Como estudar para discursivas em concursos

Se você tem dúvida de como estudar discursivas para concursos, esse artigo é para você!

Continue lendo para aprender as etapas da preparação para a prova discursiva de uma vez por todas.

Antes de estudar para discursivas…

Antes de mais nada, é importante saber de que forma sua discursiva será cobrada.

Por exemplo: serão questões dissertativas sobre atualidades, sobre o conteúdo programático do edital, e qual o gênero e tipo textual?

Dentro das questões sobre o conteúdo do edital podemos ter questões teóricas, estudos de casos, peças práticas, e por aí vai.

Assim, você deverá identificar essa informação no seu edital e buscar entender a estrutura da sua discursiva: ela tem introdução? Qual a “fórmula” para desenvolver os parágrafos?

Lembre-se que os examinadores geralmente seguem essas fórmulas para correção das discursivas (ex. Eles esperam uma introdução, argumentos e conclusão – nessa ordem).

Saiba que aprender a técnica de “como escrever a discursiva” é o primeiro passo.

Além disso, é importante identificar no edital os critérios de correção, mínimo e máximo de linhas, pontuação atribuída a cada critério de correção – tudo isso irá direcionar seu estudo.

Por exemplo, se você sabe que a banca desconta muitos pontos por erros gramaticais, poderá dar mais atenção a esse aspecto do que a outros critérios na hora de estudar para discursivas.

Exemplo de critérios de correção de um edital da banca CESPE:

Como estudar estudar para discursivas em concursos

Agora que você já passou pelas etapas iniciais de preparação, já vamos adiantar aqui: a principal forma de  estudar para discursivas em concursos é TREINAR muito.

Por isso, programe-se para fazer discursivas toda semana ou, pelo menos, a cada quinze dias.

Dessa forma, você já pode deixar alguns temas pré-definidos para não ter que ficar procurando na hora programada para escrever.

Também separe provas antigas condizentes com a forma com que será cobrada na sua prova, ou busque por temas inéditos de cursinhos na internet.

E você também pode montar um grupo de estudos em que cada um elabora um tema para os outros, formando, assim, uma coleção de temas para todos usarem.

Tendo a sua “fórmula” da discursiva em mãos, só resta começar a escrever!

Estudo da Língua Portuguesa

Para se dar bem em discursivas, também torna-se imprescindível o estudo constante de Língua Portuguesa, tanto da gramática quanto da estrutura dos textos.

Assim, há vários cursos de redação que te dão algumas “fórmulas” que devem ser seguidas na hora de montar cada tipo de texto.

E um bom curso também trará conteúdos sobre as principais normais gramaticais que você deve conhecer para escrever uma boa discursiva.

Importante notar que, muitas vezes, não será um especialista no tema em questão que irá corrigir sua discursiva, mas sim um professor de Língua Portuguesa que seguirá certos critérios pré-estabelecidos.

Isso ressalta ainda mais a necessidade de se seguir uma estrutura conhecida e não negligenciar o estudo da língua portuguesa.

Às vezes a ‘cara’ da redação (ortografia correta, letra bonita, coerência, coesão) acaba tendo mais peso do que o próprio conteúdo – novamente, ressaltamos a importância de se conhecer os critérios do seu edital.

Correção das redações

Além da prática, também é ideal ter alguém para corrigir sua discursiva baseado nos critérios do seu edital.

Para isso, há professores e servidores especializados nesse serviço, mas caso não consiga arcar com esse custo, encontre um “companheiro de discursiva” para trocar redações, e um corrige a discursiva do outro.

Após a correção, analise as observações feitas e tente reescrever a redação após um tempo, seguindo as recomendações feitas.

Vale notar que a correção da discursiva não serve só pra você ver sua nota e saber se está indo bem ou mal.

Assim, todos os aspectos da correção e observações do professor devem servir de feedback para as próximas discursivas.

Ou seja, você estuda o que errou, onde precisa melhorar, e aplica ações corretivas para a próxima redação.

Como estudar para discursivas de atualidades

Caso sua discursiva seja do tema atualidades, será necessário manter um estudo concomitante desses conteúdos.

A principal forma de fazer isso é entrando em um bom cursinho que trabalha temas da sua carreira, além da leitura de artigos e livros para que você consiga construir um raciocínio crítico sobre possíveis temas.

Nessa modalidade de discursiva, não basta acompanhar o noticiário ou ler jornal todos os dias.

Você precisa saber desenvolver um raciocínio crítico e lógico e, principalmente, saber colocar isso no papel.

Veja nesse nosso artigo como estudar atualidades para concursos mais informações sobre essa parte do estudo para discursivas.

Como estudar para discursivas de Perícia Criminal

É comum que nas provas da área da perícia criminal sejam cobradas questões teóricas ou estudos de caso sobre o conteúdo específico de cada carreira.

Para estudar para essa modalidade, é imprescindível um bom domínio teórico dos principais tópicos do seu conteúdo programático.

Pois a prevalência de cobrança dos temas na prova discursiva segue a mesma prevalência da prova discursiva, então você deve dominar o que mais cai ou já caiu em concursos.

Aqui, novamente, a prática é essencial.

Não se estuda para a discursiva apenas lendo a teoria, ou apenas fazendo questões múltipla-escolha.

Então você precisará também buscar provas anteriores que tenham esses modelos de cobrança para treinar (como as da PCDF 2016 e PCPE 2016). 

Finalizando

Por fim, não deixe para estudar para discursivas nas vésperas da prova.

O estudo deve ser constante e com muita prática.

De nada adianta dominar a teoria e fazer cinco cursos de redação, e não fazer nenhuma discursiva.

Se você gostou do conteúdo, lembre-se de compartilhar!

Até mais.

 

Concurso Perito Criminal – Editais previstos para 2021

cena de crime com perito criminal

Atualizado em maio/2021

Quer saber quais concursos para perito criminal estão previstos para 2021?

Então continue acompanhando para saber quais editais estão previstos, últimas notícias dos concursos e mais!

