Falta motivação para estudar? Saiba o que fazer!

Se te falta motivação para estudar, bora aprender nesse artigo várias estratégias para contornar esses momentos mais difíceis!

 

Falta motivação para estudar?

Anda desmotivado e sem conseguir estudar ultimamente?

Tem alguns dias animados mas na maioria deles tem muita dificuldade pra “pegar no tranco”?

Ou, ainda, está desanimado com seus próprios resultados?

Se você respondeu “sim” a alguma das perguntas acima, acho que pode se beneficiar de algumas dicas pró-motivação que eu darei aqui!

Bom, a realidade é que você não pode depender SÓ de motivação pra estudar.

Até porque se fôssemos esperar pra acordar dispostos e morrendo de vontade de passar o dia com a bunda na cadeira, nunca estudaríamos, não é mesmo? Haha

Mas sei que todo mundo rende melhor quando se sente bem, então esse é o objetivo do post: te fazer encontrar uma energia extra pra estudar e, quem sabe assim, se sentir mais motivado pra continuar estudando!

Então vamos ver várias táticas pra te ajudar nisso.

 

#1 Reconecte-se com o seu propósito

A maior motivação que você ter é o seu próprio objetivo.

Então reflita: por que você está estudando?

Aqui, tente ir além do óbvio “pra ser aprovado, “pra ter dinheiro”.

Claro que são motivos válidos, mas pense também no que você conquista depois – segurança, conforto, estabilidade?

Reconectar-se com o seu propósito é a primeira medida a ser tomada quando te falta motivação para estudar.

E também vale se lembrar diariamente da sua motivação, fazendo um quadro dos sonhos, por exemplo!

 

#2 Diminua suas expectativas

Muitos ficam desmotivados justamente porque esperam DEMAIS de si mesmos e quase nunca alcançam suas metas.

Então a melhor maneira de driblar isso é tendo minimetas, mini-hábitos.

Para combater a falta de motivação, foque em ter pequenas mas significativas conquistas.

Se a meta era estudar 100 páginas, por que não diminuiu para 10 páginas?

Sempre é melhor fazer menos e se sentir bem por isso, do que não fazer nada, e se sentir pior ainda.

 

#3 Use recompensas para estudar

Nada melhor do que estudar sabendo que terá uma recompensa se cumprir suas metas.

Então não deixe que o estudo seja apenas uma obrigação, e tenha “presentes” para si mesmo toda vez que cumprir o que definiu.

Pode ser assistir um episódio da sua série preferida, ler um livro, sair com os amigos, você decide.

E algumas pessoas até usar a marcação em controles de estudo como recompensa nessa etapa. Vale tudo o que te fizer se sentir melhor.

Sem gratificações imediatas é fácil demais se sentir desmotivado, porque a recompensa maior que virá dos estudos (a aprovação) está ainda distante temporalmente, e nosso cérebro não acha isso nada legal.

De acordo com os maiores especialistas em hábitos e força de vontade, uma das melhores maneiras para fugir da falta de motivação é justamente estabelecer essas recompensas imediatas.

 

#4 Foque nos seus sucessos

Em vez de prestar atenção em quantas questões ainda está errando, porque não comemora mais seus acertos?

Temos o péssimo hábito de não olhar para os nossos sucessos, para o quanto já conquistamos, e nos esquecemos de ver o quanto já evoluímos.

E isso se torna ainda mais relevante no caso dos concursos, em que você descobre todo um mundo novo de informações “não aprendidas” cada vez que avança na matéria.

Então pra variar, foque nos seus sucessos.

Olhe para trás e veja o quanto já estudou, o quanto já evoluiu.

Parabenize-se mais e verá a motivação aumentar!

 

#5 Gere emoções positivas

Sempre que precisamos fazer algo que exige muito de nós é recomendado fazer algo positivo para balancear suas emoções.

Por exemplo, você pode ouvir algumas músicas que te animam, ou brincar com seu cachorro antes de começar a estudar.

Enquanto estuda também dá para colocar essa estratégia em prática, fazendo algo que você goste – mas que não te tire a atenção, por exemplo, comendo um capuccino ou um docinho.

E também há a possibilidade de ouvir uma playlist de músicas que você gosta, ou colocar uma música no repeat – o que é uma estratégia também utilizada para aumentar a concentração:

No seu livro On Repeat: How Music Plays the Mind, a psicóloga Elizabeth Hellmuth Margulis explica por que ouvir música repetidamente melhora o foco. Quando você está ouvindo uma música repetidamente, tende a se dissolver na música, o que impede a mente divagar.

Então veja só: uma estratégia = dois problemas resolvidos!

 

#6 Entre em contato com quem te motiva

Pode ser um aprovado no cargo que você almeja, um amigo dedicado ou um parente que te apoia incondicionalmente.

Não há nada melhor para dar aquele gás de motivação do que falar com alguém que te inspira a ser e fazer melhor!

E aqui também vale procurar por vídeos que te motivam, ler sobre a atuação no seu cargo, histórias de aprovado.

Você verá que todos que estão onde você quer chegar agora também já passaram por muitos obstáculos.

 

#7 Dedique-se em construir o hábito de estudos

Por fim, lembre-se que quanto mais firme seu hábito de estudos, menor a motivação necessária para começar a estudar.

É a mensagem que eu sempre passo na nossa mentoria: foque sempre em construir disciplina para ficar menos sujeito às suas oscilações de humor.

Para estratégias pra construir hábitos de estudos, leia também este artigo: Como Construir Hábitos de Estudo 

Motivação faz bem, mas na dose certa.

Espero que tenham gostado do artigo, e lembrem-se de compartilhar!

Até mais.

O que todo iniciante em concursos deveria saber

menina estudando

Existem algumas coisas que todo iniciante em concursos deveria saber antes de dar início aos seus estudos para concursos.

E não, não estamos falando de técnicas de estudo e de organização, e sim de detalhes que quase ninguém conta!

Trata-se daqueles ensinamentos e experiências que só vivendo pra aprender.

Mas nós, do Mapa, estamos aqui para te adiantar alguns deles.

E aí, pronto para algumas revelações?

 

O que todo iniciante em concursos deveria saber

É normal começar a estudar para concursos e se sentir perdido com tanta informação.

Ou, ainda, achar que a matemática é simples e que é “só estudar” que a aprovação virá.

Para evitar maiores frustrações, resolvemos escrever esse artigo com informações essenciais para todo iniciante em concursos.

E não vamos falar de “como passar em concursos”, até porque já fizemos um artigo sobre isso (leia aqui os 10 passos para ser aprovado em concursos públicos).

Além disso, se você leu alguma coisa sobre concursos já deve ter se deparado com essas informações.

Você vai aprender coisas que só quem já está na caminhada dos concursos há algum tempo aprendeu.

