Material gratuito para Perito criminal

Se você procura material gratuito para Perito Criminal, chegou no lugar certo!

Neste artigo indicaremos as principais fontes de materiais gratuitos para concursos de Perito.

Então continue lendo para estudar sem gastar nem um centavo.

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Material gratuito para Perito Criminal

É plenamente possível começar a estudar para o concurso de Perito sem precisar investir em materiais.

Pois atualmente temos uma ampla gama de materiais gratuitos online.

Mas antes de mais nada é importante diferenciar os materiais gratuitos dos materiais piratas.

Material gratuito vs. material pirata

Os materiais gratuitos (e lícitos) são aqueles disponibilizados gratuitamente por sites ou cursos, de uso livre.

Já os materiais piratas são materiais protegidos por licença comercial, disponibilizados de forma ilícita por outros meios.

Ou seja, é o caso dos rateios de concursos, drives compartilhados e até materiais de sites como Passei Direito, que não têm o direito de comercialização ou distribuição desses conteúdos.

E por que é importante saber dessa diferença?

Porque utilizar materiais piratas, mesmo que não sejam pagos, pode te levar à eliminação do concurso de Perito Criminal.

Mesmo que não haja processos civis ou penais no seu nome, os tribunais têm mantido decisões que eliminam os candidatos a servidores públicos na fase de investigação social e vida pregressa.

Assim, saiba que, ao consumir esse tipo de material, você está correndo o risco de ser eliminado do concurso e, ainda, de responder criminalmente ou civilmente pelos seus atos.

Tendo esclarecido isso, podemos entrar nos materiais gratuitos – que são lícitos e não trarão nenhuma consequência negativa pra você, apenas bons resultados!

Por que usar material gratuito para concurso

Uma das grandes vantagens de usar materiais gratuitos, além da economia financeira, é que você amadurece seu perfil de concurseiro sem precisar de grandes investimentos.

E, com o amadurecimento, você passa a fazer melhores escolhas de material.

Ou seja, quando finalmente resolver comprar um material, saberá exatamente que tipo de material mais te agrada, quais os melhores professores, e cursos com melhores custo-benefício.

E essa visão só é desenvolvida com muita pesquisa e com o tempo de estudos.

Então tire o máximo dos materiais gratuitos agora, e deixe para investir apenas quando for necessário.

Agora vamos indicar algumas fontes de bons materiais, separando-os em materiais para a parte geral do concurso (comum a outros certames), e materiais para específicas de Perito (só caem para Perito Criminal).

Matérias de conhecimentos gerais

Começaremos indicando fontes para matérias de conhecimentos gerais, ou seja, aquelas que caem para todas as áreas de Perito.

Direito Net

Inclui vários resumos e até questões gratuitas sobre temas jurídicos.

Acesse aqui o Direito Net.

Obs.: os direitos que mais interessam aos concurseiros da Perícia Criminal são:

  • Direito Penal
  • Direito Processual Penal
  • Direito Administrativo
  • Direito Constitucional

Leia também: quais matérias estudar para Perito Criminal

Dizer o Direito

Este é um site muito interessante para se manter atualizado das novidades legislativas.

Recomendo que assine a newsletter para recebê-las no seu e-mail.

Link do Dizer o Direito.

Jurisway

Mais um site com conteúdo predominantemente jurídico, mas que também inclui aulas gratuitas de matérias básicas, como Português, Informática e Raciocínio Lógico.

Acesse aqui.

Sites para vestibular e ENEM

São muito úteis para as seguintes matérias, frequentes nos editais de Perito Geral:

  • Português
  • Biologia
  • Física
  • Química
  • Matemática

Mundo Vestibular, Brasil Escola e Khan Academy são alguns dos mais famosos com toneladas de conteúdo gratuito.

Rede da Virtuous

A rede inclui várias subdivisões de interesse para os concurseiros da Perícia:

YouTube

O YouTube é um dos portais com maior quantidade de conteúdo gratuito para concursos, tanto das matérias gerais, quanto das matérias específicas de Perito.

E aqui a dica é fazer pesquisas pelo nome do tópico e da disciplina.

Nem sempre você encontrará aulas específicas para o concurso de Perito, mas vale aproveitar de outras áreas também, inclusive aulas pra vestibular.

Por fim, também recomendamos acompanhar canais de cursos preparatórios, que frequentemente fazem eventos ao vivo de muita qualidade (Reta Final, Aulões, etc.).

Sites de cursinhos

Em sites de cursos preparatórios você encontrará:

  • Acesso gratuito à primeira aula de cada curso/disciplina (são os materiais demonstração)
  • Artigos de professores que são resumos das matérias
  • Cursos inteiros gratuitos (pegue aqui os links do Gran Cursos, Estratégia (1) e (2), e Nova Concursos).

Para citar alguns dos mais famosos: Estratégia, Gran Cursos, Direção, SmartPol.

PCI Concursos

Esse site é uma excelente fonte de aulas gratuitas de matérias básicas, questões e provas de concursos anteriores.

Aplicativos de estudo

Há uma ampla disponibilidade de aplicativos gratuitos de estudo para concursos.

A dica aqui é buscar por “concurso” na Play Store ou App Store, e testar os que mais te agradarem.

Vale ter, por exemplo, aplicativos com legislação (lei seca) para revisar nos intervalos.

Matérias específicas de Perito Criminal

E agora vamos entrar nos materiais específicos para concurso de Perito, ou seja, direcionados principalmente para a parte específica dos editais.

Canais de professores

Além do YouTube que já indicamos acima, é válido acompanhar canais de professores em outras redes sociais como Telegram e Instagram.

Vários professores liberam materiais e aulas gratuitas nesses locais, mas você precisa estar acompanhando pra tirar proveito.

Sem contar que é uma excelente oportunidade para conhecer melhor o trabalho desses professores e, futuramente, investir no material pago dos melhores que encontrar.

Para citar alguns:

  • Professor Diego Souza (Química)
  • Professor Rodrigo Montes (Criminalística e Criminologia)
  • Professor Laécio Carneiro (Criminalística e Medicina Legal)
  • Professora Pollyana Lyra (Farmácia)
  • Professor Rafael Tímbola (Ambiental)
  • Professora Lilian / Mundo Pericial (Farmácia)
  • Bioforense cursos (Biologia e Biomedicina)

Revistas APCF

Essas são revistas produzidas pelos Peritos Criminais Federais, vendidas como assinatura física mas disponibilizadas gratuitamente no formato digital.

Assim, são uma excelente fonte de conteúdo para as matérias específicas, em especial para a prova discursiva, já que você poderá ampliar bastante seu repertório forense por meio delas.

Leia também: como é a prova discursiva para Perito Criminal.

No site da APCF você tem acesso a todas as edições anteriores, podendo baixar e armazenar no seu computador.

Revista Evidência

Mais uma revista organizada por peritos oficiais, dessa vez pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Link para a revista Evidência.

Revista Criminalística e Medicina Legal

Por fim, a revista CML que recebe artigos de pesquisadores forenses de todo o Brasil.

Essas são nossas principais indicações de material gratuito para Perito Criminal.

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Continue lendo: Como escolher cursinho preparatório para Perito Criminal

Fonte única e resumo: quais as diferenças?

fonte única concursos

Quem acompanha nossos conteúdos sabe que indicamos a fonte única como método principal de estudos.

Ao passo que não recomendamos a produção de resumos.

E principalmente por não conhecerem o objetivo e o conceito da fonte única, muitos concurseiros se confundem e acham que o resumo seria um tipo de fonte única.

Neste artigo, vamos esclarecer o que é a fonte única, para que serve e, principalmente, as suas diferenças para um resumo.

Mas já te adiantamos uma coisa:

Fonte única não é a mesma coisa que resumo!

O que é a fonte única?

Fonte única é o material construído ou lapidado no momento do estudo primário.

Para ser considerada uma fonte única, o material deve preencher os requisitos CDE.

