Falta motivação para estudar? Saiba o que fazer!

Se te falta motivação para estudar, bora aprender nesse artigo várias estratégias para contornar esses momentos mais difíceis!

 

Falta motivação para estudar?

Anda desmotivado e sem conseguir estudar ultimamente?

Tem alguns dias animados mas na maioria deles tem muita dificuldade pra “pegar no tranco”?

Ou, ainda, está desanimado com seus próprios resultados?

Se você respondeu “sim” a alguma das perguntas acima, acho que pode se beneficiar de algumas dicas pró-motivação que eu darei aqui!

Bom, a realidade é que você não pode depender SÓ de motivação pra estudar.

Até porque se fôssemos esperar pra acordar dispostos e morrendo de vontade de passar o dia com a bunda na cadeira, nunca estudaríamos, não é mesmo? Haha

Mas sei que todo mundo rende melhor quando se sente bem, então esse é o objetivo do post: te fazer encontrar uma energia extra pra estudar e, quem sabe assim, se sentir mais motivado pra continuar estudando!

Então vamos ver várias táticas pra te ajudar nisso.

 

#1 Reconecte-se com o seu propósito

A maior motivação que você ter é o seu próprio objetivo.

Então reflita: por que você está estudando?

Aqui, tente ir além do óbvio “pra ser aprovado, “pra ter dinheiro”.

Claro que são motivos válidos, mas pense também no que você conquista depois – segurança, conforto, estabilidade?

Reconectar-se com o seu propósito é a primeira medida a ser tomada quando te falta motivação para estudar.

E também vale se lembrar diariamente da sua motivação, fazendo um quadro dos sonhos, por exemplo!

 

#2 Diminua suas expectativas

Muitos ficam desmotivados justamente porque esperam DEMAIS de si mesmos e quase nunca alcançam suas metas.

Então a melhor maneira de driblar isso é tendo minimetas, mini-hábitos.

Para combater a falta de motivação, foque em ter pequenas mas significativas conquistas.

Se a meta era estudar 100 páginas, por que não diminuiu para 10 páginas?

Sempre é melhor fazer menos e se sentir bem por isso, do que não fazer nada, e se sentir pior ainda.

 

#3 Use recompensas para estudar

Nada melhor do que estudar sabendo que terá uma recompensa se cumprir suas metas.

Então não deixe que o estudo seja apenas uma obrigação, e tenha “presentes” para si mesmo toda vez que cumprir o que definiu.

Pode ser assistir um episódio da sua série preferida, ler um livro, sair com os amigos, você decide.

E algumas pessoas até usar a marcação em controles de estudo como recompensa nessa etapa. Vale tudo o que te fizer se sentir melhor.

Sem gratificações imediatas é fácil demais se sentir desmotivado, porque a recompensa maior que virá dos estudos (a aprovação) está ainda distante temporalmente, e nosso cérebro não acha isso nada legal.

De acordo com os maiores especialistas em hábitos e força de vontade, uma das melhores maneiras para fugir da falta de motivação é justamente estabelecer essas recompensas imediatas.

 

#4 Foque nos seus sucessos

Em vez de prestar atenção em quantas questões ainda está errando, porque não comemora mais seus acertos?

Temos o péssimo hábito de não olhar para os nossos sucessos, para o quanto já conquistamos, e nos esquecemos de ver o quanto já evoluímos.

E isso se torna ainda mais relevante no caso dos concursos, em que você descobre todo um mundo novo de informações “não aprendidas” cada vez que avança na matéria.

Então pra variar, foque nos seus sucessos.

Olhe para trás e veja o quanto já estudou, o quanto já evoluiu.

Parabenize-se mais e verá a motivação aumentar!

 

#5 Gere emoções positivas

Sempre que precisamos fazer algo que exige muito de nós é recomendado fazer algo positivo para balancear suas emoções.

Por exemplo, você pode ouvir algumas músicas que te animam, ou brincar com seu cachorro antes de começar a estudar.

Enquanto estuda também dá para colocar essa estratégia em prática, fazendo algo que você goste – mas que não te tire a atenção, por exemplo, comendo um capuccino ou um docinho.

E também há a possibilidade de ouvir uma playlist de músicas que você gosta, ou colocar uma música no repeat – o que é uma estratégia também utilizada para aumentar a concentração:

No seu livro On Repeat: How Music Plays the Mind, a psicóloga Elizabeth Hellmuth Margulis explica por que ouvir música repetidamente melhora o foco. Quando você está ouvindo uma música repetidamente, tende a se dissolver na música, o que impede a mente divagar.