Algumas verdades que quase ninguém conta.

Mas nós, do Mapa, vamos abrir o jogo!

Então eu, Leilane vou contar um pouco da minha experiência a vocês, e dizer como cada uma dessas descobertas mudou o rumo dos meus estudos de alguma forma.

Vamos lá!

 

Não é só estudar

A primeira verdade que eu descobri quando era iniciante em concursos foi: “não é só estudar”.

Se você já pensou que “é só se dedicar bastante, estudar muitas horas, que a aprovação virá”, não podia estar mais enganado!

Mas fique tranquilo, creio que todos já pensaram assim.

Depois que passa a empolgação de iniciante, você percebe que não é só estudar.

E percebe que a jornada dos concursos exige uma preparação emocional, antes de mais nada.

Então a fórmula vai de “só acumular conhecimento” a “acumular conhecimento E aprender a lidar com reprovações, aprender a ser mais humilde, a fazer sacrifícios, a lidar com seu maior concorrente (você mesmo), além de ter que cuidar de aspectos como exercícios físicos, sono e alimentação“.

Eu já vi pessoas desistirem quando estavam tão perto de alcançar a aprovação.

Gente que começou sabendo muito mais que eu, mas que não conseguiu administrar sua mente ao longo caminho.

O que o iniciante em concursos não sabe é que a aprovação vai muito além de só estudar.

Mas agora você sabe!

 

Você precisa aprender a aprender antes de aprender

Um outro conhecimento, muitas vezes negligenciado até pelos estudantes mais avançados, é que você precisa aprender a aprender antes de aprender.

O que isso significa?

Que não basta ter os melhores cursos e livros, se você não souber como abordar esse material da melhor maneira, o tempo investido nele pode ser um desperdício.

E não há melhor professor nesse sentido do que você mesmo.

O concurseiro que passa uma parte do seu tempo afiando o machado, aprendendo sobre técnicas de estudo, organização e administração do emocional, passa na frente de quem estuda mais horas mas não se preocupa em melhorar sua técnica.

Cito aqui o especialista Gabriel Henrique Pinto, que resume muito bem o que seria o “aprender a aprender”:

“Se alguém quer começar na academia ou a correr no parque, deve comprar um bom tênis e aprender as melhores formas de fazer seus exercícios. Da mesma maneira, um cozinheiro precisa amolar suas facas antes de cozinhar, e o pescador deve preparar suas varas e anzóis. O mesmo ocorre com quem quer passar em um concurso público.”

Após meu primeiro concurso, percebi que tinha feito algumas coisas certas, muitas erradas, mas não sabia ao certo ainda como melhorar.

Ainda no aeroporto de volta para casa, comecei a ler um livro que havia levado na viagem “Como Estudar para Concursos“, do Alexandre Meirelles.

E esse livro me salvou!

Porque sem ele, poderia ter continuado fazendo as mesmas coisas, e obtendo o mesmo resultado mediano.

Além de todo ensinamento que adquiri, me abriu as portas para o mundo do “aprender a aprender”.

Então  partir desse momento, vi que sempre teria como otimizar meus processos, o que me levou a uma jornada de autoconhecimento e melhoria contínua dos métodos que utilizava.

E não tenho dúvida de que essa jornada contribuiu muito para as minhas aprovações em primeiro lugar, um ano depois!

 

O material mais caro nem sempre é o melhor

É natural que o iniciante em concursos procure no valor do material a referência que lhe falta de outras pessoas.

Afinal, o mais caro deve ser o melhor, não é mesmo?

Errado!

E sim, é bem possível que o caro seja melhor que o barato.

No entanto, o concurseiro que inicia com esse pensamento corre o risco de se tornar um acumulador de material ao longo do tempo, achando que sempre haverá um mais completo ou mais didático.

Quando na verdade, o melhor material é aquele que você constrói, de preferência com suas próprias palavras, esquemas e imagens.

Não é o mais famoso, e sim aquele que você desenvolve com o conhecimento adquirido de revisões e exercícios.

Então, em vez de se preocupar com o próximo material que você vai adquirir, é sempre melhor trabalhar no material que você já tem.

 

Os concorrentes não são seus inimigos

Quem está iniciando os estudos para concursos pode ser levado a pensar que os concorrentes são seus inimigos.

Mas não existe pensamento mais enganoso e prejudicial do que esse!

Quando eu estudava para concursos encontrei amizades que permanecem até hoje.

Até hoje todos se ajudam, se não com grupos e estudo e compartilhamento de materiais, com um ombro amigo, com experiências.

Aliás, o que eu fazia para os meus grupos de estudo foi a base do que hoje é a metodologia do Mapa Concursos! Ainda tem dúvidas de que a concorrência rendeu bons frutos?

É claro que é possível chegar à aprovação sem a ajuda de ninguém, mas digo por experiência própria, que com amigos concurseiros você chega mais longe e mais rápido.

Então veja que a concorrência só é o inimigo se você permitir.

Se estiver disposto a ajudar e ser ajudado, ela se torna o aliado.

 

Não importa quantas horas você estuda

Muitas pessoas que começam a estudar para concursos logo se preocupam com total de horas líquidas, em estudar mais e mais, se preocupam com o quanto o outro está estudando ou deixa de estudar.

Mas depois que você adquire certa experiência na jornada, percebe que tempo de estudo é um dos seus menores problemas.

Como já falei em “não é só estudar”, você não precisa só de tempo.

Você precisa de dedicação além da média, persistência, resiliência, disciplina, precisa estar disposto a escutar seu corpo e sua mente, e a se conhecer cada vez melhor.

Porque de nada adianta ter todo o tempo do mundo para estudos, se você procrastina, se só enrola ou, ainda, se estuda até a exaustão.

Em última análise, o examinador não quer saber quantas horas você estudou, e sim quantas questões acertou na prova.

Então pare de se preocupar com essas métricas de vaidade e comece a ir atrás do que realmente importa para a aprovação.

 

Todo aprovado já foi iniciante em concursos

Por fim, nem todo iniciante em concursos se dá conta de que todo aprovado já foi… iniciante!

Pois é, ninguém nasceu sabendo como passar em concursos, muito menos com o artigo 5º da Constituição na ponta da língua.

Então todos os fatores que mencionei aqui podem ser aprendidos, e todos os obstáculos podem ser contornados.

É importante respeitar seu ritmo de aprendizado, mas lembre-se sempre: você PODE aprender com os erros e os ensinamentos dos aprovados e passar mais rápido pela fase de “iniciante”.

Use o conhecimento a seu favor, seja estratégico.

E não seja um iniciante em concursos por muito tempo!