E, atenção, atualmente temos um edital com inscrições abertas para Perito Criminal!

Como ser Perito Criminal

Para se tornar um Perito Criminal, o requisito exigido é diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso superior em nível de graduação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.

Dessa forma, Código Processual Penal deixa clara a necessidade de um curso de nível superior para poder exercer a função de Perito Criminal:

Art. 159. O exame de corpo de delito e outras perícias serão realizados por perito oficial, portador de diploma de curso superior.

E vários cursos são aceitos, entre eles: Ciências Contábeis, Engenharias, Ciências da Computação, Química, Biologia, Biomedicina, Farmácia, e vários outros.

Então vamos ver agora um panorama dos concursos previstos para perito criminal em 2021!

Leia mais: como ser perito criminal – tudo o que você precisa saber para ser aprovado

Instituto Técnico-Científico de Perícia Rio Grande do Norte – ITEP-RN

Situação: edital publicado.

Os profissionais Perito Médico Legista, Perito Criminal e Perito Odontolegista do ITEP-RN recebem o subsídio inicial de R$ 7.440,00.

No dia 10 de abril foi publicado no Diário Oficial do Rio Grande do Norte o novo edital do ITEP-RN, com 276 vagas!

São elas:

  • Perito Criminal – 82 vagas (diversas áreas, nível superior)
  • Assistente Técnico Forense – 30 vagas (nível superior)
  • Agente Técnico Forense – 97 vagas (nível médio)
  • Agente de Necropsia – 37 vagas (nível médio)
  • Médico Legista – 21 vagas (nível superior)
  • Médico Legista (Psiquiatra) – 3 vagas (nível superior)
  • Odontolegista – 6 vagas (nível superior)

A banca organizadora é o Instituto AOCP e a primeira etapa (provas objetivas e discursiva) está prevista para acontecer dia 27 de junho de 2021.

Todos os cargos serão avaliados pelas seguintes etapas:

  • Prova Objetiva
  • Avaliação Psicológica
  • Investigação Social
  • Avaliação de Títulos
  • Curso de Formação

O edital e demais informações sobre o concurso você pode encontrar aqui, na página da banca.

Inscrições: entre 12 de abril e 20 de maio no site do Instituto AOCP.

Mentoria com matrículas abertas para o ITEP-RN:

Perícia Forense do Estado do Ceará – PEFOCE

Situação: edital publicado ( banca IDECAN).

A organizadora do concurso será o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural Assistencial (IDECAN).

Conforme já anunciado, serão ofertadas 170 vagas + 340 de cadastro reserva, sendo elas:

  • Perito Criminal (superior): 60 vagas + 120 CR
  • Perito Legista (superior): 20 vagas + 40 CR
  • Médico Legista (superior): 20 vagas + 40 CR
  • Auxiliar de Perícia (superior): 70 vagas + 140 CR

Além disso, as etapas do concurso são:

  • Provas escritas (objetiva e discursiva)
  • Teste de Aptidão Física (TAF)
  • Avaliação psicológica
  • Investigação social
  • Curso de formação profissional
  • Avaliação de aprendizagem (AVA)

E a prova de conhecimentos exigirá do candidato conhecimentos de Língua Portuguesa, Atualidades, Noções de Informática, Noções de Direito Penal e Direito Processual Penal, além dos conhecimentos específicos para cada área.

Serão 100 questões de múltipla escolha e duas questões discursivas, que serão aplicadas dia 01/08 para o cargo de Auxiliar de Perícia e dia 31/07 para os demais cargos (Médico Legista, Perito Criminal e Perito Legista)

Acesse aqui o edital da PEFOCE de 2021.

Estamos com mentoria aberta para os seguintes cargos:

E temos também uma aula gratuita de estratégia de estudos e análise do edital da PEFOCE  com inscrições abertas.

Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PC-RJ)

Situação: editais aprovados

Concurso confirmado, com previsão de acontecer no segundo semestre de 2021.

De acordo com o secretário da PC-RJ, Allan Turnowski, os editais devem ser publicados até julho deste ano.

Aqui, as vagas serão destinadas aos cargos: Auxiliar de Necropsia, Técnico de Necropsia, Investigador, Inspetor, Perito Legista, Perito Criminal e Delegado.

Além disso, o decreto n° 47.585/2021 publicado no dia 27 de abril de 2021 no Diário Oficial do Rio de Janeiro autorizou o provimento de 400 cargos efetivos na corporação.

Remuneração Inicial: R$ 4.506,27 a R$ 18.747,95.

O concurso já tem as suas fases e etapas confirmadas.

E de acordo com a Diretora da Academia de Polícia Sylvio Terra (Acadepol), delegada Renata Teixeira, o certame seguirá o padrão dos demais concursos direcionados para a carreira policial, sendo assim composto por duas fases:

  • A primeira fase composta de prova de conhecimentos, exame médico, exame psicotécnico e teste de aptidão física.
  • A segunda fase será o curso de formação profissional.

Conheça mais dos nosso planos de estudo para perito da PC-RJ, totalmente direcionados à preparação para esse concurso:

PCRJ – Perito Criminal Farmácia
PCRJ – Perito Criminal Biologia
PCRJ – Perito Legista Toxicologista (Farmácia)
PCRJ – Perito Legista Bioquímico (Genética)

Último concurso da PC-RJ para Perito Criminal

O último concurso para o cargo de Perito Criminal ocorreu em 2013, e contemplou os cargos:

  • Biologia
  • Contabilidade
  • Engenharia Ambiental
  • Engenharia Florestal
  • Engenharia Agrícola
  • Agronomia
  • Engenharia Civil
  • Engenharia da Computação
  • Informática
  • Engenharia Elétrica
  • Engenharia Eletrônica
  • Engenharia Mecânica
  • Engenharia Química
  • Química
  • Farmácia
  • Física
  • Medicina Veterinária

Em 2013, o certame foi composto de duas fases distintas, sendo a primeira fase dividida em quatro etapas:

  • 1ª etapa: prova de conhecimentos
  • 2ª etapa: prova de capacidade física
  • 3ª etapa: exame psicotécnico
  • 4ª etapa: exame médico

E a segunda fase foi dividida em duas etapas

  • 1ª Etapa: curso de formação profissional
  • 2ª Etapa: prova de investigação social

Em 2013, o concurso exigiu conhecimento de Língua Portuguesa e Conhecimentos Específicos.

