acelerado e recursos são poupados, tornando o método de estudos mais eficaz.

3 – Dificuldade

Segue a mesma lógica do nível de conhecimento.

Por isso, se você tem muita dificuldade na matéria, não adianta escolher um material muito aprofundado, é melhor preferir usar um material mais básico com uma ótima didática – “para iniciantes”.

Então sempre comece do básico, do mais fácil, e expanda esse conhecimento ao longo do tempo.

Nos nossos planos de estudo, a dificuldade dos alunos com cada disciplina é um item chave para a decisão de qual material iremos indicar.

Certifique-se de que seus materiais estão adequados à sua expertise e afinidade pelas disciplinas.

4 – Professores

Muito importante também que você se identifique com a didática do professor.

Assim, é essencial consumir os materiais de demonstração para conhecer o estilo de quem ministra as aulas.

Na ausência destes, também é possível procurar por aulas no Youtube ou nas redes sociais do professor. Se você não vai com a cara do professor, isso vai dificultar muito sua relação com a matéria.

Aqui também entra a dica de evitar “combos”para editais específicos, dando preferência a escolher o professor que você quer para cada disciplina.

5 – Referências

A editora do livro ou cursinho são conhecidos? Você já conversou com pessoas que adquiriram esse mesmo material? Quais as opiniões? É mais fácil confiar em uma opinião negativa ou na opinião positiva?

Analisando mais criticamente, quem está dando opinião? Alguém com amplo conhecimento sobre os assuntos abordados no material?

Portanto, é essencial conhecer referências sobre o material que você está tentando comprar, e avaliar criticamente as opiniões que vocês recebem.

Então cuidado com a galera que divulga material que nem conhece só por causa da comissão!

Tendo escolhido bem seu material de estudos, você já estará pronto para implementar o próximo pilar, que são as…

Revisões periódicas

O segundo pilar do método de estudos ideal são as revisões periódicas.

Saiba que revisar não é estudar todo o conteúdo de um edital em três meses e reler a teoria nas vésperas da prova.

A revisão do que foi estudado deve ocorrer de forma periódica, a fim de se agregar cada vez mais conhecimento, memorizar detalhes e sedimentar o conteúdo na memória de longo prazo.

Mas, afinal, por que “gastar” tempo com revisões?

Porque nós nos esquecemos das coisas. É natural que, após algum tempo sem rever um conteúdo, as informações da memória de curto prazo sejam perdidas.

Como o cérebro faz um ciclo curto para armazenar essas informações, é rápida a perda da informação e a capacidade de recordação fica extremamente prejudicada.

Se você estudar apenas uma vez determinado tópico, não importa quão você o tenha aprendido – ele estará sujeito ao esquecimento, pois não foi consolidado na memória de longo prazo.

Acreditamos que você não queira ter que estudar todo o conteúdo do zero novamente após meses sem revisá-lo. Podemos dizer com confiança que você tomará praticamente o mesmo tempo que levou para aprendê-lo da primeira vez, só para se lembrar daquilo.

Quais as vantagens de revisar

A maior vantagem de manter revisões é manter os conteúdos estudados bem consolidados na memória de longo prazo, que pode durar anos.

Como essa memória trabalha com informações estruturadas, a recuperação é facilitada e as informações podem retornar mais processadas.

Além disso, revisar os conteúdos periodicamente permite que você:

  • Agregue novos conhecimentos
  • Memorize o que aprendeu, de uma vez por todas
  • Entenda melhor como o conteúdo é cobrado em provas
  • Adquira agilidade na resolução de questões

De forma geral, se você não utilizar uma estratégia para fixar o conteúdo nos dias seguintes ao aprendizado, ele estará fadado ao esquecimento.

E se você tem dúvidas de como fazer revisões, saiba que uma das melhores maneiras de se revisar é por meio de…

Questões

Idealmente, a maior parte do tempo de revisões deve ser dedicado às questões, de forma que não se tornem uma releitura de todo o conteúdo estudado.

Só assim o concurseiro saberá qual o foco do conteúdo, como ele é cobrado em provas, o que ainda não memorizou da matéria, além de estar sempre complementando e atualizando seu material.

Estudar apenas a teoria não é suficiente para um bom aproveitamento em provas de concurso! Ter um bom método de estudos pode fazer toda a diferença!