Veja também: Como passei nos concursos que prestei

5 dicas para estudar para concursos gastando pouco

dinheiro concursos

Se você procura estudar para concursos se mantendo dentro do orçamento, confira nesse post: como conseguir materiais e cursos gratuitos para concursos, como conseguir descontos e várias dicas para estudar gastando pouco!

 

Como estudar para concursos gastando pouco

Sabemos que a jornada dos concursos públicos é um verdadeiro investimento, não só em relação ao que se gasta em materiais de estudo, mas também em inscrições de concurso, passagens, hospedagens, e vários outros gastos.

Para te ajudar se manter dentro do orçamento preparamos esse post em que você vai aprender, dentre outras dicas:

  • Onde encontrar cursos gratuitos para concursos
  • Como gastar pouco com materiais
  • De que forma pode conseguir descontos em cursos e livros

Então continue acompanhando para saber dessas cinco dicas que vão te ajudar a economizar muito dinheiro na hora de estudar para concursos.

 

1 – Curso gratuito para concurso

Antes de investir dinheiro em cursos caríssimos, saiba que há muito material gratuito de qualidade na Internet.

Então vamos indicar algumas fontes onde você pode encontrar uma diversidade de materiais de estudo, permitindo o início da preparação mesmo para quem não tem condição nenhuma de investir em materiais no momento:

  • YouTube: possui muitas aulas gratuitas de cursinhos, aulões pré-prova, além de canais de professores que chegam a compartilhar aulas completas de uma disciplina;
  • Sites de cursinhos: além das aulas de demonstração dos cursos, também é possível encontrar uma infinidade de artigos e materiais gratuitos para estudo. Alguns exemplos: Gran Cursos, Estratégia, Direção, Focus, Exponencial, Eu Quero Passar.
  • Dizer o Direito: atualize seu material de direito acompanhando as atualizações desse site, que disponibiliza gratuitamente informativos, novidades legislativas, principais súmulas, dentre outros conteúdos;
  • Direito Net: conteúdos de direito atualizados, e acesso a alguns resumos e questões de concursos no plano gratuito;
  • PCI Concursos: possui muitas aulas gratuitas das disciplinas mais cobradas em concursos, além de disponibilizar download de provas anteriores e dicas de estudo.

De modo geral, todos os conteúdos acima podem ser acessados buscando-se pelo nome da disciplina e tópico no Google.

Só tenha cuidado com as fontes que seleciona, prezando pela qualidade do material.

E atenção: não entre em grupos de rateio ou sites relacionados a pirataria de materiais! Esse tipo de conduta configura como crime, e pode ser motivo para eliminação do candidato em uma etapa de investigação social.

Cursos para matérias básicas

Especificamente em relação às matérias básicas para concursos, como matemática, química, português, existe uma série de sites de vestibular e graduação que podem te ajudar, como:

Como estudar Direito Penal

Se você precisa estudar a disciplina de Direito Penal, pode aproveitar e baixar o nosso e-book gratuito onde ensinamos como estudar os crimes da parte especial do Direito Penal.

Para baixar, é só acessar esse link e deixar seu e-mail para receber o e-book.

 

2 – Gaste pouco com materiais usados

Além dos materiais gratuitos, também é possível economizar bastante optando por materiais usados.

Nesse caso, você pode procurar principalmente pelos aprovados nos concursos da sua área, que podem estar se desfazendo dos materiais que usaram durante sua preparação.

Outra opção também é a procura em sebos, sejam eles físicos ou online (indicamos o Estante Virtual).

Só tenha cuidado com materiais muito antigos e desatualizados, te levando a erros caso você não use nenhuma fonte mais recente. Assim, essa dica é principalmente importante no caso de materiais de Direito.

Então se for usar materiais usados, sempre verifique o ano do material, se houve muitas atualizações legislativas desde então, e tente acompanha-lo com a legislação atualizada, que pode ser baixada das plataformas do governo.

 

3 – Descontos em cursos e livros para concursos

Você também pode estudar para concursos gastando pouco procurando por descontos na hora de adquirir seus materiais.

Para isso, acompanhe sempre as redes sociais e newsletter dos cursinhos, editoras e professores.

Geralmente eles divulgam promoções e descontos em épocas comemorativas, então sempre que possível espere por datas como dia do professor para comprar novos materiais.

Além dos descontos divulgados, você pode também entrar em contato com os cursinhos e tentar conseguir uma desconto para compra em grupo, caso conheça mais pessoas interessadas no mesmo curso.

Outra dica aqui é dar prioridade a cursos pré-edital, que normalmente são bem mais baratos que os mesmos cursos publicados após a publicação do edital.

E veja que iniciar os estudos com antecedência tem não só a vantagem de te deixar mais preparado para a prova, como também uma possível economia de dinheiro!

 

4 – Não compre mais de um curso da mesma matéria

É comum que ao avançar nos estudos para concursos, muitas pessoas se sintam tentadas a adquirir mais um material da mesma matéria.

Então a menos que seu material esteja muito antigo, desatualizado ou incompatível com o seu nível de estudos, recomendamos que você resista ao máximo a esse impulso!

Assim, o melhor é manter uma fonte principal única da matéria, e ir complementando com os materiais gratuitos que encontrar, em vez de querer comprar novos materiais.

Além de economizar, ao fazer isso você estará mantendo seu material mais organizado e completo.

 

5 – Escolha bem onde e com quem estudar para concursos

A escolha de onde e com quem estudar também poderá influenciar no quanto você vai gastar com concursos públicos.

Quando você opta por cursinhos presenciais, por exemplo, tende a gastar mais tempo e dinheiro com deslocamentos até o local, além dessa modalidade ser mais cara geralmente.

Por isso, se possível opte pelos cursos online, que oferecem preços menores e maior flexibilidade.

Além dos cursos online, uma opção mais barata também é estudar em bibliotecas públicas. Nesse caso, você une o local de estudos com a disponibilidade de materiais gratuitos, podendo utilizar para consulta os próprios livros e computadores da biblioteca.

Já a escolha de “com quem” estudar pode impactar quando você participa de grupos de estudo, em que os colegas podem compartilhar materiais, conhecimentos e também técnicas de estudo.

Para finalizar, ressaltamos a importância de sempre avaliar a qualidade dos materiais e das escolhas que faz na hora de estudar para concursos, pois às vezes uma economia de dinheiro pode te custar meses ou anos até a aprovação.

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Leia também: Falte tempo para estudar? Aprenda como se organizar!

Como um plano de estudos pode te ajudar a passar no concurso público

Mãos femininas escrevendo na agenda

Oie! Tudo bem? Aqui é a Leilane, coordenadora do Mapa, e hoje quero falar como um plano de estudos pode te ajudar a passar no concurso público.

O que é um plano de estudos

Primeiro vamos esclarecer o que é um plano de estudos.