  • Completa
  • Didática
  • Escrita

Ela deve ser completa, ou seja, deve conter todas as informações que você precisa sobre o assunto, e não apenas fragmentos da matéria.

A fonte única também deve ser didática, ou seja, deve facilitar a sua aprendizagem.

E isso inclui conter explicações, recursos adicionais de aprendizagem (ex.: mnemônicos) e ser organizada (visualmente limpa, bem ordenada).

Além disso, a fonte única deve ser escrita.

Então não podemos considerar que uma videoaula, por exemplo, é uma fonte única.

Leia também: como escolher um curso preparatório para Perito Criminal

Agora que esclarecemos o que é a fonte única, vamos destrinchar as diferenças entre ela e os resumos.

Conteúdo do material

Resumos não preenchem o primeiro requisito da fonte única: ser completa.

Enquanto a fonte única é a matéria inteira, o objetivo de um bom resumo é ser um material enxuto.

Assim, enquanto os resumos contêm apenas fragmentos da matéria (ex.: apenas palavras-chave), a fonte única contém a integralidade da matéria.

Isso faz com que a fonte única seja uma fonte de consulta perene. Já que você pode recorrer a ela novamente sempre que tiver dúvidas sobre o assunto.

Já o resumo nunca terá todas as informações necessárias para o entendimento da matéria.

Se você fez um resumo completo, então você não resumiu nada.

E seu material provavelmente está mais próximo do conceito da fonte única do que de um resumo.

Didática do material

Outro requisito que os resumos normalmente não preenchem é o da didática.

Pegue um PDF de cursinho ou um livro, por exemplo.

Normalmente estão organizados em capítulos, seções e subseções.

Contém explicações, esquemas, imagens.

E as informações estão dispostas de forma ordenada e fácil de encontrar.

Ou seja, podemos considerar esses materiais como tipos de fonte única, por esse requisito.

Um resumo, por outro lado, não terá esse nível de ordem.

Pois normalmente o concurseiro apenas anota alguma palavra-chave que remeta a partes da matéria, mas sem nenhum tipo de hierarquia (índice, seções, etc.).

Outro ponto em que os resumos perdem didática é a (des)organização que eles agregam com o tempo.

Pois conforme o concurseiro avança nos estudos e resolve questões de concurso, ele vai incluindo cada vez mais informações no resumo

Que, por sua vez, vai ficando visualmente desordenado e dificultando a apreensão do seu conteúdo.

E, assim, o resumo perde seu próposito original: que era de ser enxuto e objetivo.

E vai ficando cada vez maior, mas ainda incompleto – e bagunçado!

Objetivos diferentes

Como já adiantamos acima, os dois materiais também possuem propósitos diferentes.

O propósito da fonte única é ser um material o mais completo possível. De forma que você consiga acesso fácil a explicações sempre que precisar.

o propósito do resumo é que ele seja um material o mais enxuto possível. De forma que você consiga acesso rápido a pontos muito específicos da matéria.

Assim, enquanto a fonte única é elaborada no estudo primário e será utilizada ao longo das revisões seguintes, o resumo se torna, basicamente, apenas um material de revisão pontual.

Momento da construção

Mais uma diferença está no momento da construção desses dois materiais, e aqui está um ponto em que muitos concurseiros erram de forma grave.

O mais comum que vemos é a prática de elaborar resumos no momento do estudo primário, enquanto você tem o primário contato com a matéria.

Neste artigo sobre estudo sem resumos explicamos detalhadamente por que você não deve fazer isso.

Na realidade, o ideal seria que você usasse o estudo primário como momento para elaborar sua fonte única, objetivando um material mais completo, e não mais incompleto, como é o caso dos resumos.

Então 95% do conteúdo da fonte única é organizado por você no momento do estudo primário.

Os 5% restantes são provenientes das informações complementares apreendidas ao longo das revisões com novas fontes e resolução de questões.

Já o resumo, se feito corretamente, será elaborado não no estudo primário, e sim após várias baterias de questões e revisões.

Se o objetivo deste material é ser um recurso pontual e enxuto de revisões, então você só terá condições de elaborá-lo após realmente entender o que é mais importante do assunto e adquirir a habilidade de consolidar essas informações em poucas palavras.

Assim, se executadas da maneira correta, entendemos que fonte única e resumos têm momentos opostos de elaboração.

Qual utilizar: fonte única ou resumo?

Tendo esclarecido qual a diferença entre os dois, provavelmente resta a dúvida: qual utilizar?

E a verdade é que você não precisa escolher um ou outro.

Conforme explicamos, são recursos com objetivos diferentes, e momentos diferentes de construção.

Assim, podem ser usados em associação, porém em etapas distintas do estudo.

Mas ao passo que a fonte única é obrigatória para todas as matérias (será seu material base), o resumo é um recurso pontual que pode ou não ser utilizado, dependendo da sua necessidade.

Na nossa metodologia, o resumo é raramente recomendado.

Na mentoria os alunos aprendem outras técnicas de memorização ativa, cuja eficácia é muito maior que a dos resumos.

Para ampliar seu conhecimento nessas temas e melhorar seu desempenho nos estudos com fonte única, recomendo a leitura dos dois artigos a seguir:

Esperamos ter auxiliado.

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Estudo ativo para concursos

estudo ativo para concursos

Quer saber como melhorar seu desempenho com o estudo ativo para concursos?

Então continue lendo, pois hoje vamos esclarecer o que é estudo ativo e o que não é.

Estudo ativo para concursos

Se você estuda para concursos, provavelmente já ouviu alguém falar sobre estudo ativo.

Esse é um conceito que tem conquistado bastante espaço nos últimos anos.

Mas poucos explicam o que é o estudo ativo corretamente e, mais importante ainda, como aplicar essa estratégia.

Então hoje vamos esclarecer esses pontos!

O que é estudo ativo

Quando alguém ouve pela primeira vez o termo estudo ativo, pode achar que estão falando de uma técnica revolucionária, o “segredo dos aprovados”.

Mas nada disso é verdade.

Primeiro que o estudo ativo não é uma técnica!

Na realidade, é uma forma de estudar, um fundamento que está por trás das melhores técnicas de estudo.

E não tem nada de secreto no estudo ativo.

Pode ser que você já até utilize na sua estratégia, mas sem saber que era este o nome por trás.

Definição correta de estudo ativo

Chamamos de estudo ativo, então, qualquer técnica de estudos que você execute de forma ativa.

Ou seja, que envolva algum tipo de interação com o material, raciocínio ou esforço de recordação da matéria.

Qualquer coisa contrária a esse fundamento, portanto, é uma técnica passiva.

Por exemplo, é estudo ativo tentar resolver uma questão de concursos – pois você está ativamente tentando se lembrar da matéria.

Mas não é estudo ativo a simples releitura de um texto, pois você está apenas absorvendo as informações sem fazer nenhum tipo de esforço.

Então agora que você já sabe o que é estudo ativo, vamos entender a importância dessa estratégia.

Importância do estudo ativo para concursos

É consenso científico que técnicas passivas não ajudam tanto na retenção.

Pois é justamente quando tentamos nos lembrar ou encontrar uma lógica na matéria, que a consolidação das memórias acontece.

E não fazemos isso nas técnicas passivas, quando você simplesmente lê ou ouve as informações, sem nenhum tipo de interação com o material.

Então o estudo ativo é importante para concursos porque é a melhor forma de aprender e memorizar as matérias.

Se você já releu um material dezenas de vezes e ainda assim não memorizou, agora você sabe por quê!

Daremos a seguir alguns exemplos de técnicas comumente usadas pelos concurseiros, mas que não envolvem estudo ativo.

Técnicas que não são estudo ativo

Como já explicamos, é a forma de estudar que define se o estudo é ativo ou passivo.

E não a técnica, em si.

Mas podemos reunir com base na nossa experiência uma série de técnicas que são comumente executadas no modo passivo.

Então vejamos as principais!

Resumos

Normalmente o concurseiro vai ‘colando‘ do material original enquanto constrói o resumo.