Então veja só: uma estratégia = dois problemas resolvidos!

 

#6 Entre em contato com quem te motiva

Pode ser um aprovado no cargo que você almeja, um amigo dedicado ou um parente que te apoia incondicionalmente.

Não há nada melhor para dar aquele gás de motivação do que falar com alguém que te inspira a ser e fazer melhor!

E aqui também vale procurar por vídeos que te motivam, ler sobre a atuação no seu cargo, histórias de aprovado.

Você verá que todos que estão onde você quer chegar agora também já passaram por muitos obstáculos.

 

#7 Dedique-se em construir o hábito de estudos

Por fim, lembre-se que quanto mais firme seu hábito de estudos, menor a motivação necessária para começar a estudar.

É a mensagem que eu sempre passo na nossa mentoria: foque sempre em construir disciplina para ficar menos sujeito às suas oscilações de humor.

Para estratégias pra construir hábitos de estudos, leia também este artigo: Como Construir Hábitos de Estudo 

Motivação faz bem, mas na dose certa.

Espero que tenham gostado do artigo, e lembrem-se de compartilhar!

Até mais.

Como escolher o melhor material para concurso

escolhendo material

Você sabe como escolher o melhor material para concurso?

Continue lendo para aprender sobre os principais fatores que influenciam na escolha do seu material de estudos!

A escolha do material para concurso

Como já falamos anteriormente sobre os pilares do método de estudos ideal, sem um material confiável e completo é impossível ter qualidade nos estudos.

Assim, o concurseiro deve evitar “investimento” em materiais de qualidade duvidosa, desatualizados, rateios, ou em materiais que não sejam compatíveis com seu nível de estudos na matéria.

Da mesma forma, o tipo de mídia também deve ser avaliado, a fim de escolher uma que leve ao melhor aproveitamento a longo prazo.

Quando você escolhe o material com consciência, tem mais chances de acelerar e tornar seu estudo eficiente, além de conseguir poupar dinheiro.

Então para te auxiliar na escolha do melhor material para concurso, para seu caso, vamos falar agora mais extensamente dos cinco fatores de maior impacto nessa decisão, que são:

  • Tipo de mídia
  • Conhecimento na disciplina
  • Dificuldade
  • Professores
  • Referências

 

Tipo de mídia

O tipo de mídia do seu material para concurso é o primeiro fator que deve ser analisado na hora de fazer a escolha.

Aqui, você deve escolher o formato do seu material de estudo: livro, PDF, videoaula, podcast? É texto ou áudio? Físico ou digital?

Por exemplo, quando eu estudava para concursos, acabei comprando um Vade Mecum por influência dos meus colegas concurseiros.

E esse foi um dos piores investimentos que fiz, mal usei o Vade Mecum e acabou sendo um dinheiro jogado fora.

Por que?

Porque eu não tinha condições de carregar um livro tão grande quanto esse, mal tinha espaço no meu local de estudos pra manusea-lo direito, então não foi uma boa opção para mim.

Com o tempo, descobri que o tipo de mídia que mais se encaixa com as minhas necessidades eram os materiais digitais e escritos, que pudessem ser acessados de qualquer lugar.

Outro caso seria o das pessoas que estão constantemente em deslocamentos, que poderiam fazer maior proveito de aulas em áudio, caso estejam dirigindo, ou videoaulas.

Então antes de comprar qualquer material você precisa analisar qual se adapta melhor às suas necessidades e afinidade por cada tipo de mídia.

 

Nível de conhecimento na disciplina

Se você já usou um material e pensou: “não tenho a mínima ideia do que isso quer dizer”?, é um sinal de que estava com um material não adequado ao seu nível de conhecimento.

Na minha época de concursos lembro de ter comprado um livro de Direito Penal, do Rogério Sanches, que na verdade só fui usar no meu último ano de estudos.

Simplesmente era um material aprofundado demais para quando comecei a estudar Direito, e não consegui ficar “em paz” com ele antes de ter um conhecimento razoável em Direito Penal.

Então é essencial que você avalie: o quanto você já sabe dessa matéria? É um iniciante ou tem certa base? Já tem amplo conhecimento na disciplina?

Assim poderá escolher um material de complexidade compatível com seu nível de estudos, respeitando seu ritmo de aprendizagem.

Por exemplo, alguns materiais como livros e doutrinas são ótimos para quem tem uma base sólida na matéria.

Já os iniciantes devem focar em aprender o básico da matéria primeiro, dando preferência a materiais mais enxutos e de didática melhor, como sinopses e cursinhos.