Link do último edital de Perito Criminal da PC-RJ aqui.

Além disso, tivemos o edital de 2011 para Perito Legista, que você pode acessar aqui.

Polícia Civil do Estado da Paraíba (PCPB)

Situação: comissão formada.

Em fevereiro de 2021, o governador da Paraíba anunciou 1.400 vagas para a Polícia Civil.

E em março, foi designada a comissão organizadora do concurso.

Espera-se a seguinte distribuição de vagas:

  • Perito criminal (77 vagas);
  • Perito químico (45 vagas);
  • Delegado (120 vagas);
  • Escrivão (520 vagas);
  • Perito médico (50);
  • Técnico em perícia (73);
  • Necrotomista (70);
  • Agente de investigação (414) e
  • Papiloscopista (31).

O último edital da PCPB foi realizado em 2008 pela organizadora CESPE.

Confira aqui o último edital.

Estamos com mentoria para a PCPB, nos seguintes cargos:

Polícia Civil do Estado do Mato Grosso do Sul (PCMS)

Situação: comissão formada.

Em maio de 2021 foi autorizado o concurso para 206 vagas para a PCMS, previsto para contemplar os seguintes cargos:

  • Perito papiloscopista: 42 vagas;
  • Agente de polícia científica: 36 vagas;
  • Perito criminal: 75 vagas;
  • Perito médico-legista: 53 vagas.

A comissão organizadora do concurso foi designada em abril de 2021.

O próximo passo é a contratação da banca que irá publicar o edital.

O último concurso da PCMS foi realizado em 2017, para os cargos de delegado, escrivão e investigador.

Para quem já quer começar a se preparar para a PCMS, estamos com mentoria aberta nas seguintes áreas:

Polícia Civil do Estado do Amazonas (PCAM)

Situação: Autorizado.

O concurso da PCAM está autorizado mas segue em passos lentos, e a expectativa era que o edital saísse em 2018, porém até o momento nem a banca foi definida.

Assim, o edital segue com expectativas quanto à publicação, de modo que as contratações podem ocorrer no decorrer de 2021.

Para esse concurso, o quantitativo de vagas será distribuído da seguinte forma:

  • Delegado (62)
  • Investigador (200)
  • Escrivão (98)
  • Perito Criminal (27)
  • Perito Legista (8)
  • Perito Odontolegista (3)
  • Auxiliar de Perito (16)
  • Padioleiro (10)

Remuneração Inicial do último edital: R$ 4.263,84

No entanto, convém frisar que a Lei N° 4.549 equiparou os salários de perito criminal aos de delegados.

Assim, de acordo com o Portal da Transparência, a tabela de remuneração dos cargos de Peritos Criminais, Peritos Legistas e Peritos Odontolegistas varia em cinco níveis, de R$ 16.237,85 no primeiro nível a R$ 24.752,83 no último nível.

Edital de 2009 para perito criminal da PCAM

O último edital (2009) contemplou as seguintes áreas para o cargo de Perito Criminal:

  • Engenharia Florestal
  • Computação
  • Informática
  • Processamento de Dados
  • Química
  • Farmácia
  • Ciências Contábeis
  • Ciências Biológicas
  • Biomedicina
  • Engenharia Mecânica, Naval e Mecatrônica

Além disso, o edital também exigiu que os candidatos ao cargo de Perito Criminal tivessem inscrição no respectivo Conselho Profissional e ter dois anos de experiência na área de formação.

Já o conteúdo programático do edital exigiu conhecimentos de Língua Portuguesa, História e Geografia do Amazonas, Conhecimentos de Informática, Raciocínio Lógico, Atualidades e Conhecimentos Específicos de acordo com cada área.

Por fim, último concurso possuía duas fases, sendo a primeira composta de provas de conhecimentos (objetiva e discursiva), de exames médicos, de prova de capacidade física, de avaliação psicológica, e de avaliação de títulos.

E a segunda fase contemplava o curso de formação profissional.

Acesse aqui o último edital da PCAM.

Perícia Oficial do Estado de Alagoas (PO-AL)

Situação: Anunciado.

O governador do Estado anunciou em entrevistas no  ano de  2019, que um concurso para a Perícia Oficial estaria confirmado.

Este ano, a Procuradoria Geral do Estado de Alagoas deu o aval para a realização do concurso.

O último concurso para a Perícia Oficial de Alagoas aconteceu em 2013 e na época, a seleção ofertou 37 vagas para as carreiras de Perito Criminal, Perito Médico-Legista, Papiloscopista e Técnico Forense.

Remuneração Inicial do último edital: 6.320,77

Assim, os cursos contemplados foram:

  • Ciências Contábeis, Econômicas
  • Engenharia Elétrica, Eletrônica, de Redes de Comunicação, de Redes de Telecomunicação, Química, Civil, Mecânica, Mecatrônica
  • Análise de Sistemas, Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Informática, Tecnologia de Processamento de Dados, Sistemas de Informação
  • Engenharia Agronômica, Geologia, Mineralogia
  • Química, Química Industrial, Engenharia Química
  • Biomedicina
  • Ciências Biológicas
  • Física
  • Medicina Veterinária
  • Farmácia

No conteúdo programáticos foram exigidos do candidatos conhecimentos sobre: Língua Portuguesa, Noções de Informática, Raciocínio Lógico, Ética no serviço Público, Noções de Direito Processual Penal e Conhecimentos Específicos para cada área

Por fim, esse concurso teve duas etapas, sendo a primeira composta pela Prova de conhecimentos (objetiva e discursiva), prova de capacidade física, avaliação psicológica e investigação social e de conduta pessoal. E a segunda etapa foi o curso de formação.