E copiar fragmentos da matéria de um PDF ou livro, sem nenhum tipo de raciocínio, é estudo passivo.

Só que pela repetição dos conteúdos, você pode acabar decorando a matéria.

Mas a decoreba é uma memorização muito fraca, e também não significa que você aprendeu.

Leia também: Como estudar sem resumos

Videoaulas

Tentar transcrever tudo o que o professor fala também é passivo.

Ou, pior ainda, apenas assistir à aula sem fazer nenhum tipo de anotação.

Só que nas videoaulas o concurseiro tem a impressão que aprendeu, pois a explicação do professor tornou o assunto familiar.

Mas não confunda familiarização com retenção!

Estar familiarizado com a matéria é requisito para memorizar, mas não é condição suficiente que a consolidação das memórias aconteça.

Leitura e releitura

Quando você abre um caderno, legislação, livro ou PDF e simplesmente lê sem nenhum raciocínio, você está estudando de forma passiva.

Não é à toa que você frequentemente se distrai e perde o foco da leitura.

Se você estivesse realmente engajado com o material (estudo ativo), poderia manter a concentração na leitura por mais tempo.

Além disso, a releitura também gera a ilusão da fluência.

Esse fenômeno acontece quando você está familiarizado com o material e acha que sabe mais do que realmente sabe.

E isso te leva a subestimar o estudo futuro daquele assunto, pois acha que já aprendeu e não precisa se esforçar mais.

Grifos

Grifar não só não é técnica de estudos, como é um ato totalmente passivo.

Inclusive, existem estudos indicando que os grifos prejudicam o aprendizado, pois isolam partes da matéria do contexto.

E aí, quantas dessas técnicas você tem na sua rotina de estudos?

Será que agora você entende por que se esforça tanto, mas os resultados são abaixo do esperado?

Para buscar resultados melhores, é imprescindível que você reveja seus métodos e comece a aplicar o estudo ativo.

Técnicas de memorização com estudo ativo

Talvez agora que você já saiba o fundamento do estudo ativo tenha ficado mais fácil visualizar quais técnicas o aplicam.

Vamos recordar:

Se você faz esforço mental para se lembrar ou interagir com a matéria, você está estudando de forma ativa.

Então vejamos alguns exemplos de técnicas que comumente envolvem o estudo ativo!

Resolução de questões

Essa é provavelmente a técnica de estudo ativo mais conhecida.

Quando você resolve uma questão (sem colar do material), você precisa tentar se lembrar da matéria para encontrar a resposta.

E mesmo que você ache que não se lembra de tudo, a simples tentativa de recordar já ativa a memorização.

Mapas mentais

Para montar um mapa mental, você precisa exercitar o poder de síntese.

E a tentativa de resumir um longo material em algumas palavras-chave e imagens é esforço ativo.

Além disso, no mapa mental você trabalha sua capacidade de associação entre as diferentes partes da matéria.

Todos esses fatores, em conjunto, fazem dos mapas mentais uma poderosa ferramenta para o estudo ativo.

Validação

É possível associar a leitura com o estudo ativo, e a principal forma de fazer isso é por meio da técnica de validação.

Para aplicá-la, basta tentar evocar a matéria a cada parágrafo ou seção lida.

Ou seja, você fecha seu material e busca sintetizar em algumas frases tudo o que estudou naquele trecho.

É uma das formas mais poderosas de estudo ativo, pois te força a compreender e a prestar atenção a tudo o que lê.

Flashcards

Flashcards ou cartões de resposta são cartões que incluem uma deixa (dica) em uma das faces, e um conceito (explicação) na face oposta.

Quando você treina um flashcard, precisa tentar se lembrar da explicação para cada dica, antes de virar o cartão.

Ou seja, aqui também temos o princípio da recordação ativa sendo aplicado.

Outras técnicas de estudo ativo

As possibilidades de aplicação do estudo ativo são amplas, e podemos citar várias outras técnicas:

  • Fichamentos
  • Técnica das lacunas
  • Tabelas
  • Ensinar a matéria para alguém
  • Explicar para si mesmo
  • Associações estratégicas
  • Gravar áudios resumindo a matéria
  • Montar suas próprias questões
  • Resumo com palavras-chave
  • Técnica dos andaimes
  • Palácio da memória

Dentro da nossa mentoria, temos diversas aulas em que abordamos as técnicas de estudo ativo, aplicadas tanto ao estudo primário, quanto às revisões.

Como aplicar o estudo ativo para concursos

Agora que você já sabe o que é e o que não é o estudo ativo, sugiro que siga os passos a seguir:

  1. Avalie seu método atual, e identifique tudo o que você faz que NÃO é estudo ativo;
  2. Corte imediatamente essas técnicas;
  3. Escolha uma ou duas das técnicas aprendidas aqui e busque mais vídeos e artigos sobre elas;
  4. Após aprender bem a teoria das novas técnicas, comece a aplicar;
  5. Avalie o que funcionou e o que não funcionou, e volte no passo 3 em diante.

O segredo do estudo ativo é implementar cada vez mais técnicas diferentes.

Pois não é uma única técnica que vai te colocar no modo estudo ativo, como já falamos.

E sim o conjunto delas, executadas da forma correta.

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Leia também: Como melhorar a concentração nos estudos

Estratégias de resolução de prova para concursos

Nesse artigo você vai aprender estratégias de como iniciar, desenvolver e finalizar sua resolução de prova de concurso.

Introdução às estratégias resolução de prova

Antes de mais nada, preciso dizer que as estratégias de resolução de prova que traremos aqui não são nenhuma novidade.

No entanto, por motivos que desconheço, as pessoas insistem em ignorá-las – e acabam cometendo alguns dos erros que citaremos durante a prova.

Sempre no pós-prova recebo mensagens diretas de concurseiros e alunos, relatando que sabiam o conteúdo, mas não conseguiram administrar bem o tempo de prova.

E eu não quero que você seja o próximo a me mandar isso!

Então hoje quero te ensinar o básico da resolução de prova em concursos, para que você já comece a aplicar nos simulados e otimize seu tempo na primeira fase.

Vamos lá?

Como iniciar sua prova

Em primeiro lugar, mantenha a calma!

Tenha em mente que você se preparou o melhor que pôde para a prova, então você só precisa dar seu melhor agora, não tem com o que se preocupar – e ne mais o que fazer.

O pensamento correto ao pegar sua prova é “vou fazer a melhor prova que eu puder hoje”.

Pois pensar em coisas como “preciso passar” só colocam pressão desnecessária e tiram sua tranquilidade na hora da prova.

Leitura de reconhecimento da prova

Ao pegar a prova, dê uma lida por cima em toda ela.

Serve para ‘sanar’ a curiosidade, ativar o cérebro ao ler os tópicos das questões.

Tem pessoas que mal pegam a prova e já começam a responder questões, mas não conseguem se concentrar direito porque estão ansiosas para o que virá a seguir, porque querem ler (e resolver) todas as questões logo.

Então não seja essa pessoa!

Ao invés disso, faça uma leitura rápida de toda a prova antes de começar a responder as questões.

Tenha uma estratégia, mas continue flexível

Se você fez simulados durante seu tempo de preparação, é bem possível que tenha delineado uma estratégia de resolução de prova:

  • Qual parte da prova fazer primeiro;
  • Qual tempo máximo por questão;
  • Por quais disciplinas iniciar, etc.

No entanto, é importante ter flexibilidade para mudar sua estratégia quando pegar a prova no dia D.

Do contrário, você pode planejar começar pela matéria que tem mais afinidade, mas caso se depare com questões difíceis, já vai desanimar para o restante da prova.

Então você só deve escolher por onde começar depois que receber a prova e fizer a leitura rápida das questões.

Muitos vão direto naquela matéria que julgam ter mais facilidade, mas, ao se depararem com perguntas muito mais difíceis do que o esperado, se desesperam achando que não conseguirão resolver nada (da prova inteira!).

Quando entram as discursivas na resolução de prova?