Analisando a primeira palavra, “plano” quer dizer um conjunto de passos ou etapas para se alcançar um objetivo.

Quando montamos um sistema para atingir um objetivo relacionado a estudos, seja de vestibular, concurso, faculdade, estamos falando de um plano de estudos.

Na prática, um plano de estudos vai funcionar como um cronograma a ser cumprido, um planejamento, distribuindo atividades referentes ao estudo, como estudo primário, revisões, resolução de exercícios, no tempo que você reservou para essas atividades.

Como montar um plano de estudos

Em resumo, as etapas para montar um planejamento de estudos são:

  1. Coloque no papel sua rotina diária;
  2. Defina os horários que usará para estudo;
  3. Escolha as matérias e tópicos que serão estudados;
  4. Encaixe semanalmente as atividades de estudos nos horários previamente definidos.

A montagem de um plano de estudos é relativamente simples, e essa prática pode trazer muitos benefícios pra você!

Vamos ver agora quais as vantagens de se seguir um plano na hora de estudar, e você verá que essa é uma ferramenta que te ajudará a chegar mais rápido na tão sonhada aprovação.

1 – Otimização dos estudos

A primeira vantagem de se utilizar um cronograma é a otimização dos seus estudos, o que vai acontecer devido a um conjunto de fatores:

  • Melhor aproveitamento do tempo livre
  • Aumento na disciplina
  • Diminuição da procrastinação
  • Melhorias na concentração e foco

Ao colocar no papel todos os seus horários e atividades, é bem possível que você identifique algum horário livre que pode ser usado para estudo, aumentando logo de cara a sua produtividade nos estudos.

E essa vantagem é especialmente importante para quem concilia os estudos com trabalho e precisa aproveitar ao máximo o tempo livre!

O que acontece também é que quando você tem horários definidos para estudar seu cérebro se acostuma com a rotina e fica mais fácil sentar para estudar com o tempo.

Por isso, é natural ficar mais disciplinado para os estudos quando está seguindo um cronograma.

Além disso, saber qual o próximo passo e o que estudar em seguida também é essencial para te ajudar a combater a procrastinação, já que muitos alunos desistem de estudar quando não sabem por onde começar.

E como você estará cada vez mais habituado ao “horário de estudar”, isso terá reflexo na sua capacidade de concentração, que fica maior na medida em que você mantém a constância desse hábito, estudando todos os dias do seu cronograma.

2 – Otimização dos resultados

Ter um plano de estudos otimiza não só o processo, mas também os resultados.

Assim, no seu planejamento, você pode intercalar disciplinas em que tem mais dificuldade com aquelas em que tem mais facilidade, o que vai te fazer cansar menos.

E você também consegue dar maior importância aos tópicos prioritários para sua prova, o que não acontece quando você estuda sem planejamento.

Já imaginou chegar na prova e perceber que faltou estudar parte da matéria ou que não tempo suficiente a assuntos importantes?

Então evite isso com um bom planejamento dos estudos!

3 – Acompanhamento do desempenho e motivação para estudar

Quando você tem um plano de estudos, naturalmente terá um controle do que já foi estudado e do que falta estudar, bem como das metas de estudo para o dia e para a semana.

Esses hábitos de manter controles e metas te ajudam a se manter motivado, pois você consegue enxergar evolução ao cumprir as tarefas diariamente, o que funciona como uma espécie de recompensa imediata para o seu cérebro.

Além disso, se você registra seu desempenho nos exercícios e simulados, obtém um feedback em tempo real do seu desempenho, o que te permite corrigir o curso e melhorar suas técnicas de estudo, caso seja necessário.

4 – Memorização a longo prazo

Uma das atividades que você pode encaixar no seu plano é a de revisão dos assuntos que já foram estudados.

Assim, essas revisões vão ajudar na consolidação e memorização dos conteúdos a longo prazo, evitando o trabalho de ter que estudar tudo do zero novamente daqui a alguns meses!

E sem um plano de estudos, você corre o risco de estudar todo o conteúdo e se esquecer de revisar, colocando a perder todo o esforço feito até então.

5 – Escolha de materiais adequados

Quando você tem uma visão clara do tempo disponível para estudos consegue escolher melhor o tipo de material mais adequado para você.

Por exemplo, quem passa muito tempo em transporte pode optar por cursos que forneçam áudios das matérias, para que possam ouvir no carro, no ônibus.

Ou quem estuda fora de caso pode dar preferência a materiais digitais, como PDFs, que podem ser acessados de qualquer lugar, em detrimento de livros difíceis de carregar.

6 – Mais tempo para estudar

Se você tem um cronograma de estudos bem delineado, sabe quais materiais usar e quais disciplinas estudar em cada horário, então a única coisa que terá que fazer nos horários definidos para estudo é… estudar!

Com um plano de estudos, você não vai perder perder tempo pensando “o que eu estudo agora” e, principalmente, não vai deixar para começar depois.

Assim, a organização prévia permite que você dedique todo seu tempo livre aos estudos, o que, naturalmente, só tem a contribuir com seus resultados!

7 – Priorização dos estudos

Por fim, as metas inerentes ao planejamento ajudam a tratar os estudos como prioridade.

Quando você não tem objetivos a ser cumpridos, pode acabar deixando os estudos de lado, fazendo “só quando dá”, sem a seriedade necessária pra se chegar à aprovação em uma prova de vestibular, faculdade ou concurso.

Por isso, dedique-se em montar ou encontrar um plano de estudos que seja adequado pra você, e terá o planejamento como aliado do esforço e da persistência.

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Para otimizar ainda mais sua preparação, leia também:

10 passos para ser aprovado em concursos públicos

Falta tempo para estudar? Aprenda como se organizar!

mulher concentrada estudando

Você acha que falta tempo para estudar?

Não sabe como se organizar com pouco tempo?

Ou tem dificuldade em conciliar trabalho, estudo, família e várias outras atividades?

No artigo de hoje vamos falar de algumas estratégias essenciais para que você consiga conciliar o estudo com outras atividades.

Aprenda agora como se organizar para ter mais tempo para estudar!

 

Aprenda como lidar com a falta de tempo

Antes de mais nada, se organizar para estudar exige uma postura ativa, muito mais do que só esperar que tempos mais tranquilos cheguem.

Assim, a mentalidade de fazer dar certo com o tempo que você tem, por menor que ele seja, é o primeiro passo a ser tomado.

Então encare os estudos como uma profissão, uma prioridade, e não algo que você faz “quando dá tempo”, ou “quando dá vontade”.

Dito isso, vamos às estratégias. Você verá que todas elas se complementam, mas não se preocupe em seguir tudo de uma vez – apenas comece, e as mudanças virão com mais naturalidade!

Organize sua rotina pessoal antes de organizar os estudos

Não dá para arrumar tempo para estudar se toda a sua rotina está bagunçada.