Link do último edital aqui.

Planos de estudo para Perito Criminal

Nós do Mapa somos uma equipe especializada na preparação para concursos da perícia criminal e concursos policias.

Conheça mais dos nossos planos de estudo e saia na frente da concorrência iniciando já sua preparação para o concurso de perito criminal!

Leia também: Como ser Perito Criminal: tudo o que você precisa saber para ser aprovado

Concursos Públicos: Como passei nos Concursos que prestei

como passei nos concursos publicos

Concursos públicos: como passei nos concursos que prestei?

Meu nome é Leilane, sou perita criminal do Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul e coordenadora do Mapa Concursos.

Quero compartilhar um pouco sobre a minha trajetória nos concursos públicos que começou em 2015 quando eu estava no terceiro ano da faculdade de Biomedicina na Universidade Estadual de Maringá.

Se preferir, conheça minha história assistindo ao vídeo abaixo:

Na época, eu não tinha certeza se queria ser Perita Criminal, mas me interessei pela profissão e resolvi me arriscar, assumindo então esse compromisso de estudar até passar, não importando o quanto demorasse.

Porém, eu já tinha em mente que os concursos públicos não seriam fáceis e, que eu precisaria me dedicar mais do que a média, para poder conseguir atingir algum resultado.
Então, foi o que fiz!

Como foi a rotina para que minha trajetória nos concursos públicos tivesse sucesso

Na época, a minha rotina mudou completamente:

  1.  Eu inseri o hábito dos exercícios físicos, porque sabia que poderia enfrentar um teste físico nos concursos.
  2.  Além disso, mudei minha alimentação e passei a comer melhor.

Isso porque eu ficava o dia todo na faculdade em período integral e a noite ia para o cursinho e, quando chegava em casa, tentava estudar mais um pouco.

Assim foi por seis meses junto com a duração do cursinho que eu fiz.

Depois, eu passei a estudar sozinha em casa sem frequentar aulas.

Fases do estudo e rotina

Eu tinha fases boas e outras em que a rotina puxava e eu abandonava os concursos.

Então só em 2016 que eu fui prestar meu primeiro concurso: o de Perito Criminal do Distrito Federal.

Mas, pra falar a verdade, eu não queria fazer essa prova porque eu achava que não estava preparada o suficiente.

No entanto, depois de fazer a inscrição no concurso eu investi nos estudos com força total e fui fazer a prova.

Resultado: passei nas provas do objetivo e na discursiva empatada em décimo segundo lugar.

Porém acabei reprovando no teste físico e, apesar dessa reprovação, a experiência do concurso me impulsionou ainda mais em direção do meu objetivo.

Porque apesar de saber que algumas coisas ainda tinham que ser melhoradas, eu estava no caminho certo e eu só precisava de mais tempo.

Foco Nos Estudos: Como Melhorar a Concentração

Término da faculdade e desemprego

Em 2016 eu iniciei minha conta no Instagram onde eu compartilhava sobre a minha rotina de estudos o que acabava sendo bem solitário, porque na época eu estudava por conta, sozinha em casa.

Depois da minha reprovação na PCDF, eu iniciei imediatamente a minha preparação para o concurso da Polícia Científica do Paraná, que saiu bem no dia em que eu fui viajar pra fazer o TAF em Brasília.

Em 2017 eu já tinha terminado a faculdade e voltei para a casa dos meus pais no interior de São Paulo, pois estava desempregada e não tinha como me manter sozinha em outra cidade.

Então em 2017, desempregada, eu me dediquei aos concursos, basicamente, em tempo integral.

Porém, com a experiência da prova que eu tinha feito. E, não só vontade, mas também agora, necessidade de passar pra ter uma fonte de renda e poder me sustentar.

Resultado: passei em segundo lugar no concurso do Paraná, mas era só uma vaga oficial então fui na trave!

Mas só de saber que a chance de ser chamada nesses concursos eram muito grandes, eu continuei estudando.

Concurso Perito Criminal

Eu me inscrevi em seguida para o concurso público de Perito Criminal do Rio Grande Sul, onde estou agora.

Mas pra falar a verdade eu também quase desisti de fazer essa prova quando eu vi a concorrência.

Pois eram 2300 candidatos para duas vagas!

Porém, eu já tinha investido tanto em materiais, em livros, que eu resolvi fazer. E para minha surpresa eu fui aprovada em primeiro lugar.

Por fim, eu também prestei o concurso de Perito em Santa Catarina, o último de 2017 e passei em primeiro lugar!

Então, o saldo dos quase três anos de concurseira foi bem positivo: uma reprovação e três aprovações, sendo duas em primeiro lugar.

Como começou meu trabalho de mentoria

Diante dos resultados que eu vinha obtendo, algumas pessoas passaram a me procurar para dar mentoria nos concursos da minha área, de Perito Criminal.

Então apesar de não saber exatamente como orientar essas pessoas, o trabalho seria muito bom porque eu ainda estava desempregada nessa época.

E, conforme a procura pela mentoria aumentou, mais pessoas começaram a trabalhar comigo, fazendo esse trabalho de mentoria.

E hoje, estamos juntos com o mesmo método, dentro da plataforma do Mapa Concursos.

Metodologia do Mapa Concursos

A metodologia que aplicamos hoje dentro dos nossos planos de estudo do Mapa Concursos é a mesma que eu desenvolvi e aprimorei durante meus estudos para concursos.

Hoje eu vejo que meus primeiros meses de estudo foram de muito esforço para praticamente nenhum resultado.

Então, a cada novo edital que surgia, cada vez mais extensos e com matérias novas, eu via a necessidade de substituir alguns hábitos e técnicas que me tomavam muito tempo, por outros mais ágeis e que dessem mais resultados.

Eu vi que o que fazia diferença não era quantas horas eu estudava, mas sim como eu estudava durante essas horas.

E compartilhar essas descobertas e, ajudar mais pessoas a encontrarem o método mais eficiente para elas se tornou uma espécie de missão pessoal para mim.