De forma ideal, você deve definir quando entram as discursivas na sua própria estratégia desenvolvida ao longo dos simulados.

Não existe certo ou errado, ou seja, você decide se fará as discursivas no início, no meio ou no fim.

Mas é muito importante que você leia o comando das questões discursivas antes de iniciar a leitura de reconhecimento da prova objetiva.

Assim você terá tempo para ir pensando na sua redação, e você poderá até encontrar algumas ideias ao longo da prova objetiva.

Estratégias de desenvolvimento da prova

Depois do reconhecimento da prova, tendo identificado questões ‘fáceis’ que podem ser respondidas rapidamente, faça essas primeiro.

Se a questão for muito trabalhosa ou de imediato já não achar uma resposta, apenas elimine alternativas, e pule para a próxima questão que encontrar que seja fácil.

Então depois volte para responder as médias.

Por favor, não faça isso na resolução de prova!

Não passe tempo demais em questões difíceis, deixe-as para o final.

Além de gerar estresse, você podia estar usando esse tempo para resolver as outras questões mais fáceis.

Sem contar que a resposta pode vir à cabeça quando você ‘esquecer’ o assunto enquanto faz outras questões.

É inadmissível a quantidade de pessoas que fica presa a determinadas questões e acaba ficando sem tempo de resolver o restante da prova.

Então aqui a estratégia é simples: não sabe responder de imediato? Vá para a próxima questão!

Preste atenção no enunciado

Tenha muita atenção aos enunciados: “marque a CORRETA” ou “marque a INCORRETA” – inadmissível os erros por falta de atenção!

Além disso, muitas vezes quebramos a cabeça nas alternativas sem ter lido direito o enunciado.

Quando estiver em dúvida da resposta, volte ao enunciado e veja se identificou corretamente o que o examinador quer de você.

Muitos erros ocorrem por falta de atenção ao comando da questão, e não por falta de conhecimento.

Nunca mude suas respostas na prova

Não mude a resposta que você marcou primeiro, a não ser que você realmente lembre de algo que invalide sua resposta anterior!

As pessoas acreditam que quanto mais informações reúnem e mais tempo passam refletindo sobre determinado assunto, mais consciente será sua tomada de decisão.

Na verdade, nosso inconsciente encontra padrões em situações e comportamentos com base em partes muito pequenas da experiência.

Pra resumir: confie na sua intuição!

Tenha malícia na hora de resolver a questão

Não marque nenhuma alternativa “qualquer” com a confiança de que determinada questão será anulada depois.

Há muitos casos em que questões gritantemente erradas não foram anuladas.

Nesses casos, você precisa literalmente entrar na mente do examinador, pensar em possíveis pegadinhas que deram errado na hora de elaborar a questão, como ele pode ter tentado confundir o candidato.

Além disso, há muitos pontos controversos em diversas matérias, que são frequentemente exploradas em prova.

Então não importa se no seu livro estava escrito diferente, pois se na bibliografia usada pelo examinador a alternativa era correta, não haverá muita discussão – provavelmente a questão não será anulada!

Grave isso: o examinador não quer saber por onde você estudou, se estava escrito da mesma forma, se você tem o mesmo entendimento que ele.

O que importa é acertar a questão – daí a importância de se resolver milhares de questões e adquirir certa malícia ao responde-las.

Avalie todas as alternativas

Cuidado com a letra “A”!!!

É o lugar predileto do examinador para colocar as alternativas enganadoras, as pegadinhas.

Então jamais, em hipótese alguma, marque a resposta correta sem ler todas as alternativas.

Você não deve se acostumar a fazer isso nem em casa (quando você tem certa “liberdade para errar”).

É muito fácil perder informações ou detalhes importantes caso você faça esses julgamentos precipitados.

Nunca diga “é essa” e apenas leia por cima as outras alternativas.

Todas podem ser a resposta correta, e antes de comparar uma com a outra, você não terá certeza da resposta!!!

Finalizando a resolução de prova

Lembre-se sempre de reservar um tempo para passar as respostas para o gabarito ao final da prova.

O que eu fazia quando concurseira era, após responder as questões que praticamente certeza da resposta, já ir passando para o gabarito.

Assim eu tinha uma contagem de prováveis acertos, e ficava com todo o tempo restante apenas para me concentrar nas questões mais difíceis, as que fiquei em dúvida.

Mas, novamente, esse é o tipo de detalhe que você pode desenvolver enquanto faz simulados.

Então a única regra aqui é: não passe o gabarito correndo!

Essa parte deve ser feita com muita atenção, para tentar evitar erros.

Também, em hipótese alguma, mude suas respostas nesse momento – pelos mesmos motivos expostos acima.

Finalizando

Essas são as estratégias básicas de resolução.

Na mentoria, conseguimos entrar em detalhes como técnicas de chute, técnicas para se lembrar das respostas, e por aí vai.

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Leia também: Guia de estudos pós-edital: estratégias para estudar com prova marcada

Como estudar para discursivas em concursos

Se você tem dúvida de como estudar discursivas para concursos, esse artigo é para você!

Continue lendo para aprender as etapas da preparação para a prova discursiva de uma vez por todas.

Antes de estudar para discursivas…

Antes de mais nada, é importante saber de que forma sua discursiva será cobrada.

Por exemplo: serão questões dissertativas sobre atualidades, sobre o conteúdo programático do edital, e qual o gênero e tipo textual?

Dentro das questões sobre o conteúdo do edital podemos ter questões teóricas, estudos de casos, peças práticas, e por aí vai.

Assim, você deverá identificar essa informação no seu edital e buscar entender a estrutura da sua discursiva: ela tem introdução? Qual a “fórmula” para desenvolver os parágrafos?

Lembre-se que os examinadores geralmente seguem essas fórmulas para correção das discursivas (ex. Eles esperam uma introdução, argumentos e conclusão – nessa ordem).

Saiba que aprender a técnica de “como escrever a discursiva” é o primeiro passo.

Além disso, é importante identificar no edital os critérios de correção, mínimo e máximo de linhas, pontuação atribuída a cada critério de correção – tudo isso irá direcionar seu estudo.

Por exemplo, se você sabe que a banca desconta muitos pontos por erros gramaticais, poderá dar mais atenção a esse aspecto do que a outros critérios na hora de estudar para discursivas.

Exemplo de critérios de correção de um edital da banca CESPE:

Como estudar estudar para discursivas em concursos

Agora que você já passou pelas etapas iniciais de preparação, já vamos adiantar aqui: a principal forma de  estudar para discursivas em concursos é TREINAR muito.

Por isso, programe-se para fazer discursivas toda semana ou, pelo menos, a cada quinze dias.

Dessa forma, você já pode deixar alguns temas pré-definidos para não ter que ficar procurando na hora programada para escrever.

Também separe provas antigas condizentes com a forma com que será cobrada na sua prova, ou busque por temas inéditos de cursinhos na internet.

E você também pode montar um grupo de estudos em que cada um elabora um tema para os outros, formando, assim, uma coleção de temas para todos usarem.

Tendo a sua “fórmula” da discursiva em mãos, só resta começar a escrever!

Estudo da Língua Portuguesa

Para se dar bem em discursivas, também torna-se imprescindível o estudo constante de Língua Portuguesa, tanto da gramática quanto da estrutura dos textos.

Assim, há vários cursos de redação que te dão algumas “fórmulas” que devem ser seguidas na hora de montar cada tipo de texto.

E um bom curso também trará conteúdos sobre as principais normais gramaticais que você deve conhecer para escrever uma boa discursiva.

Importante notar que, muitas vezes, não será um especialista no tema em questão que irá corrigir sua discursiva, mas sim um professor de Língua Portuguesa que seguirá certos critérios pré-estabelecidos.

Isso ressalta ainda mais a necessidade de se seguir uma estrutura conhecida e não negligenciar o estudo da língua portuguesa.