Assim, a primeira providência é ter essa visão geral da sua vida, de tudo o que você precisa fazer, e dos horários que tem disponíveis.

Pra isso, você precisará de um cronograma contendo os dias da semana e os horários de acordar até a hora de ir dormir, como este:

 

Esse quadro-horário simples pode ser feito no Excel, Word, agenda ou papel.

Então coloque primeiro todos os seus horários fixos (hora de acordar, trabalho, deslocamento, almoço etc.), para só então decidir quais dos horários livres serão dedicados às outras atividades.

Feito isso, distribua as atividades remanescentes, como períodos reservados para descanso e lazer e os horários de estudo.

Tenha em mente que o horário reservado para estudo será “sagrado” na sua agenda, e não poderá ser usado para outras atividades.

Para evitar de ser engolido pelos imprevistos do dia a dia, também recomendamos que não lote seu quadro-horário de atividades, e deixe um período qualquer (ex.: quinta à tarde) para resolver eventuais problemas que surgirem durante a semana.

Portanto, é essencial ter no papel todos os horários da sua semana, assim você saberá ao certo quando deverá estudar, e por quanto tempo.

Essa dica é tão importante que nos nossos planos de estudo uma das primeiras etapas do planejamento é a definição do tempo diário que cada aluno irá dedicar aos cronogramas.

Tempo com a família

Falando especificamente da rotina com a família, é essencial aqui falar com eles dos seus planos de passar em concursos, e explicar que a nova rotina exigirá mais do seu tempo.

A compreensão de quem te apoia é fundamental para que essa nova organização funcione.

Então combine com a família quais períodos e dias usará para dedicar um tempo de qualidade com eles – por exemplo durante o café da manha, domingo à tarde etc. – e deixe claro os horários que serão dedicados aos estudos.

Dessa forma, você se certificará de que estará dedicando tempo às suas prioridades, e que estará totalmente presente quando em companhia dos seus familiares.

 

Arrumando tempo extra

Após finalizar a organização da sua rotina, você pode ter percebido que passa muito tempo em deslocamentos, no carro ou no ônibus, ou às vezes se dedicando a serviços domésticos.

Aqui está uma grande oportunidade de arrumar mais tempo para estudar: aproveitando esse tempo aparentemente perdido.

Assim, você pode aproveitar esse tempo de várias formas diferentes, que não envolvem necessariamente pegar livros ou cadernos, veja alguns exemplos:

  • Legislação em áudio – perfeito para ouvir no carro, no ônibus, no iPod;
  • Resumos/fichas/listas de exercícios/resolução de questões – muito úteis em salas de espera, durante o horário de almoço;
  • Videoaulas – quantas vezes não lavei a louça com o celular na frente vendo uma videoaula? Não precisa nem ser um assunto novo, pode ser resolução de exercícios, ou videoaula de algum assunto que você ainda não tenha dominado;
  • Gravar seus próprios áudios – você pode gravar suas explicações da matéria e ouvir da mesma forma que a legislação em áudio;
  • Aplicativos Voice aloud reader e EZ PDF – ambos têm as opções de leitura de textos/PDFs em “voz alta” – perfeito se você tem algum material digitado, e pode rodar enquanto estiver dirigindo ou no ônibus;

Então perceba que um bom “tempo extra” pode ser conseguido redirecionando melhor alguns minutos do seu dia.

 

Elimine as distrações

Distrações são aquelas atividades que nada têm a ver com os nossos objetivos, mas que ainda assim acabam tomando muito do nosso tempo sem percebermos.

Algumas das mais comuns são: televisão, séries, celular e redes sociais.

Se falta tempo para estudar, é possível que você esteja cedendo a muitas distrações!

E talvez você não perceba quanto tempo elas roubam do seu dia, então indicamos que use aplicativos de monitoramento (RescueTime, Quality Time, Your Hour etc.) para ter uma real noção disso.

Além disso, estar constantemente conectado é uma das piores situações para o seu foco e sua produtividade, porque existe uma sobrecarga de estímulos competindo pela sua atenção.

Então para lidar melhor com algumas distrações, siga as dicas:

  • Deixe seu telefone longe do seu campo de visão. Ou seja, dntro da gaveta, do armário, ou de preferência, em outro cômodo. Enquanto você está resistindo a uma outra tarefa bem menos prazerosa, qualquer coisa pode roubar sua atenção.
  • Quando os pensamentos são sua maior distração, experimente estar sempre com um bloco ou agenda em que você possa anotar os pensamentos que surgem. Assim que surgirem, anote coisas que precisa verificar, coisas que não pode esquecer, novas ideias, e por aí vai.
  • Programe a distração para o seu intervalo. Se você percebeu que se distraiu com pensamentos de uma série que gostaria de ver, por exemplo, pode programar um episódio dessa série para o seu próximo intervalo, como forma de recompensa. Assim seu cérebro acalma porque tem hora definida para fazer aquilo, e pode voltar a atenção ao que estava fazendo. Sempre condicione essas distrações a um período específico de estudo (ex.: depois de estudar 2h líquida).

E caso queira incluir atividades desse tipo na sua rotina, reserve um tempo para elas no seu cronograma semanal.

Do contrário, você abrirá espaço para essas distrações em horários nos quais deveria estar fazendo outras coisas.

 

Diga “não” para driblar a falta de tempo

Você está sempre atendendo a demandas de outras pessoas, e deixa de ir atrás dos seus sonhos por conta disso?

Interrupções, convites e pedidos chegam de todo lugar possível?

Já disse “sim” quando não queria, só para agradar alguém?

Sabemos o quanto é difícil dizer não, mas a verdade é que enquanto você estiver dizendo SIM para outras pessoas, estará negando suas próprias metas.

Então para que você comece a dizer “SIM” para um tempo de estudo de qualidade, vai ter que dizer “NÃO” para coisas ou pessoas que podem estar roubando o seu tempo.

 

Qualidade > Quantidade

Por fim, quando falamos em “falta tempo para estudar”, sempre surge a preocupação nos concurseiros de não estar estudando o suficiente.

Mas o problema é que “horas de estudo” são mais uma métrica de vaidade, pois podem dizer bastante da sua disciplina, porém não dizem muita coisa sobre o seu resultado.

Se fosse assim, os aprovados seriam só aqueles que estudaram por mais tempo.

E nessa ilusão, muita gente se preocupa em estudar mais e mais, e acaba se esquecendo da qualidade. Claro que se você puder estudar mais, COM qualidade, maravilha! É o melhor dos mundos.

Mas frequentemente não funciona assim, porque muita gente abre mão de descanso apropriado, de sono suficiente e dos seus limites de cansaço pra poder estudar mais.