Então é o que eu tento passar, tanto nas redes sociais, quanto no Mapa Concursos. E quem sabe fazer com que mais pessoas encontrem a paixão que eu encontrei pelos estudos.

E assim possam alcançar resultados, tão bons ou melhores, do que aqueles que eu alcancei!

Essa é minha trajetória nos Concursos Públicos e a história do Mapa Concursos. E você, tem uma história interessante de estudos pra me contar? Deixe seu comentário aqui!

Eu espero poder te ajudar a encontrar o seu caminho até a aprovação!

 

Prova física em concursos (TAF)

TAF: você sabe o que é? TAF, ou teste de aptidão física, é uma etapa muito comum em concursos da área de segurança pública.

O nome já diz do que compreende a etapa: avaliar a aptidão física dos candidatos para o desempenho do cargo.

No entanto, é natural que o nível de exigência do TAF varie em função do quanto o condicionamento físico é importante para um bom desempenho do cargo a que se concorre.

Quais são os testes (TAF)?

Os testes físicos avaliados nessa etapa variam entre cada edital, mas pode haver, por exemplo:

  • corrida,
  • abdominal,
  • flexão,
  • barra,
  • natação, etc.

Portanto, todos os critérios para aprovação em cada um dos testes estão discriminados no edital do certame, e estes costumam ser diferentes entre homens e mulheres.

Exemplo de teste físico de um edital:

E se eu reprovar?

Tenha em mente que essa fase pode ser de duas formas:

Eliminatória

O edital estabelece um mínimo de pontuação em cada modalidade, e quem não conseguir fazer todos os testes dentro dos critérios estabelecidos é eliminado do concurso.

Fazer o mínimo ou máximo em cada uma das provas não faz diferença nessa modalidade.

Eliminatória e classificatória

Quem fizer mais ou mais rápido ganha mais pontos, segundo faixas de pontuação estabelecidas no edital; nessa modalidade, a fase acaba tendo um peso na pontuação final do candidato dentro do concurso, e é preciso fazer mais para ganhar mais pontos.

Por isso, aqui também há um mínimo que precisa ser atingido em cada prova, abaixo do qual o candidato é eliminado do concurso.

Quando começar a treinar para o TAF?

Idealmente, o candidato que deseja concorrer a um cargo policial deve começar a treinar para os exames físicos logo no início da sua preparação para os concursos.

Assim como as outras, o TAF é uma etapa do concurso e exige preparação a longo prazo. Alguns testes são de mais difícil execução, e podem pegar de surpresa candidatos despreparados.

Também é importante que o candidato leve em conta diferentes condições climáticas na realização do TAF. O teste pode ser realizado sob sol, chuva, frio ou calor.

Então, nunca deixe para se preparar de última hora!

Normalmente, o intervalo entre resultado da prova objetiva e avaliação física é curto, e pode não ser suficiente para se alcançar o desempenho exigido nos testes, caso o candidato já não esteja mantendo um rotina de exercícios físicos.

Por isso, estude os editais desejados e encaixe no seu cronograma exercícios específicos para os principais testes. Nunca é cedo demais para começar a se preparar para o TAF!

Além disso, conheça mais sobre outras etapas que podem estar presentes no seu concurso, como a prova psicológica e a prova de títulos.

Saiba mais sobre Como estudar a lei seca para concursos e também Como estudar doutrina para concursos.

Pare de procrastinar com as minitarefas!

No artigo de hoje, vamos discutir como parar de procrastinar com as minitarefas.

Quantas tarefas vamos deixando para trás por pura falta de foco e procrastinação?

Você já se sentiu paralisado pela quantidade de minitarefas a fazer?

Ou, ainda, por ter um projeto tão extenso adiante, que você não consegue nem começar?

Bom, a nossa sugestão para lidar com esses momentos é subdividir em tarefa maior em várias outras menores – exatamente o conceito das minitarefas. 

Aprenda mais sobre o fundamento das minitarefas a seguir!

Por que as minitarefas funcionam?

As minitarefas funcionam porque quando o nosso cérebro se depara com uma tarefa grande (não fragmentada) ele fica muito mais inclinado a procrastinar.

Afinal, você praticamente não vê o fim daquilo, e demora a ver alguma evolução.

Naturalmente tendemos a evitar a ação quando não enxergamos um resultado!

Então a melhor solução para isso é, justamente, não assustar o nosso cérebro, nos programando para fazer tarefas pequenas, em vez de grandes projetos que nos assustam.

Por exemplo, em vez de se programar para estudar “Licitações”, divida o tópico por blocos de artigos.

Assim, você pode dividir um tópico em capítulos, capítulos em pequenas partes, aulas em blocos de tempo, etc.

Vantagens das minitarefas

Quando você divide uma tarefa maior em várias outras pequenas, você:

  • Consegue se organizar melhor: é mais fácil alocar pequenas tarefas durante o dia, do que uma única gigante. Permita-se fazer aos poucos!
  • Enxerga evolução mais rapidamente: ao contrário de ter uma tarefa gigante que não tem fim, você consegue ‘riscar’ as tarefas da sua lista de afazeres mais rapidamente, tendo maior visualização da evolução e produtividade;
  • Evita a procrastinação: tendemos mais a procrastinar (deixar para depois) quando nos deparamos com tarefas muito grandes ou difíceis de serem realizadas. Torná-las mais viáveis e apelativas é uma arma e tanto contra a procrastinação.

Sempre que estiver tendo dificuldades em concluir algo, use a tática das minitarefas. Sua produtividade irá aumentar muito!

Se você gostou dessa dica, conheça também o artigo Foco nos estudos: como melhorar a concentração.

Vamos juntos no combate à procrastinação!

Depoimento: como surgiu o método Mapa da Aprovação?

Olá! Como estão? Meu nome é Leilane e hoje vou te contar como surgiu o método Mapa da Aprovação, metodologia aplicada nos planos de estudos do Mapa.

Hoje vou contar um pouquinho da minha história e como foi surgiu esse conjunto de técnicas.