Mas atenção: não é simplesmente responder questões e ver quantas acertou, é preciso tirar proveito de cada detalhe, até mesmo para orientação quanto a aprofundamento dos estudos e complementação da fonte única.

Então aqui está o segredo para as revisões eficientes. Quanto mais exercícios você fizer, e menos você ficar lendo da teoria, melhor.

Resolver questões é tão importante quanto o estudo primário, porém, muita gente ignora essa etapa da preparação.

Se você ainda tem dúvidas de que seja a melhor forma de revisar, aqui vão cinco motivos para que você inclua a resolução de questões no seu planejamento:

  • Ajuda na compreensão do assunto estudado
  • Auxilia na memorização dos conteúdos
  • Descobrir o que e como costuma ser cobrado
  • Ter noção do seu desempenho
  • Conhecer a banca organizadora

A resolução de questões é um ponto crucial dos nossos planos de estudo, por isso acompanhamos periodicamente o desempenho nos exercícios dos alunos!

Além disso, ensinamos como trabalhar cada um desses pilares, de forma a se construir uma base sólida desde o começo dos estudos.

Leia: Foco Nos Estudos: Como Melhorar a Concentração

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Até mais.

Como conciliar trabalho e estudos

Em meio a tantas atividades que assumimos, você sabe como conciliar trabalho e estudos? Ou, ainda, como conciliar estudos para áreas diferentes como concursos e faculdade?

No artigo de hoje, vamos dar dicas para que você consiga se dedicar a mais de uma atividade sem se esgotar.

Você aprenderá a:

  • Eliminar distrações
  • Definir prioridades
  • Organizar sua rotina
  • Lidar melhor com imprevistos
  • E a recarregar a bateria para dar conta de tudo
  • A busca pelo equilíbrio
  • Antes de falarmos das dicas, precisamos esclarecer o que seria o “equilíbrio” que tantas pessoas buscam.

A busca pelo equilíbrio

Antes de falarmos das dicas de como conciliar trabalho e estudos, precisamos esclarecer o que seria o “equilíbrio” que tantas pessoas buscam.

Equilíbrio seria conseguir dar a mesma atenção a todas as áreas da sua vida.

No entanto, sabemos que na prática isso se torna inviável.

Quase ninguém consegue atingir excelência no trabalho, na vida pessoal e nos estudos, mantendo uma alimentação saudável, o sono em dia e a vida social ativa.

Tal situação é simplesmente irreal.

Mas é possível definir prioridades temporárias. Isso significa que essa semana o seu foco pode ser no trabalho, mas na próxima você poderá se dedicar mais a cuidar de assuntos pessoais.

Falaremos mais desse assunto a seguir.

Foco dinâmico

O conceito de foco deve ser entendido como dinâmico, de forma a ir direcionando a sua atenção a lugares diferentes, na medida do necessário.

Então você pode ter o foco do mês, o foco da semana, o foco do dia, e assim por diante.

Mesmo com uma rotina que te permita se dedicar a áreas diferentes, eventualmente você deverá dar prioridade a uma área ou outra.

E isso é normal!

Assim, na escassez de tempo e presença de diversas atividades, duas regras básicas devem ser seguidas:

  • Distrações devem ser eliminadas e
  • Um foco dinãmico deve ser escolhido

Falaremos rapidamente de cada uma delas a seguir.

Como eliminar distrações

Distração é tudo aquilo que não contribui para seus objetivos de vida.

E, por objetivo de vida, pense em todas as áreas que você valoriza.

Seus objetivos podem ser passar no concurso dos sonhos, alcançar uma promoção no trabalho, fazer sua família feliz, ter uma rotina de exercícios físicos.

E pensando na era digital e nos relatos de alunos, normalmente as distrações se resumem a celular e televisão.

Você tem ideia de quanto tempo passa em redes sociais? Vendo noticiários? Jogando tempo fora?

Bom, então antes de querer organizar atividades importantes, você deverá eliminar o que não importa.

Definindo um foco

Prioridade é uma palavra em alta.

Muito se fala sobre definir a sua “única coisa”, aquilo a que você vai dedicar a maior parte da sua atenção.

E a teoria é linda, mas nem todo mundo consegue determinar com clareza o que é mais importante.

Ou, ainda, a gente acha que tudo é importante e não consegue direcionar o foco para uma coisa só.