Então antes de querer estudar mais, preocupe-se em melhor o processo – ou seja, a forma como estuda.

Muitas vezes, seu problema não é a falta de tempo, e sim a falta de uma estratégia adequada.

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Para aproveitar melhor o tempo de estudos, leia também: Foco nos estudos: como melhorar a concentração?

Concursos Públicos: Como passei nos Concursos que prestei

como passei nos concursos publicos

Concursos públicos: como passei nos concursos que prestei?

Meu nome é Leilane, sou perita criminal do Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul e coordenadora do Mapa Concursos.

Quero compartilhar um pouco sobre a minha trajetória nos concursos públicos que começou em 2015 quando eu estava no terceiro ano da faculdade de Biomedicina na Universidade Estadual de Maringá.

Se preferir, conheça minha história assistindo ao vídeo abaixo:

Na época, eu não tinha certeza se queria ser Perita Criminal, mas me interessei pela profissão e resolvi me arriscar, assumindo então esse compromisso de estudar até passar, não importando o quanto demorasse.

Porém, eu já tinha em mente que os concursos públicos não seriam fáceis e, que eu precisaria me dedicar mais do que a média, para poder conseguir atingir algum resultado.
Então, foi o que fiz!

Como foi a rotina para que minha trajetória nos concursos públicos tivesse sucesso

Na época, a minha rotina mudou completamente:

  1.  Eu inseri o hábito dos exercícios físicos, porque sabia que poderia enfrentar um teste físico nos concursos.
  2.  Além disso, mudei minha alimentação e passei a comer melhor.

Isso porque eu ficava o dia todo na faculdade em período integral e a noite ia para o cursinho e, quando chegava em casa, tentava estudar mais um pouco.

Assim foi por seis meses junto com a duração do cursinho que eu fiz.

Depois, eu passei a estudar sozinha em casa sem frequentar aulas.

Fases do estudo e rotina

Eu tinha fases boas e outras em que a rotina puxava e eu abandonava os concursos.

Então só em 2016 que eu fui prestar meu primeiro concurso: o de Perito Criminal do Distrito Federal.

Mas, pra falar a verdade, eu não queria fazer essa prova porque eu achava que não estava preparada o suficiente.

No entanto, depois de fazer a inscrição no concurso eu investi nos estudos com força total e fui fazer a prova.

Resultado: passei nas provas do objetivo e na discursiva empatada em décimo segundo lugar.

Porém acabei reprovando no teste físico e, apesar dessa reprovação, a experiência do concurso me impulsionou ainda mais em direção do meu objetivo.

Porque apesar de saber que algumas coisas ainda tinham que ser melhoradas, eu estava no caminho certo e eu só precisava de mais tempo.

Foco Nos Estudos: Como Melhorar a Concentração

Término da faculdade e desemprego

Em 2016 eu iniciei minha conta no Instagram onde eu compartilhava sobre a minha rotina de estudos o que acabava sendo bem solitário, porque na época eu estudava por conta, sozinha em casa.

Depois da minha reprovação na PCDF, eu iniciei imediatamente a minha preparação para o concurso da Polícia Científica do Paraná, que saiu bem no dia em que eu fui viajar pra fazer o TAF em Brasília.

Em 2017 eu já tinha terminado a faculdade e voltei para a casa dos meus pais no interior de São Paulo, pois estava desempregada e não tinha como me manter sozinha em outra cidade.

Então em 2017, desempregada, eu me dediquei aos concursos, basicamente, em tempo integral.

Porém, com a experiência da prova que eu tinha feito. E, não só vontade, mas também agora, necessidade de passar pra ter uma fonte de renda e poder me sustentar.

Resultado: passei em segundo lugar no concurso do Paraná, mas era só uma vaga oficial então fui na trave!

Mas só de saber que a chance de ser chamada nesses concursos eram muito grandes, eu continuei estudando.

Concurso Perito Criminal

Eu me inscrevi em seguida para o concurso público de Perito Criminal do Rio Grande Sul, onde estou agora.

Mas pra falar a verdade eu também quase desisti de fazer essa prova quando eu vi a concorrência.

Pois eram 2300 candidatos para duas vagas!

Porém, eu já tinha investido tanto em materiais, em livros, que eu resolvi fazer. E para minha surpresa eu fui aprovada em primeiro lugar.

Por fim, eu também prestei o concurso de Perito em Santa Catarina, o último de 2017 e passei em primeiro lugar!

Então, o saldo dos quase três anos de concurseira foi bem positivo: uma reprovação e três aprovações, sendo duas em primeiro lugar.

Como começou meu trabalho de mentoria

Diante dos resultados que eu vinha obtendo, algumas pessoas passaram a me procurar para dar mentoria nos concursos da minha área, de Perito Criminal.

Então apesar de não saber exatamente como orientar essas pessoas, o trabalho seria muito bom porque eu ainda estava desempregada nessa época.

E, conforme a procura pela mentoria aumentou, mais pessoas começaram a trabalhar comigo, fazendo esse trabalho de mentoria.

E hoje, estamos juntos com o mesmo método, dentro da plataforma do Mapa Concursos.

Metodologia do Mapa Concursos

A metodologia que aplicamos hoje dentro dos nossos planos de estudo do Mapa Concursos é a mesma que eu desenvolvi e aprimorei durante meus estudos para concursos.

Hoje eu vejo que meus primeiros meses de estudo foram de muito esforço para praticamente nenhum resultado.

Então, a cada novo edital que surgia, cada vez mais extensos e com matérias novas, eu via a necessidade de substituir alguns hábitos e técnicas que me tomavam muito tempo, por outros mais ágeis e que dessem mais resultados.

Eu vi que o que fazia diferença não era quantas horas eu estudava, mas sim como eu estudava durante essas horas.

E compartilhar essas descobertas e, ajudar mais pessoas a encontrarem o método mais eficiente para elas se tornou uma espécie de missão pessoal para mim.

Então é o que eu tento passar, tanto nas redes sociais, quanto no Mapa Concursos. E quem sabe fazer com que mais pessoas encontrem a paixão que eu encontrei pelos estudos.

E assim possam alcançar resultados, tão bons ou melhores, do que aqueles que eu alcancei!

Essa é minha trajetória nos Concursos Públicos e a história do Mapa Concursos. E você, tem uma história interessante de estudos pra me contar? Deixe seu comentário aqui!

Eu espero poder te ajudar a encontrar o seu caminho até a aprovação!

 

Prova física em concursos (TAF)

TAF: você sabe o que é? TAF, ou teste de aptidão física, é uma etapa muito comum em concursos da área de segurança pública.

O nome já diz do que compreende a etapa: avaliar a aptidão física dos candidatos para o desempenho do cargo.

No entanto, é natural que o nível de exigência do TAF varie em função do quanto o condicionamento físico é importante para um bom desempenho do cargo a que se concorre.