Às vezes a ‘cara’ da redação (ortografia correta, letra bonita, coerência, coesão) acaba tendo mais peso do que o próprio conteúdo – novamente, ressaltamos a importância de se conhecer os critérios do seu edital.

Correção das redações

Além da prática, também é ideal ter alguém para corrigir sua discursiva baseado nos critérios do seu edital.

Para isso, há professores e servidores especializados nesse serviço, mas caso não consiga arcar com esse custo, encontre um “companheiro de discursiva” para trocar redações, e um corrige a discursiva do outro.

Após a correção, analise as observações feitas e tente reescrever a redação após um tempo, seguindo as recomendações feitas.

Vale notar que a correção da discursiva não serve só pra você ver sua nota e saber se está indo bem ou mal.

Assim, todos os aspectos da correção e observações do professor devem servir de feedback para as próximas discursivas.

Ou seja, você estuda o que errou, onde precisa melhorar, e aplica ações corretivas para a próxima redação.

Como estudar para discursivas de atualidades

Caso sua discursiva seja do tema atualidades, será necessário manter um estudo concomitante desses conteúdos.

A principal forma de fazer isso é entrando em um bom cursinho que trabalha temas da sua carreira, além da leitura de artigos e livros para que você consiga construir um raciocínio crítico sobre possíveis temas.

Nessa modalidade de discursiva, não basta acompanhar o noticiário ou ler jornal todos os dias.

Você precisa saber desenvolver um raciocínio crítico e lógico e, principalmente, saber colocar isso no papel.

Veja nesse nosso artigo como estudar atualidades para concursos mais informações sobre essa parte do estudo para discursivas.

Como estudar para discursivas de Perícia Criminal

É comum que nas provas da área da perícia criminal sejam cobradas questões teóricas ou estudos de caso sobre o conteúdo específico de cada carreira.

Para estudar para essa modalidade, é imprescindível um bom domínio teórico dos principais tópicos do seu conteúdo programático.

Pois a prevalência de cobrança dos temas na prova discursiva segue a mesma prevalência da prova discursiva, então você deve dominar o que mais cai ou já caiu em concursos.

Aqui, novamente, a prática é essencial.

Não se estuda para a discursiva apenas lendo a teoria, ou apenas fazendo questões múltipla-escolha.

Então você precisará também buscar provas anteriores que tenham esses modelos de cobrança para treinar (como as da PCDF 2016 e PCPE 2016). 

Leia também: como é a prova discursiva para Perito Criminal

Finalizando

Por fim, não deixe para estudar para discursivas nas vésperas da prova.

O estudo deve ser constante e com muita prática.

De nada adianta dominar a teoria e fazer cinco cursos de redação, e não fazer nenhuma discursiva.

Se você gostou do conteúdo, lembre-se de compartilhar!

Até mais.

 

Falta motivação para estudar? Saiba o que fazer!

Se te falta motivação para estudar, bora aprender nesse artigo várias estratégias para contornar esses momentos mais difíceis!

Falta motivação para estudar?

Anda desmotivado e sem conseguir estudar ultimamente?

Tem alguns dias animados mas na maioria deles tem muita dificuldade pra “pegar no tranco”?

Ou, ainda, está desanimado com seus próprios resultados?

Se você respondeu “sim” a alguma das perguntas acima, acho que pode se beneficiar de algumas dicas pró-motivação que eu darei aqui!

Bom, a realidade é que você não pode depender SÓ de motivação pra estudar.

Até porque se fôssemos esperar pra acordar dispostos e morrendo de vontade de passar o dia com a bunda na cadeira, nunca estudaríamos, não é mesmo? Haha

Mas sei que todo mundo rende melhor quando se sente bem, então esse é o objetivo do post: te fazer encontrar uma energia extra pra estudar e, quem sabe assim, se sentir mais motivado pra continuar estudando!

Então vamos ver várias táticas pra te ajudar nisso.

Leia também: como um plano de estudos pode te ajudar a passar no concurso.

#1 Reconecte-se com o seu propósito

A maior motivação que você ter é o seu próprio objetivo.

Então reflita: por que você está estudando?

Aqui, tente ir além do óbvio “pra ser aprovado, “pra ter dinheiro”.

Claro que são motivos válidos, mas pense também no que você conquista depois – segurança, conforto, estabilidade?

Reconectar-se com o seu propósito é a primeira medida a ser tomada quando te falta motivação para estudar.

E também vale se lembrar diariamente da sua motivação, fazendo um quadro dos sonhos, por exemplo!

#2 Diminua suas expectativas

Muitos ficam desmotivados justamente porque esperam DEMAIS de si mesmos e quase nunca alcançam suas metas.

Então a melhor maneira de driblar isso é tendo minimetas, mini-hábitos.

Para combater a falta de motivação, foque em ter pequenas mas significativas conquistas.

Se a meta era estudar 100 páginas, por que não diminuiu para 10 páginas?

Sempre é melhor fazer menos e se sentir bem por isso, do que não fazer nada, e se sentir pior ainda.

#3 Use recompensas para estudar

Nada melhor do que estudar sabendo que terá uma recompensa se cumprir suas metas.

Então não deixe que o estudo seja apenas uma obrigação, e tenha “presentes” para si mesmo toda vez que cumprir o que definiu.

Pode ser assistir um episódio da sua série preferida, ler um livro, sair com os amigos, você decide.

E algumas pessoas até usar a marcação em controles de estudo como recompensa nessa etapa. Vale tudo o que te fizer se sentir melhor.

Sem gratificações imediatas é fácil demais se sentir desmotivado, porque a recompensa maior que virá dos estudos (a aprovação) está ainda distante temporalmente, e nosso cérebro não acha isso nada legal.

De acordo com os maiores especialistas em hábitos e força de vontade, uma das melhores maneiras para fugir da falta de motivação é justamente estabelecer essas recompensas imediatas.

#4 Foque nos seus sucessos

Em vez de prestar atenção em quantas questões ainda está errando, porque não comemora mais seus acertos?

Temos o péssimo hábito de não olhar para os nossos sucessos, para o quanto já conquistamos, e nos esquecemos de ver o quanto já evoluímos.

E isso se torna ainda mais relevante no caso dos concursos, em que você descobre todo um mundo novo de informações “não aprendidas” cada vez que avança na matéria.

Então pra variar, foque nos seus sucessos.

Olhe para trás e veja o quanto já estudou, o quanto já evoluiu.

Parabenize-se mais e verá a motivação aumentar!

#5 Gere emoções positivas

Sempre que precisamos fazer algo que exige muito de nós é recomendado fazer algo positivo para balancear suas emoções.

Por exemplo, você pode ouvir algumas músicas que te animam, ou brincar com seu cachorro antes de começar a estudar.

Enquanto estuda também dá para colocar essa estratégia em prática, fazendo algo que você goste – mas que não te tire a atenção, por exemplo, comendo um capuccino ou um docinho.

E também há a possibilidade de ouvir uma playlist de músicas que você gosta, ou colocar uma música no repeat – o que é uma estratégia também utilizada para aumentar a concentração:

No seu livro On Repeat: How Music Plays the Mind, a psicóloga Elizabeth Hellmuth Margulis explica por que ouvir música repetidamente melhora o foco. Quando você está ouvindo uma música repetidamente, tende a se dissolver na música, o que impede a mente divagar.

Então veja só: uma estratégia = dois problemas resolvidos!

#6 Entre em contato com quem te motiva

Pode ser um aprovado no cargo que você almeja, um amigo dedicado ou um parente que te apoia incondicionalmente.

Não há nada melhor para dar aquele gás de motivação do que falar com alguém que te inspira a ser e fazer melhor!

E aqui também vale procurar por vídeos que te motivam, ler sobre a atuação no seu cargo, histórias de aprovado.

Você verá que todos que estão onde você quer chegar agora também já passaram por muitos obstáculos.

#7 Dedique-se em construir o hábito de estudos

Por fim, lembre-se que quanto mais firme seu hábito de estudos, menor a motivação necessária para começar a estudar.