Você vai ver que, apesar das diversas aprovações que vieram, eu precisei testar várias estratégias diferentes até encontrar uma que maximizasse meus esforços – o que se tornou, eventualmente, o método aplicado pelo Mapa.

Como tudo começou

Sou natural do estado de São Paulo e formada em Biomedicina pela Universidade Estadual de Maringá.

Comecei a estudar para concursos de Perito Criminal em 2015, mas só consegui orientar bem meus estudos e estudar com disciplina a partir de 2016.

Em 2016 foi quando prestei meu primeiro concurso para Perito Criminal, que foi o da Polícia Civil do Distrito Federal. Fiquei empatada em 12o lugar com outras pessoas, dentre mais de 1600 candidatos.

Com isso, percebi que embora tivesse minhas dificuldades, talvez estivesse no caminho certo.

Em 2016 também iniciei um projeto no Instagram (antigamente @concurseira_pc), no qual compartilhava minha rotina de estudos e aprendia dicas e técnicas com outros concurseiros da área.

As aprovações

Em 2017, prestei o concurso da Polícia Científica do Paraná, sendo aprovada em 2º lugar para o cargo de Químico Legal.

No mesmo ano conquistei o primeiro lugar no concurso do Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (Perito Criminal), onde atualmente exerço o cargo de Perito Criminal, no setor de Química – Drogas Apreendidas.

Também fiquei em primeiro lugar no concurso do IGP de Santa Catarina (Perito Bioquímico).

Minha posse no IGP-RS.

Início das mentorias

Em 2017, devido ao network que já tinha adquirido nas minhas redes sociais e, principalmente, ao sucesso nos concursos que havia prestado, algumas pessoas pediram que eu as orientasse nos estudos para os concursos da minha área.

Resolvi encarar a proposta, afinal, havia descoberto um “método” que havia otimizado muito meus estudos naquele ano e, além disso, seria bom ter alguma renda depois de meses desempregada.

Também foi o ano em que comecei a montar meus grupos de estudo, em que organizava cronogramas e simulados para as provas que ia prestar.

Como surgiu o método Mapa da Aprovação

Eu não comecei estudando com um método definido, muito menos eficiente.

Considero que meus dois primeiros anos de estudo tenham sido de muito esforço e pouco resultado.

Já perdi muito tempo estudando coisas que sequer iam cair na minha prova!! Ou aprofundando demais nos conteúdos sem necessidade.

No entanto, à medida que prestava provas e estudava mais sobre técnicas de estudo, fui adaptando minha estratégia aos poucos.

O “pulo do gato” aconteceu quando sai o edital do IGP-RS. Era um edital muito extenso (um dos maiores que já vi para minha área), com várias disciplinas específicas que nunca havia tido contato antes.

Foi quando percebi que precisava otimizar meus estudos de alguma forma, senão não teria tempo de concluir nem metade do edital.

O que mudou após o desenvolvimento do método

Assim, algumas mudanças aconteceram:

  • Descobri como poderia usar os cadernos digitados no computador sem perder na retenção de conteúdos.
  • Passei a tratar as revisões com mais seriedade
  • E foquei na resolução de exercícios, em vez de procurar mais conteúdos teóricos.
  • Eliminei quase que totalmente a confecção dos famigerados resumos e tentava construir o material teórico o mais completo que pudesse (minha fonte única).

Era o nascimento do MDA: a tríade da fonte única, revisões e exercícios.

Meu desempenho nos dois concursos subsequentes foi muito superior aos anteriores, mesmo tendo pouco tempo para estudar matérias novas e sem fechar o edital.

Trabalho com mentoria e coaching para concursos

Desde então, venho estudando de forma intensa conteúdos sobre aprendizagem, programação neurolinguística, ferramentas de Coaching, inteligência emocional, organização e produtividade, de forma a aprimorar as orientações que passamos aos nossos alunos.

Também me formei em Personal and Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coach.

E meu objetivo nunca foi divulgar um método milagroso. Aliás, não tinha nenhum objetivo nesse sentido – a mentoria/coaching para concursos surgiu como uma oportunidade inesperada.

Mas foi virando paixão à medida que me envolvia com os alunos e via que meus métodos estavam tendo resultados com outras pessoas também.

Sei que cada um tem suas individualidades, e minha intenção é ajudar o aluno a encontrar o que funciona melhor para ele.

A base é a tríade, mas existem muitas orientações específicas que só podem ser passadas com um estudo aprofundado do perfil, das necessidades, pontos fracos e fortes de cada um.

O método MDA surgiu como uma forma de otimizar o tempo precioso dos concurseiros, substituindo técnicas morosas por outras mais eficientes.

Mapa Concursos

No Mapa, foi possível me reunir com uma equipe com o mesmo objetivo: usar a experiência em concursos para ajudar outras pessoas.

Trabalhamos constantemente para a melhoria dos materiais e orientações passadas, de forma a retribuir a confiança depositada em nós.

Sou muito grata por ter descoberto esse novo interesse no caminho da minha aprovação.

Espero que, assim como eu, mais se pessoas apaixonem pelo estudo, e que vejam-no como um privilégio, como um caminho e solução para os seus problemas, e não como um fardo a ser carregado.

Ah, também te convido a conhecer o MDA e nossos planos de estudo.

Até mais!

Como estudar atualidades para concursos

Atualidades para concursos: uma disciplina de alta incidência em certames, as “atualidades” costumam ser um ponto espinhoso do edital para os concurseiros.

No entanto, eles não sabem como uma variedade tão ampla de temas pode ser explorada, e muito menos como traçar uma estratégia de estudos para essa disciplina!

Vamos tratar aqui sobre como os concursos cobram atualidades e como otimizar seus estudos nessa área.

Afinal, o que é cobrado?

As questões de atualidades para concursos geralmente tratam dos principais temas nacionais e internacionais em debate, aqueles que estão frequentemente saindo na mídia.

Apesar de vez ou outra aparecer uma questão mais “besta”, a regra é que fofocas, vidas de personalidade, curiosidades, futebol e fatos de menor interesse não têm muito valor para prova.