Como já comentei, o problema está, principalmente, em achar que a prioridade é estática.

Que você deve se dedicar a essa única coisa sempre e abandonar todo o resto.⠀

Na realidade, o conceito de foco é altamente dinâmico. O que é importante hoje pode não ser importante amanhã, e isso é absolutamente normal.⠀

Então veja que geralmente falamos em dois níveis de prioridades: macro e micro.⠀

Prioridade nível macro

Podemos definir as prioridades de nível macro quando pensamos nos nossos valores. O que é mais importante pra você: família, dinheiro, carreira, conforto etc.?⠀

E de todas essas coisas que você valoriza, qual delas não poderia viver sem? Está aí sua prioridade número um.⠀

Prioridade nível micro

Já no dia a dia o contexto muda, pois entram as prioridade de nível micro, que são:⠀

  • Focos do mês⠀
  • Foco da semana⠀
  • Foco do dia⠀

Ao definir dois ou três focos para o mês, você se certifica de que se dedicará mais a esses projetos ou áreas da sua vida naquele momento.⠀

Dentre os focos definidos para o mês, você define, semanalmente, qual será a prioridade da semana. ⠀

Isso permite que você se dedique mais intensamente a uma coisa ao longo de uma semana, mas não abandone totalmente o restante. Porque na próxima semana, você pode mudar o foco para outra área que exija atenção.⠀

E, dentre várias tarefas a serem feitas em um só dia, você define o foco diário. Pra isso, ajuda a pensar “qual o mais importante a ser feito hoje”, ou “qual o mais urgente” ou, ainda, “qual traz mais satisfação”.⠀

Então, antes de começar a querer conciliar o tempo entre várias atividades, você deve escolher o que virá em primeiro lugar no seu planejamento.

Tendo em mente essas duas premissas básicas, podemos seguir em frente!

Como conciliar trabalho e estudos

Para saber como conciliar trabalho e estudos, você precisará estar atento a:

  • Organização e planejamento
  • Administração de imprevistos
  • Geração de energia

Geralmente, é a falha em um ou mais desses pontos que leva as pessoas a uma rotina caótica.

Por isso, vamos analisar cada um deles separadamente.

Organização e planejamento

Sempre que você quiser tirar o máximo do seu tempo, deverá pensar em organização e administração da rotina.

É essencial ter no papel todos os horários do seu dia: hora de acordar, compromissos, horas disponíveis para estudo, trabalho, entre outros.

Só quando você define quando irá fazer cada uma das atividades é que você tem certo controle sobre o seu tempo.

Então o primeiro passo para conciliar trabalho e estudos é programar seus dias e semanas.

Organização da rotina

Para isso, você poderá:

  • Passar a usar uma agenda
  • Colocar seus compromissos na agenda
  • Montar um quadro-horário semanal com seus horários e atividades a serem realizadas em cada dia
  • Usar um gerenciador de tarefas, em que colocará as tarefas a serem feitas diariamente
  • É importante ser sincero consigo mesmo e realista quando ao tempo que você tem disponível.

Lotar sua agenda de atividades não te fará mais propenso a cumpri-las.

No entanto, é imprescindível que você cumpra o que estabelecer no seu cronograma.

Então, nos horários de trabalho, você vai trabalhar. E nos horários de estudo, vai se desligar de todo o restante e estudar.

Sem desculpas, sem pensar que deveria estar fazendo outra coisa, sem pensar no quanto ainda falta.

Pense que agora você tem um horário dedicado para cada atividade. Cada coisa no seu tempo.

Planejamento

Dentro do seu planejamento diário, você também poderá:

  • Deixar atividades mais leves para quando estiver mais cansado;
  • Intercalar momentos de descanso;
  • Considerar também o tempo usado em deslocamento;
  • Distribuir as atividades pensando no foco que você escolheu para a semana.

E sei que o planejamento, na teoria, é lindo. Mas que nem sempre as coisas saem como planejamento.

Trataremos disso no próximo tópico.

Administração de imprevistos

A realidade é que não podemos administrar imprevistos – eles sempre acontecem!

Mas podemos estar minimamente preparados para quando eles surgirem.

Isso é importante porque se você não preparar um plano de contingência, todo seu planejamento pode ir por água abaixo.