É a mensagem que eu sempre passo na nossa mentoria: foque sempre em construir disciplina para ficar menos sujeito às suas oscilações de humor.

Para estratégias pra construir hábitos de estudos, leia também este artigo: Como Construir Hábitos de Estudo 

Motivação faz bem, mas na dose certa.

Espero que tenham gostado do artigo, e lembrem-se de compartilhar!

Até mais.

Como escolher o melhor material para concurso

escolhendo material

Você sabe como escolher o melhor material para concurso?

Continue lendo para aprender sobre os principais fatores que influenciam na escolha do seu material de estudos!

A escolha do material para concurso

Como já falamos anteriormente sobre os pilares do método de estudos ideal, sem um material confiável e completo é impossível ter qualidade nos estudos.

Assim, o concurseiro deve evitar “investimento” em materiais de qualidade duvidosa, desatualizados, rateios, ou em materiais que não sejam compatíveis com seu nível de estudos na matéria.

Da mesma forma, o tipo de mídia também deve ser avaliado, a fim de escolher uma que leve ao melhor aproveitamento a longo prazo.

Quando você escolhe o material com consciência, tem mais chances de acelerar e tornar seu estudo eficiente, além de conseguir poupar dinheiro.

Então para te auxiliar na escolha do melhor material para concurso, para seu caso, vamos falar agora mais extensamente dos cinco fatores de maior impacto nessa decisão, que são:

  • Tipo de mídia
  • Conhecimento na disciplina
  • Dificuldade
  • Professores
  • Referências

Leia também: quais matérias estudar para Perito Criminal

Tipo de mídia

O tipo de mídia do seu material para concurso é o primeiro fator que deve ser analisado na hora de fazer a escolha.

Aqui, você deve escolher o formato do seu material de estudo: livro, PDF, videoaula, podcast? É texto ou áudio? Físico ou digital?

Por exemplo, quando eu estudava para concursos, acabei comprando um Vade Mecum por influência dos meus colegas concurseiros.

E esse foi um dos piores investimentos que fiz, mal usei o Vade Mecum e acabou sendo um dinheiro jogado fora.

Por que?

Porque eu não tinha condições de carregar um livro tão grande quanto esse, mal tinha espaço no meu local de estudos pra manusea-lo direito, então não foi uma boa opção para mim.

Com o tempo, descobri que o tipo de mídia que mais se encaixa com as minhas necessidades eram os materiais digitais e escritos, que pudessem ser acessados de qualquer lugar.

Outro caso seria o das pessoas que estão constantemente em deslocamentos, que poderiam fazer maior proveito de aulas em áudio, caso estejam dirigindo, ou videoaulas.

Então antes de comprar qualquer material você precisa analisar qual se adapta melhor às suas necessidades e afinidade por cada tipo de mídia.

Nível de conhecimento na disciplina

Se você já usou um material e pensou: “não tenho a mínima ideia do que isso quer dizer”?, é um sinal de que estava com um material não adequado ao seu nível de conhecimento.

Na minha época de concursos lembro de ter comprado um livro de Direito Penal, do Rogério Sanches, que na verdade só fui usar no meu último ano de estudos.

Simplesmente era um material aprofundado demais para quando comecei a estudar Direito, e não consegui ficar “em paz” com ele antes de ter um conhecimento razoável em Direito Penal.

Então é essencial que você avalie: o quanto você já sabe dessa matéria? É um iniciante ou tem certa base? Já tem amplo conhecimento na disciplina?

Assim poderá escolher um material de complexidade compatível com seu nível de estudos, respeitando seu ritmo de aprendizagem.

Por exemplo, alguns materiais como livros e doutrinas são ótimos para quem tem uma base sólida na matéria.

Já os iniciantes devem focar em aprender o básico da matéria primeiro, dando preferência a materiais mais enxutos e de didática melhor, como sinopses e cursinhos.

Se você não escolhe um material adequado ao seu conhecimento na matéria poderá estudar conteúdos desnecessários, desanimar com tantas informações e não conseguir filtrar o que é mais importante.

Dificuldade na matéria

Escolher o material para concurso que seja compatível com a sua dificuldade na disciplina segue os mesmos princípios do nível de conhecimento.

Engana-se quem sofre com a matéria e acha que precisa de materiais mais complexos para conseguir entender melhor.

Na realidade, o que você precisa é exatamente o contrário!

Quem tem muita dificuldade na matéria precisa de materiais mais básicos, “para iniciantes”, com uma didática muito clara e sem apego a detalhes.

Assim, o aluno consegue avançar na matéria respeitando sua relação com a disciplina, e aprende o mais básico primeiro, antes de avançar para partes mais complexas.

Esses dois itens, conhecimento e dificuldade, são pontos-chave para uma boa compreensão das matérias.

Tanto que um ponto crucial no nosso plano de estudos Foco é estudar o perfil do aluno para fazer indicações que sejam compatíveis com sua afinidade com as matérias.

Professores

Se você não “vai com a cara” do professor, fica mais difícil de entender a matéria.

Há evidências científicas indicando que se você tem empatia e conexão com a pessoa, absorverá melhor o conteúdo que ela está te passando.

Então veja, é muito importante se identificar com o professor e com a didática dele.

Já parei de consumir aulas de um determinado cursinho pois na época as ideologias da equipe não estavam de acordo com os meus princípios, e eu já sentia certo afastamento na hora de ver as aulas.

É claro que essa relação não funcionaria, né?

Assim, é essencial que você conheça quem está ministrando as aulas antes de compra-las, usando os materiais de demonstração do curso e dos livros.

Também procure por aulas do cursinho e do professor na internet, referências, redes sociais.

Analise se o estilo de aula está de acordo com o que você procura.

Por fim, evite adquirir combos em que você não pode escolher o professor para cada disciplina (os famosos combos), dando preferência para escolha individual de cada matéria.

Referências sobre o material

Quando estamos procurando como escolher o melhor material para concurso é natural ouvir opiniões a respeito dos materiais cotados.

No entanto, sabemos que dois fatores principais podem estar afetando as indicações que você recebe:

  1. A necessidade dos cursinhos e editoras de “vender” seu peixe a qualquer custo
  2. E a opinião de pessoas que têm pouca ou nenhuma experiência com concursos

Assim, você precisa analisar quem está emitindo a opinião, se é confiável, se tem conhecimento sobre o material ou está “no mesmo barco” que você.

Já vi concurseiro indicando um material ruim para mais pessoas (meu julgamento), sem nunca ter prestado uma prova, sem realmente validar a qualidade daquela fonte.

Ou, ainda, pode ser alguém divulgando o material para receber comissão, mas que sequer estudou por ele ou avaliou se era no mínimo razoável.

Não vou citar nomes, pois não estou aqui para apontar dedos, mas eu já conversei com um influencer bem famoso da minha área, e perguntei se o material que ele divulgava nas redes era realmente bom.

E a resposta foi: “Não sei dizer, mas estou ganhando X reais por curso vendido”.

E, infelizmente, eu tenho que dizer que tem muita gente que se aproveita da influência no nosso meio para obter vantagem sobre os concurseiros “desesperados por material”.

Eu sei disso porque já estive dos dois lados: já fui a pessoa que acreditava no cara que indicou o material e, hoje, sou a influencer (não gosto desse termo!) com a oportunidade de conhecer a “verdade” por trás de muita indicação que de honesta não tem nada.

Então eu sugiro que você avalie criticamente a referência sobre o material que está pesquisando.

Quem está divulgando? Você confia nessa pessoa?

O Mapa tem material para concurso?

Aproveito para fechar esse artigo explicando melhor um ponto que muita gente tem dúvida: se os nossos planos de estudo incluem videoaulas e PDFs.

Então quero esclarecer que o Mapa não é um cursinho preparatório, e nós não vendemos materiais de estudo, e sim estratégia para a aprovação.

E eu digo com muita confiança que nenhum cursinho, nenhuma aula ou PDF vai te proporcionar o que nós oferecemos, por três razões principais:

Primeiro que os cursinhos te fazem ser um acumulador de material, ofertando cursos novos, assinatura vitalícia e cada hora é uma novidade.