Quais são os testes (TAF)?

Os testes físicos avaliados nessa etapa variam entre cada edital, mas pode haver, por exemplo:

  • corrida,
  • abdominal,
  • flexão,
  • barra,
  • natação, etc.

Portanto, todos os critérios para aprovação em cada um dos testes estão discriminados no edital do certame, e estes costumam ser diferentes entre homens e mulheres.

Exemplo de teste físico de um edital:

E se eu reprovar?

Tenha em mente que essa fase pode ser de duas formas:

Eliminatória

O edital estabelece um mínimo de pontuação em cada modalidade, e quem não conseguir fazer todos os testes dentro dos critérios estabelecidos é eliminado do concurso.

Fazer o mínimo ou máximo em cada uma das provas não faz diferença nessa modalidade.

Eliminatória e classificatória

Quem fizer mais ou mais rápido ganha mais pontos, segundo faixas de pontuação estabelecidas no edital; nessa modalidade, a fase acaba tendo um peso na pontuação final do candidato dentro do concurso, e é preciso fazer mais para ganhar mais pontos.

Por isso, aqui também há um mínimo que precisa ser atingido em cada prova, abaixo do qual o candidato é eliminado do concurso.

Quando começar a treinar para o TAF?

Idealmente, o candidato que deseja concorrer a um cargo policial deve começar a treinar para os exames físicos logo no início da sua preparação para os concursos.

Assim como as outras, o TAF é uma etapa do concurso e exige preparação a longo prazo. Alguns testes são de mais difícil execução, e podem pegar de surpresa candidatos despreparados.

Também é importante que o candidato leve em conta diferentes condições climáticas na realização do TAF. O teste pode ser realizado sob sol, chuva, frio ou calor.

Então, nunca deixe para se preparar de última hora!

Normalmente, o intervalo entre resultado da prova objetiva e avaliação física é curto, e pode não ser suficiente para se alcançar o desempenho exigido nos testes, caso o candidato já não esteja mantendo um rotina de exercícios físicos.

Por isso, estude os editais desejados e encaixe no seu cronograma exercícios específicos para os principais testes. Nunca é cedo demais para começar a se preparar para o TAF!

Além disso, conheça mais sobre outras etapas que podem estar presentes no seu concurso, como a prova psicológica e a prova de títulos.

Saiba mais sobre Como estudar a lei seca para concursos e também Como estudar doutrina para concursos.

Como estudar para discursivas em concursos

No artigo de hoje faremos sobre como estudar discursivas em concursos.

Quer se preparar com qualidade? Então continue lendo!

Antes de mais nada, é importante saber de que forma sua discursiva será cobrada.

Por exemplo: serão questões dissertativas sobre atualidades, sobre o conteúdo programático do edital, qual o gênero e tipo textual?

Além disso, é importante identificar no edital os critérios de correção, mínimo e máximo de linhas, pontuação atribuída a cada critério de correção – tudo isso irá direcionar seu estudo.

Exemplo de critérios de correção de um edital da banca CESPE:

Como estudar estudar para discursivas em concursos

A principal forma de  estudar para discursivas em concursos é TREINAR muito.

Por isso, programe-se para fazer discursivas toda semana ou, pelo menos, a cada quinze dias.

Dessa forma, você já pode deixar alguns temas pré-definidos para não ter que ficar procurando na hora programada para escrever.

Também separe provas antigas condizentes com a forma com que será cobrada na sua prova, ou busque por temas aleatórios na internet.

Você também pode montar um grupo de estudos em que cada um elabora um tema para os outros, formando, assim, uma coleção de temas para todos usarem.

Correção das redações

É ideal ter alguém para corrigir sua discursiva baseado nos critérios do seu edital.

Para isso, há professores e servidores especializados nesse serviço, mas caso não consiga arcar com esse custo, encontre um “companheiro de discursiva” para trocar redações, um corrige o do outro.

Após a correção, analise as observações feitas e tente reescrever a redação após um tempo, seguindo as recomendações feitas.

Atualidades

Caso sua discursiva seja do tema atualidades, será necessário manter um estudo concomitante desses temas, com a leitura de artigos de opinião para que você consiga construir um raciocínio crítico sobre o tema.

Para temas do conteúdo programático do edital, é imprescindível um bom conhecimento da matéria.

Na área de direito, destaca-se o estudo da doutrina e da lei seca.

Veja nesse nosso artigo como estudar atualidades para concursos.

Língua Portuguesa

Para se dar em discursivas, torna-se imprescindível o estudo constante de Língua Portuguesa, tanto da gramática quanto da estrutura dos textos. Há muitos cursos de redação que te dão algumas “fórmulas” que devem ser seguidas na hora de montar cada tipo de texto.

Lembre-se que os examinadores geralmente seguem essas fórmulas para correção das discursivas (ex. Eles esperam uma introdução, argumentos e conclusão – nessa ordem).

Importante notar que, muitas vezes, não será um especialista no tema em questão que irá corrigir sua discursiva, mas sim um professor de Língua Portuguesa que seguirá certos critérios pré-estabelecidos.

Isso ressalta ainda mais a necessidade de se seguir uma estrutura conhecida e não negligenciar o estudo da língua portuguesa. Às vezes a ‘cara’ da redação (ortografia correta, letra bonita, coerência, coesão) acaba tendo mais peso do que o próprio conteúdo.

Não deixe para estudar para discursivas nas vésperas da prova.

O estudo deve ser constante e com muita prática.

Se você gostou do conteúdo, lembre-se de compartilhar!

Até mais.

Pare de procrastinar com as minitarefas!

No artigo de hoje, vamos discutir como parar de procrastinar com as minitarefas.

Quantas tarefas vamos deixando para trás por pura falta de foco e procrastinação?

Você já se sentiu paralisado pela quantidade de minitarefas a fazer?

Ou, ainda, por ter um projeto tão extenso adiante, que você não consegue nem começar?

Bom, a nossa sugestão para lidar com esses momentos é subdividir em tarefa maior em várias outras menores – exatamente o conceito das minitarefas. 

Aprenda mais sobre o fundamento das minitarefas a seguir!

Por que as minitarefas funcionam?

As minitarefas funcionam porque quando o nosso cérebro se depara com uma tarefa grande (não fragmentada) ele fica muito mais inclinado a procrastinar.

Afinal, você praticamente não vê o fim daquilo, e demora a ver alguma evolução.

Naturalmente tendemos a evitar a ação quando não enxergamos um resultado!

Então a melhor solução para isso é, justamente, não assustar o nosso cérebro, nos programando para fazer tarefas pequenas, em vez de grandes projetos que nos assustam.

Por exemplo, em vez de se programar para estudar “Licitações”, divida o tópico por blocos de artigos.