Então fica o primeiro ensinamento: não se estuda para atualidades lendo site de fofoca!

Seguem exemplos reais de questões de atualidades, tiradas do site qconcursos.com:

 

Para identificar melhor o que e como os assuntos são cobrados, faça questões de concursos anteriores!

Além disso, é bem possível que os principais temas se repitam em novas provas.

Como estudar atualidades para concursos?

Para estudar atualidades, o ideal é que seja feita a leitura de notícias de atualidades diariamente– por meio de jornais, televisão, artigos, internet; assim, não será necessário fazer “revisão” de atualidades.

Algumas manchetes irão se repetir (entre dias ou fontes diferentes) – são a essas notícias que você deve dar mais atenção, pois estão mais “em foco”.

Também tome cuidado com as fontes que você irá utilizar.

Procure evitar mídias sensacionalistas, sem fonte segura (ex. posts no Facebook do amigo) ou extremistas.

E dê prioridade a artigos que trazem alguma explicação do contexto da notícia, quais suas implicações e links de notícias relacionadas.

Além disso, o estudo de atualidades não se restringe a saber O QUE.

É preciso saber POR QUE e QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DISSO. Guarde isso!

Essas são perguntas que você pode se fazer enquanto lê alguma notícia.

Em alguns casos, será necessário fazer uma “retrospectiva” maior, buscando acontecimentos históricos ou geopolíticos que te situem melhor no contexto daquela notícia.

Na consultoria dos nossos planos de estudo nós abordamos com mais profundidade o estudo dessa matéria, mas as dicas acima são a base para um bom aproveitamento.

Discursiva de atualidades

Ah, se o seu concurso prevê uma discursiva de tema de atualidades, também precisará encaixar na sua rotina de estudos o treino de redações.

Tente fazer uma redação por semana, e use temas de concursos anteriores ou se baseie no apanhado de notícias que você vem fazendo.

Quando estudar atualidades?

Em hipótese alguma você deve deixar para estudar todos os acontecimentos do último na última semana da prova.

Mais do que qualquer outra matéria, o estudo de atualidades deve ser constante e feito a longo prazo.

Mas não precisa estudar atualidades por horas a fio, até porque costuma ser uma matéria de menor peso no edital (menor quantidade de questões)!

Mantendo um rotina diária de estudo, é possível separar cerca de meia hora do seu dia, ou um dia na semana, para fazer um apanhado geral das notícias.

Esperamos com esse artigo ter ajudado quem precisa estudar atualidades, mas nem sabe como começar.

Lembre-se: uma rotina consistente é mais importante do que deixar pra estudar tudo na última hora.

Aproveite para conhecer um pouco mais sobre: Dicas para combater o sono durante os estudos.

Até mais!

Como estudar lei seca para concursos

livro com óculos em cima

Lei seca para concursos: o que você precisa saber para estudar a lei seca, qual sua importância para concursos públicos, por onde estudar e as técnicas de estudo!

A lei seca, ou lei fria, é como comumente chamamos os textos normativos como eles foram escritos e publicados pelos legisladores. Isto é, ao estudar lei seca, você está estudando a lei literalmente. (Fonte: upconcurseiros)

É encontrada principalmente nos textos de lei, publicados pelo governo.

Qual a importância da lei seca para concursos?

Alguns podem estar se perguntando qual a necessidade de estudar o texto de lei cru, se você já tem material de cursinho ou livro que aborda determinado tópico com uma didática bem melhor.

No entanto, a realidade é que ao se prender apenas ao livro/curso, você pode estar deixando de dar a devida atenção ao texto puro da lei, cuja tendência de ser cobrado em provas está aumentando muito ultimamente.

Por isso, é diferente entender o que aquele inciso quer dizer, de saber com que palavras a lei diz aquilo.

É decoreba? Sim! E muitas (friso em MUITAS) bancas montam provas inteiras de legislação apenas trocando detalhes, palavras e números de trechos de lei.

Saiba que o estudo da lei seca é, na maior parte dos casos, a parte mais importante para provas das matérias de Direito.

Por onde estudar a lei seca para concursos?

Há muitas opções para se encontrar legislações: Vade Mecum, Cartilhas da Constituição e outras legislações, alguns livros trazem os textos ao final de cada capítulo, site do planalto.gov e de outros órgãos, Meu Vade Mecum Online, dentre outros.

Então, procurem sempre a legislação mais atualizada. Esteja atento às novidades legislativas para que seu material não fique desatualizado, e saiba que essas novidades despencam em prova!

Assim, da mesma forma que o livro/curso sozinho não é indicado, estudar apenas a lei seca também não é indicado.

Antes de mais nada é preciso entender o que está sendo dito naquele trecho. Os materiais se complementam.

Sempre que necessário, adicione suas anotações e esquemas à lei ou reescreva ao lado com suas próprias palavras. Isso ajuda a absorver o que está sendo lido e torna o estudo menos mecânico.

Preciso saber todos os artigos?

Na maioria das vezes, não. Os artigos cobrados geralmente se repetem nas questões, você só precisa identificar quais são e dedicar maior atenção a eles.

E como descobrir isso?? Resolvendo questões!

Então é muito útil ter a lei em mãos, e fazer uma marcação cada vez que o artigo foi cobrado.

Assim você terá dicas visuais de quais os artigos mais importantes para sua prova.

Você ainda pode sublinhar dentro de cada artigo o que foi “trocado” pela banca para deixar a alternativa incorreta.

Verá que são sempre as mesmas pegadinhas!