E a gente não quer que você compre mais materiais de estudo, e sim que tire melhor proveito do material que já tem (por isso a importância de, em primeiro lugar, escolher um bom material, entende?!).

Segundo ponto é que você pode ter o melhor material do mundo, mas se você não tiver disciplina pra sentar e estudar e não souber como se organizar, esse material não serve pra nada.

E isso não acontece no Mapa, porque nós deixamos que você use o seu tempo pra estudar de forma consistente e cuidamos da organização dos estudos pra você.

Finalmente, terceiro, é que diferentemente da maioria dos cursos que você vai encontrar, o nosso direcionamento é totalmente específico para os cargos com que trabalhamos.

Tanto que nosso trabalho é focado em carreiras policiais e da perícia, o que permite esse nível de especialidade que nenhum cursinho vai ter.

Então não, nós não somos um cursinho preparatório – e não temos pretensão de ser!

Nós fornecemos estratégia aos alunos, em vez de mandar mais material de estudo.

E no fim, quem você acha que passa primeiro no concurso? Quem acumulou mais material ou quem estudou direito?

Escolha o melhor material para concurso… para você!

Então veja que, uma vez escolhido um material bacana para você, só vai te restar estudar – bunda na cadeira!

Sem ir correndo comprar mais material toda vez que abre um edital, ou toda vez que o cursinho faz promoção.

Dedique-se em encontrar o SEU melhor material para concurso.

Espero que tenham gostado do artigo, e que façam escolhas mais sábias de agora em diante!

Ah, compartilhe se essas informações foram úteis pra você.

Até mais.

Leia também: como escolher um curso preparatório para Perícia Criminal

O que todo iniciante em concursos deveria saber

menina estudando

Existem algumas coisas que todo iniciante em concursos deveria saber antes de dar início aos seus estudos para concursos.

E não, não estamos falando de técnicas de estudo e de organização, e sim de detalhes que quase ninguém conta!

Trata-se daqueles ensinamentos e experiências que só vivendo pra aprender.

Mas nós, do Mapa, estamos aqui para te adiantar alguns deles.

E aí, pronto para algumas revelações?

O que todo iniciante em concursos deveria saber

É normal começar a estudar para concursos e se sentir perdido com tanta informação.

Ou, ainda, achar que a matemática é simples e que é “só estudar” que a aprovação virá.

Para evitar maiores frustrações, resolvemos escrever esse artigo com informações essenciais para todo iniciante em concursos.

E não vamos falar de “como passar em concursos”, até porque já fizemos um artigo sobre isso (leia aqui os 10 passos para ser aprovado em concursos públicos).

Além disso, se você leu alguma coisa sobre concursos já deve ter se deparado com essas informações.

Você vai aprender coisas que só quem já está na caminhada dos concursos há algum tempo aprendeu.

Algumas verdades que quase ninguém conta.

Mas nós, do Mapa, vamos abrir o jogo!

Então eu, Leilane vou contar um pouco da minha experiência a vocês, e dizer como cada uma dessas descobertas mudou o rumo dos meus estudos de alguma forma.

Vamos lá!

Leia também: como funciona concurso público

Não é só estudar

A primeira verdade que eu descobri quando era iniciante em concursos foi: “não é só estudar”.

Se você já pensou que “é só se dedicar bastante, estudar muitas horas, que a aprovação virá”, não podia estar mais enganado!

Mas fique tranquilo, creio que todos já pensaram assim.

Depois que passa a empolgação de iniciante, você percebe que não é só estudar.

E percebe que a jornada dos concursos exige uma preparação emocional, antes de mais nada.

Então a fórmula vai de “só acumular conhecimento” a “acumular conhecimento E aprender a lidar com reprovações, aprender a ser mais humilde, a fazer sacrifícios, a lidar com seu maior concorrente (você mesmo), além de ter que cuidar de aspectos como exercícios físicos, sono e alimentação“.

Eu já vi pessoas desistirem quando estavam tão perto de alcançar a aprovação.

Gente que começou sabendo muito mais que eu, mas que não conseguiu administrar sua mente ao longo caminho.

O que o iniciante em concursos não sabe é que a aprovação vai muito além de só estudar.

Mas agora você sabe!

Você precisa aprender a aprender antes de aprender

Um outro conhecimento, muitas vezes negligenciado até pelos estudantes mais avançados, é que você precisa aprender a aprender antes de aprender.

O que isso significa?

Que não basta ter os melhores cursos e livros, se você não souber como abordar esse material da melhor maneira, o tempo investido nele pode ser um desperdício.

E não há melhor professor nesse sentido do que você mesmo.

O concurseiro que passa uma parte do seu tempo afiando o machado, aprendendo sobre técnicas de estudo, organização e administração do emocional, passa na frente de quem estuda mais horas mas não se preocupa em melhorar sua técnica.

Cito aqui o especialista Gabriel Henrique Pinto, que resume muito bem o que seria o “aprender a aprender”:

“Se alguém quer começar na academia ou a correr no parque, deve comprar um bom tênis e aprender as melhores formas de fazer seus exercícios. Da mesma maneira, um cozinheiro precisa amolar suas facas antes de cozinhar, e o pescador deve preparar suas varas e anzóis. O mesmo ocorre com quem quer passar em um concurso público.”

Após meu primeiro concurso, percebi que tinha feito algumas coisas certas, muitas erradas, mas não sabia ao certo ainda como melhorar.

Ainda no aeroporto de volta para casa, comecei a ler um livro que havia levado na viagem “Como Estudar para Concursos“, do Alexandre Meirelles.

E esse livro me salvou!

Porque sem ele, poderia ter continuado fazendo as mesmas coisas, e obtendo o mesmo resultado mediano.

Além de todo ensinamento que adquiri, me abriu as portas para o mundo do “aprender a aprender”.

Então  partir desse momento, vi que sempre teria como otimizar meus processos, o que me levou a uma jornada de autoconhecimento e melhoria contínua dos métodos que utilizava.

E não tenho dúvida de que essa jornada contribuiu muito para as minhas aprovações em primeiro lugar, um ano depois!

O material mais caro nem sempre é o melhor

É natural que o iniciante em concursos procure no valor do material a referência que lhe falta de outras pessoas.

Afinal, o mais caro deve ser o melhor, não é mesmo?

Errado!

E sim, é bem possível que o caro seja melhor que o barato.

No entanto, o concurseiro que inicia com esse pensamento corre o risco de se tornar um acumulador de material ao longo do tempo, achando que sempre haverá um mais completo ou mais didático.

Quando na verdade, o melhor material é aquele que você constrói, de preferência com suas próprias palavras, esquemas e imagens.

Não é o mais famoso, e sim aquele que você desenvolve com o conhecimento adquirido de revisões e exercícios.

Então, em vez de se preocupar com o próximo material que você vai adquirir, é sempre melhor trabalhar no material que você já tem.

Os concorrentes não são seus inimigos

Quem está iniciando os estudos para concursos pode ser levado a pensar que os concorrentes são seus inimigos.

Mas não existe pensamento mais enganoso e prejudicial do que esse!

Quando eu estudava para concursos encontrei amizades que permanecem até hoje.

Até hoje todos se ajudam, se não com grupos e estudo e compartilhamento de materiais, com um ombro amigo, com experiências.

Aliás, o que eu fazia para os meus grupos de estudo foi a base do que hoje é a metodologia do Mapa Concursos! Ainda tem dúvidas de que a concorrência rendeu bons frutos?

É claro que é possível chegar à aprovação sem a ajuda de ninguém, mas digo por experiência própria, que com amigos concurseiros você chega mais longe e mais rápido.

Então veja que a concorrência só é o inimigo se você permitir.

Se estiver disposto a ajudar e ser ajudado, ela se torna o aliado.