Assim, você pode dividir um tópico em capítulos, capítulos em pequenas partes, aulas em blocos de tempo, etc.

Vantagens das minitarefas

Quando você divide uma tarefa maior em várias outras pequenas, você:

  • Consegue se organizar melhor: é mais fácil alocar pequenas tarefas durante o dia, do que uma única gigante. Permita-se fazer aos poucos!
  • Enxerga evolução mais rapidamente: ao contrário de ter uma tarefa gigante que não tem fim, você consegue ‘riscar’ as tarefas da sua lista de afazeres mais rapidamente, tendo maior visualização da evolução e produtividade;
  • Evita a procrastinação: tendemos mais a procrastinar (deixar para depois) quando nos deparamos com tarefas muito grandes ou difíceis de serem realizadas. Torná-las mais viáveis e apelativas é uma arma e tanto contra a procrastinação.

Sempre que estiver tendo dificuldades em concluir algo, use a tática das minitarefas. Sua produtividade irá aumentar muito!

Se você gostou dessa dica, conheça também o artigo Foco nos estudos: como melhorar a concentração.

Vamos juntos no combate à procrastinação!

Depoimento: como surgiu o método Mapa da Aprovação?

Olá! Como estão? Meu nome é Leilane e hoje vou te contar como surgiu o método Mapa da Aprovação, metodologia aplicada nos planos de estudos do Mapa.

Hoje vou contar um pouquinho da minha história e como foi surgiu esse conjunto de técnicas.

Você vai ver que, apesar das diversas aprovações que vieram, eu precisei testar várias estratégias diferentes até encontrar uma que maximizasse meus esforços – o que se tornou, eventualmente, o método aplicado pelo Mapa.

Como tudo começou

Sou natural do estado de São Paulo e formada em Biomedicina pela Universidade Estadual de Maringá.

Comecei a estudar para concursos de Perito Criminal em 2015, mas só consegui orientar bem meus estudos e estudar com disciplina a partir de 2016.

Em 2016 foi quando prestei meu primeiro concurso para Perito Criminal, que foi o da Polícia Civil do Distrito Federal. Fiquei empatada em 12o lugar com outras pessoas, dentre mais de 1600 candidatos.

Com isso, percebi que embora tivesse minhas dificuldades, talvez estivesse no caminho certo.

Em 2016 também iniciei um projeto no Instagram (antigamente @concurseira_pc), no qual compartilhava minha rotina de estudos e aprendia dicas e técnicas com outros concurseiros da área.

As aprovações

Em 2017, prestei o concurso da Polícia Científica do Paraná, sendo aprovada em 2º lugar para o cargo de Químico Legal.

No mesmo ano conquistei o primeiro lugar no concurso do Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (Perito Criminal), onde atualmente exerço o cargo de Perito Criminal, no setor de Química – Drogas Apreendidas.

Também fiquei em primeiro lugar no concurso do IGP de Santa Catarina (Perito Bioquímico).

Minha posse no IGP-RS.

Início das mentorias

Em 2017, devido ao network que já tinha adquirido nas minhas redes sociais e, principalmente, ao sucesso nos concursos que havia prestado, algumas pessoas pediram que eu as orientasse nos estudos para os concursos da minha área.

Resolvi encarar a proposta, afinal, havia descoberto um “método” que havia otimizado muito meus estudos naquele ano e, além disso, seria bom ter alguma renda depois de meses desempregada.

Também foi o ano em que comecei a montar meus grupos de estudo, em que organizava cronogramas e simulados para as provas que ia prestar.

Como surgiu o método Mapa da Aprovação

Eu não comecei estudando com um método definido, muito menos eficiente.

Considero que meus dois primeiros anos de estudo tenham sido de muito esforço e pouco resultado.

Já perdi muito tempo estudando coisas que sequer iam cair na minha prova!! Ou aprofundando demais nos conteúdos sem necessidade.

No entanto, à medida que prestava provas e estudava mais sobre técnicas de estudo, fui adaptando minha estratégia aos poucos.

O “pulo do gato” aconteceu quando sai o edital do IGP-RS. Era um edital muito extenso (um dos maiores que já vi para minha área), com várias disciplinas específicas que nunca havia tido contato antes.

Foi quando percebi que precisava otimizar meus estudos de alguma forma, senão não teria tempo de concluir nem metade do edital.

O que mudou após o desenvolvimento do método

Assim, algumas mudanças aconteceram:

  • Descobri como poderia usar os cadernos digitados no computador sem perder na retenção de conteúdos.
  • Passei a tratar as revisões com mais seriedade
  • E foquei na resolução de exercícios, em vez de procurar mais conteúdos teóricos.
  • Eliminei quase que totalmente a confecção dos famigerados resumos e tentava construir o material teórico o mais completo que pudesse (minha fonte única).

Era o nascimento do MDA: a tríade da fonte única, revisões e exercícios.

Meu desempenho nos dois concursos subsequentes foi muito superior aos anteriores, mesmo tendo pouco tempo para estudar matérias novas e sem fechar o edital.

Trabalho com mentoria e coaching para concursos

Desde então, venho estudando de forma intensa conteúdos sobre aprendizagem, programação neurolinguística, ferramentas de Coaching, inteligência emocional, organização e produtividade, de forma a aprimorar as orientações que passamos aos nossos alunos.

Também me formei em Personal and Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coach.

E meu objetivo nunca foi divulgar um método milagroso. Aliás, não tinha nenhum objetivo nesse sentido – a mentoria/coaching para concursos surgiu como uma oportunidade inesperada.

Mas foi virando paixão à medida que me envolvia com os alunos e via que meus métodos estavam tendo resultados com outras pessoas também.

Sei que cada um tem suas individualidades, e minha intenção é ajudar o aluno a encontrar o que funciona melhor para ele.

A base é a tríade, mas existem muitas orientações específicas que só podem ser passadas com um estudo aprofundado do perfil, das necessidades, pontos fracos e fortes de cada um.

O método MDA surgiu como uma forma de otimizar o tempo precioso dos concurseiros, substituindo técnicas morosas por outras mais eficientes.

Mapa Concursos

No Mapa, foi possível me reunir com uma equipe com o mesmo objetivo: usar a experiência em concursos para ajudar outras pessoas.

Trabalhamos constantemente para a melhoria dos materiais e orientações passadas, de forma a retribuir a confiança depositada em nós.

Sou muito grata por ter descoberto esse novo interesse no caminho da minha aprovação.

Espero que, assim como eu, mais se pessoas apaixonem pelo estudo, e que vejam-no como um privilégio, como um caminho e solução para os seus problemas, e não como um fardo a ser carregado.

Ah, também te convido a conhecer o MDA e nossos planos de estudo.

Até mais!