Então para administrar melhor os imprevistos, você poderá:

  • Ter blocos de horários livres na sua semana, sem planejar nada;
  • Ter um foco definido, pois só assim você saberá o que poderá ficar de fora sem muitos prejuízos, caso não consiga cumprir todo o planejado;
  • Dispor de pequenos momentos de recompensa após uma situação chata, como ir tomar um sorvete;
  • Aceitar que imprevistos acontecem e que isso é normal.

Veja que a intenção aqui não é evitar os imprevistos, e sim aprender a reagir melhor a eles.

Dessa forma, você não entrará em uma espiral da improdutividade toda vez que alguma coisa não sair como você planejou.

Geração de energia

Por fim, sei que não adianta ter um planejamento lindo se você não vai conseguir cumpri-lo.

E para que você consiga realizar tudo a que se propôs, você precisará recarregar suas baterias constantemente.

Não ache que apenas um final de semana na praia é capaz de fazer isso! Logicamente, quanto maior o descanso, melhor, mas sabemos que nem sempre isso é possível.

Por isso, nessa última “etapa”, você vai aprender a recarregar suas baterias com pouco tempo disponível.

Nossas dicas para isso são:

  • Tenha hobbies saudáveis que te ajudem a lidar com ansiedade. Vale tocar um instrumento, ouvir músicas, leitura, esportes;
  • Pratique meditação guiada diariamente. Apenas alguns minutos de prática guiada com algum aplicativo podem fazer maravilhas por você;
  • Descanse de verdade. Escolha atividades saudáveis para seus intervalos, como dar uma volta no quarteirão, brincar com seu cachorro, ou até permanecer em silêncio.
  • Celular não é descanso, e só te deixará mais agitado. Encontre uma forma de desligar totalmente dos estudos;
  • Inclua o lazer no seu planejamento semanal. Saber que você tem um horário definido para descansar já aumenta seus níveis de energia.
  • Tenha planos para combater o cansaço. Vale tomar um banho gelado, um café (dependendo da hora do dia), um cochilo rápido.
  • Seguindo essas etapas, será possível conciliar mais de uma atividade.

Para mais dicas de geração de energia, recomendamos o artigo: Dicas para combater o sono durante os estudos linkar

Mas lembre-se sempre: ao planejar sua semana, pense no foco que você estabeleceu para aquele momento.

Concursos e faculdade

Uma das dúvidas que mais recebemos é em relação a conciliar faculdade e concursos. Sabemos que podem ser estudos praticamente independentes, dependendo do tipo de cargo.

Então trouxemos algumas dicas especificamente para essa situação.

  • Ainda que o estudo para faculdade e concursos esteja relacionado (ex.: mesmas disciplinas), o ideal é ter horários de estudos exclusivos para cada um desses momentos;
  • Tenha em mente que a forma de cobrança em provas de concursos é diferente das provas da faculdade, por isso o estudo deve ser conduzido de forma separada;
  • Estabeleça horários ou dias para cada um deles;
  • Também o ideal é ter cronogramas de estudo separados;
  • Eventualmente, você poderá flexibilizar seus horários, como nas vésperas de provas, se dedicando mais a um ou a outro;
  • Frequente as aulas e tire o máximo que puder do tempo em sala de aula, assim não precisará tirar o atraso em casa;
  • Tente estudar um pouco todos os dias para a faculdade, pelo menos organizando seu material para a prova e revendo os conteúdos do dia. Assim não terá que aprender toda a matéria do zero nas semanas de prova;
  • Aproveite os intervalos: almoço, intervalo entre aulas, espera em consultórios etc. Se o seu tempo é escasso, você deve fazer o máximo dele;
  • Acorde mais cedo: se achar interessante, estude para concursos antes de ir para a faculdade;
  • Estude menos disciplinas. Não pegue o edital inteiro, escolha poucas disciplinas e vá substituindo assim que for terminando;
  • Por último, esteja preparado para fazer sacrifícios.

Conclusão

Concurso, faculdade e trabalho são atividades que demandam muito, então não espere que seja fácil.

Mas saber como conciliar trabalho e estudos pode fazer toda a diferença no resultado final.

Esteja preparado para abrir mão de algumas festas e finais de semana, além de atividades que não estejam alinhadas aos seus objetivos.

Como comentamos, tudo começa com definir o foco e eliminar as distrações.

E termina com muita dedicação para cumprir o que foi planejado.

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