Não importa quantas horas você estuda

Muitas pessoas que começam a estudar para concursos logo se preocupam com total de horas líquidas, em estudar mais e mais, se preocupam com o quanto o outro está estudando ou deixa de estudar.

Mas depois que você adquire certa experiência na jornada, percebe que tempo de estudo é um dos seus menores problemas.

Como já falei em “não é só estudar”, você não precisa só de tempo.

Você precisa de dedicação além da média, persistência, resiliência, disciplina, precisa estar disposto a escutar seu corpo e sua mente, e a se conhecer cada vez melhor.

Porque de nada adianta ter todo o tempo do mundo para estudos, se você procrastina, se só enrola ou, ainda, se estuda até a exaustão.

Em última análise, o examinador não quer saber quantas horas você estudou, e sim quantas questões acertou na prova.

Então pare de se preocupar com essas métricas de vaidade e comece a ir atrás do que realmente importa para a aprovação.

Todo aprovado já foi iniciante em concursos

Por fim, nem todo iniciante em concursos se dá conta de que todo aprovado já foi… iniciante!

Pois é, ninguém nasceu sabendo como passar em concursos, muito menos com o artigo 5º da Constituição na ponta da língua.

Então todos os fatores que mencionei aqui podem ser aprendidos, e todos os obstáculos podem ser contornados.

É importante respeitar seu ritmo de aprendizado, mas lembre-se sempre: você PODE aprender com os erros e os ensinamentos dos aprovados e passar mais rápido pela fase de “iniciante”.

Use o conhecimento a seu favor, seja estratégico.

E não seja um iniciante em concursos por muito tempo!

Veja também: Como passei nos concursos que prestei

5 dicas para estudar para concursos gastando pouco

dinheiro concursos

Se você procura estudar para concursos se mantendo dentro do orçamento, confira nesse post: como conseguir materiais e cursos gratuitos para concursos, como conseguir descontos e várias dicas para estudar gastando pouco!

 

Como estudar para concursos gastando pouco

Sabemos que a jornada dos concursos públicos é um verdadeiro investimento, não só em relação ao que se gasta em materiais de estudo, mas também em inscrições de concurso, passagens, hospedagens, e vários outros gastos.

Para te ajudar se manter dentro do orçamento preparamos esse post em que você vai aprender, dentre outras dicas:

  • Onde encontrar cursos gratuitos para concursos
  • Como gastar pouco com materiais
  • De que forma pode conseguir descontos em cursos e livros

Então continue acompanhando para saber dessas cinco dicas que vão te ajudar a economizar muito dinheiro na hora de estudar para concursos.

 

1 – Curso gratuito para concurso

Antes de investir dinheiro em cursos caríssimos, saiba que há muito material gratuito de qualidade na Internet.

Então vamos indicar algumas fontes onde você pode encontrar uma diversidade de materiais de estudo, permitindo o início da preparação mesmo para quem não tem condição nenhuma de investir em materiais no momento:

  • YouTube: possui muitas aulas gratuitas de cursinhos, aulões pré-prova, além de canais de professores que chegam a compartilhar aulas completas de uma disciplina;
  • Sites de cursinhos: além das aulas de demonstração dos cursos, também é possível encontrar uma infinidade de artigos e materiais gratuitos para estudo. Alguns exemplos: Gran Cursos, Estratégia, Direção, Focus, Exponencial, Eu Quero Passar.
  • Dizer o Direito: atualize seu material de direito acompanhando as atualizações desse site, que disponibiliza gratuitamente informativos, novidades legislativas, principais súmulas, dentre outros conteúdos;
  • Direito Net: conteúdos de direito atualizados, e acesso a alguns resumos e questões de concursos no plano gratuito;
  • PCI Concursos: possui muitas aulas gratuitas das disciplinas mais cobradas em concursos, além de disponibilizar download de provas anteriores e dicas de estudo.

De modo geral, todos os conteúdos acima podem ser acessados buscando-se pelo nome da disciplina e tópico no Google.

Só tenha cuidado com as fontes que seleciona, prezando pela qualidade do material.

E atenção: não entre em grupos de rateio ou sites relacionados a pirataria de materiais! Esse tipo de conduta configura como crime, e pode ser motivo para eliminação do candidato em uma etapa de investigação social.

Cursos para matérias básicas

Especificamente em relação às matérias básicas para concursos, como matemática, química, português, existe uma série de sites de vestibular e graduação que podem te ajudar, como:

Como estudar Direito Penal

Se você precisa estudar a disciplina de Direito Penal, pode aproveitar e baixar o nosso e-book gratuito onde ensinamos como estudar os crimes da parte especial do Direito Penal.

Para baixar, é só acessar esse link e deixar seu e-mail para receber o e-book.

 

2 – Gaste pouco com materiais usados

Além dos materiais gratuitos, também é possível economizar bastante optando por materiais usados.

Nesse caso, você pode procurar principalmente pelos aprovados nos concursos da sua área, que podem estar se desfazendo dos materiais que usaram durante sua preparação.

Outra opção também é a procura em sebos, sejam eles físicos ou online (indicamos o Estante Virtual).

Só tenha cuidado com materiais muito antigos e desatualizados, te levando a erros caso você não use nenhuma fonte mais recente. Assim, essa dica é principalmente importante no caso de materiais de Direito.

Então se for usar materiais usados, sempre verifique o ano do material, se houve muitas atualizações legislativas desde então, e tente acompanha-lo com a legislação atualizada, que pode ser baixada das plataformas do governo.

 

3 – Descontos em cursos e livros para concursos

Você também pode estudar para concursos gastando pouco procurando por descontos na hora de adquirir seus materiais.

Para isso, acompanhe sempre as redes sociais e newsletter dos cursinhos, editoras e professores.

Geralmente eles divulgam promoções e descontos em épocas comemorativas, então sempre que possível espere por datas como dia do professor para comprar novos materiais.

Além dos descontos divulgados, você pode também entrar em contato com os cursinhos e tentar conseguir uma desconto para compra em grupo, caso conheça mais pessoas interessadas no mesmo curso.

Outra dica aqui é dar prioridade a cursos pré-edital, que normalmente são bem mais baratos que os mesmos cursos publicados após a publicação do edital.

E veja que iniciar os estudos com antecedência tem não só a vantagem de te deixar mais preparado para a prova, como também uma possível economia de dinheiro!

 

4 – Não compre mais de um curso da mesma matéria

É comum que ao avançar nos estudos para concursos, muitas pessoas se sintam tentadas a adquirir mais um material da mesma matéria.

Então a menos que seu material esteja muito antigo, desatualizado ou incompatível com o seu nível de estudos, recomendamos que você resista ao máximo a esse impulso!

Assim, o melhor é manter uma fonte principal única da matéria, e ir complementando com os materiais gratuitos que encontrar, em vez de querer comprar novos materiais.

Além de economizar, ao fazer isso você estará mantendo seu material mais organizado e completo.

 

5 – Escolha bem onde e com quem estudar para concursos

A escolha de onde e com quem estudar também poderá influenciar no quanto você vai gastar com concursos públicos.

Quando você opta por cursinhos presenciais, por exemplo, tende a gastar mais tempo e dinheiro com deslocamentos até o local, além dessa modalidade ser mais cara geralmente.

Por isso, se possível opte pelos cursos online, que oferecem preços menores e maior flexibilidade.

Além dos cursos online, uma opção mais barata também é estudar em bibliotecas públicas. Nesse caso, você une o local de estudos com a disponibilidade de materiais gratuitos, podendo utilizar para consulta os próprios livros e computadores da biblioteca.

Já a escolha de “com quem” estudar pode impactar quando você participa de grupos de estudo, em que os colegas podem compartilhar materiais, conhecimentos e também técnicas de estudo.

Para finalizar, ressaltamos a importância de sempre avaliar a qualidade dos materiais e das escolhas que faz na hora de estudar para concursos, pois às vezes uma economia de dinheiro pode te custar meses ou anos até a aprovação.

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Leia também: Falte tempo para estudar? Aprenda como se organizar!

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