Técnicas de estudo da lei seca para concursos

Seguem agora algumas dicas práticas para estudar legislações:

  • Tenha a lei em mãos, e faça uma marcação cada vez que o artigo foi cobrado em uma questão. Isso te dará noção da relevância de cada artigo para a sua prova;
  • Sempre que errar devido a algum detalhe, faça uma marcação adicional.
  • Fazendo isso, você também evita de destacar trechos longos, o que acaba mais atrapalhando do que ajudando na memorização.
  • Sublinhe dentro de cada artigo o que foi “trocado” pela banca pra deixar a alternativa incorreta;
  • Destaque as palavras que podem ser confundidas na hora da prova, com base nas questões que você já fez. Geralmente você precisará dar destaque a prazos, números, salvo, exceto, dentre outras;
  • Use cores diferentes para prazos diferentes;
  • Não destaque trechos longos, o que acaba mais atrapalhando do que ajudando na memorização. Sublinhe apenas palavras-chave;
  • Faça flash cards para trechos com números e prazos, que possam ser confundidos na hora da prova;
  • Use a cor vermelha para negações, “exceto”, “salvo”;
  • Entenda o que está lendo. Recorra a cursos e aulas para ter explicações sobre as leis, pois tentar decorar sem ter entendido o contexto é pouco produtivo.

Na consultoria dos nossos planos de estudo conseguimos abordar com mais profundidade o estudo da lei seca, com técnicas mais refinadas de memorização, discussão sobre o momento do estudo, dentre outros aspectos.

Esperamos que o artigo tenha sido útil para você!

Aproveite para conhecer um pouco mais sobre: Como construir hábitos de estudo.

Até mais!

Como estudar doutrina para concursos

Você sabe o que é doutrina para concursos?  Qual a sua relevância nos concursos públicos? Ou por onde estudar?

Se tem dúvidas ainda, este post é para você!

Conceito e importância

Doutrinas são fontes do Direito, realizadas por estudiosos/doutrinadores que desejam auxiliar a ciência jurídica, desenvolvendo análises (interpretações) que auxiliem os profissionais da área.

É muito importante que você escolha fontes para estudo de doutrina para concursos que estejam de acordo com o perfil ou banca do concurso a que se concorre.

Algumas bancas adotam posicionamentos de doutrinas específicas e até mesmo minoritárias.

Por isso a importância de se resolver muitas questões da banca, para entender qual posição o examinador adota.

Preciso saber doutrina para o meu concurso?

Novamente, é preciso avaliar a profundidade com que os assuntos são cobrados para o seu cargo.

A maior parte das bancas foca na cobrança da lei seca (trechos da própria legislação), então saber a lei seca é indispensável.

O estudo da doutrina e jurisprudência deve ser proporcional à importância deles para seu tipo de prova, e a construção de uma base sólida de doutrina é ainda mais importante para os candidatos que possuem provas discursivas dos temas de direito no seu conteúdo programático.

Importante ressaltar que alguns tópicos são quase que exclusivamente doutrinários, não tendo muitos trechos correspondentes na legislação.

Por exemplo, ao passo que os princípios expressos da Administração Pública podem ser retirados do artigo 37 da Constituição Federal, os princípios implícitos foram desdobrados por extração feita pela doutrina.

Por onde estudar a doutrina para concursos?

Você preferencialmente deverá estudar doutrina por meio de livros de autores clássicos.

Os cursinhos de boa qualidade também trazem bons compilados da doutrina, mas é importante que se avalie o nível com que o assunto é cobrado na sua prova, pois mesmo um ótimo cursinho pode não ser suficiente para a preparação em alguns casos, não dispensando o uso de livros e manuais.

Você também pode usar livros voltados para concursos que condensem os principais posicionamentos doutrinários, o que facilita a visualização da forma como os tópicos são cobrados.

Quando e como estudar doutrina?

O ideal é que o estudo da doutrina seja feito concomitantemente ao da lei seca, pois estudar ambos ao mesmo tempo favorece a compreensão integral da matéria.

Não deixe para estudar tudo por doutrina e só depois ver a letra da lei, nem ao contrário!

Lembre-se sempre de exercitar sua visão sistêmica dos assuntos, integrando os conhecimentos obtidos do texto de lei, com doutrina e jurisprudência.

E da mesma forma que para outros conteúdos, a doutrina também deve ser revisada, e para isso o conteúdo de um livro de 800 páginas deve ser filtrado – por meio de anotações, grifos, fichas e mapas mentais, após resolver inúmeras questões sobre o tema.

Aproveite para saber mais sobre: Como estudar jurisprudência para concursos.

Esperamos ter ajudado!

Microgerenciamento: quando a organização não é mais produtiva

Microgerenciamento: cuidado com o excesso de organização. Organizar-se é fundamental, mas não se exceda!

Todo concurseiro já deve ter ouvido falar sobre a importância de se manter a organização dos estudos.

Para ser produtivo, é preciso definir bem horários de estudo e de descanso, o que será estudado durante a semana, quando e quantos exercícios serão feitos, agendar datas de prova e matrícula, dentre outros itens.

No entanto, quando essa organização se torna excessiva, ela passa a não ser mais produtiva.

Podemos chamar isso de microgerenciamento: quando o concurseiro sente necessidade de controlar excessivamente todos os aspectos dos seus estudos.

Consequências do microgerenciamento

Quando o aluno começa a microgerenciar, querer controlar tudo nos mínimos detalhes, ele passa mais tempo “se organizando” do que efetivamente estudando.

E, enquanto estuda, ele encontra defeitos na organização, sempre achando que deve fazer melhor.

Com o excesso de informações sobre produtividade e como se organizar, além da incerteza subjacente que assola a vida concurseira, é relativamente fácil incorrer nesse erro.

Torna-se ainda mais prevalente entre os perfeccionistas.

Como driblar o excesso de organização

Evite o microgerenciamento trabalhando a resiliência e a adaptabilidade.

Trabalhe nos seus erros, mas sem cobrar demais de si mesmo – os altos e baixos fazem parte do equilíbrio!

Organize sua semana com horários de folga e alguns “planos B” caso tenha imprevistos e não consiga cumprir o planejado.

Lembre-se de voltar na visão do todo (macrovisão), quando estiver focado demais nos detalhes.

Deixe que os estudos tenham certa fluidez, tendo consciência de que é impossível controlar todos os aspectos da sua rotina.

Organize-se, mas não tanto!

Aproveite para conhecer: Os três pilares do método de estudos ideal