Se você não escolhe um material adequado ao seu conhecimento na matéria poderá estudar conteúdos desnecessários, desanimar com tantas informações e não conseguir filtrar o que é mais importante.

 

Dificuldade na matéria

Escolher o material para concurso que seja compatível com a sua dificuldade na disciplina segue os mesmos princípios do nível de conhecimento.

Engana-se quem sofre com a matéria e acha que precisa de materiais mais complexos para conseguir entender melhor.

Na realidade, o que você precisa é exatamente o contrário!

Quem tem muita dificuldade na matéria precisa de materiais mais básicos, “para iniciantes”, com uma didática muito clara e sem apego a detalhes.

Assim, o aluno consegue avançar na matéria respeitando sua relação com a disciplina, e aprende o mais básico primeiro, antes de avançar para partes mais complexas.

Esses dois itens, conhecimento e dificuldade, são pontos-chave para uma boa compreensão das matérias.

Tanto que um ponto crucial no nosso plano de estudos Foco é estudar o perfil do aluno para fazer indicações que sejam compatíveis com sua afinidade com as matérias.

 

Professores

Se você não “vai com a cara” do professor, fica mais difícil de entender a matéria.

Há evidências científicas indicando que se você tem empatia e conexão com a pessoa, absorverá melhor o conteúdo que ela está te passando.

Então veja, é muito importante se identificar com o professor e com a didática dele.

Já parei de consumir aulas de um determinado cursinho pois na época as ideologias da equipe não estavam de acordo com os meus princípios, e eu já sentia certo afastamento na hora de ver as aulas.

É claro que essa relação não funcionaria, né?

Assim, é essencial que você conheça quem está ministrando as aulas antes de compra-las, usando os materiais de demonstração do curso e dos livros.

Também procure por aulas do cursinho e do professor na internet, referências, redes sociais.

Analise se o estilo de aula está de acordo com o que você procura.

Por fim, evite adquirir combos em que você não pode escolher o professor para cada disciplina (os famosos combos), dando preferência para escolha individual de cada matéria.

Referências sobre o material

Quando estamos procurando como escolher o melhor material para concurso é natural ouvir opiniões a respeito dos materiais cotados.

No entanto, sabemos que dois fatores principais podem estar afetando as indicações que você recebe:

  1. A necessidade dos cursinhos e editoras de “vender” seu peixe a qualquer custo
  2. E a opinião de pessoas que têm pouca ou nenhuma experiência com concursos

Assim, você precisa analisar quem está emitindo a opinião, se é confiável, se tem conhecimento sobre o material ou está “no mesmo barco” que você.

Já vi concurseiro indicando um material ruim para mais pessoas (meu julgamento), sem nunca ter prestado uma prova, sem realmente validar a qualidade daquela fonte.

Ou, ainda, pode ser alguém divulgando o material para receber comissão, mas que sequer estudou por ele ou avaliou se era no mínimo razoável.

Não vou citar nomes, pois não estou aqui para apontar dedos, mas eu já conversei com um influencer bem famoso da minha área, e perguntei se o material que ele divulgava nas redes era realmente bom.

E a resposta foi: “Não sei dizer, mas estou ganhando X reais por curso vendido”.

E, infelizmente, eu tenho que dizer que tem muita gente que se aproveita da influência no nosso meio para obter vantagem sobre os concurseiros “desesperados por material”.

Eu sei disso porque já estive dos dois lados: já fui a pessoa que acreditava no cara que indicou o material e, hoje, sou a influencer (não gosto desse termo!) com a oportunidade de conhecer a “verdade” por trás de muita indicação que de honesta não tem nada.

Então eu sugiro que você avalie criticamente a referência sobre o material que está pesquisando.

Quem está divulgando? Você confia nessa pessoa?

 

O Mapa tem material para concurso?

Aproveito para fechar esse artigo explicando melhor um ponto que muita gente tem dúvida: se os nossos planos de estudo incluem videoaulas e PDFs.

Então quero esclarecer que o Mapa não é um cursinho preparatório, e nós não vendemos materiais de estudo, e sim estratégia para a aprovação.

E eu digo com muita confiança que nenhum cursinho, nenhuma aula ou PDF vai te proporcionar o que nós oferecemos, por três razões principais:

Primeiro que os cursinhos te fazem ser um acumulador de material, ofertando cursos novos, assinatura vitalícia e cada hora é uma novidade.

E a gente não quer que você compre mais materiais de estudo, e sim que tire melhor proveito do material que já tem (por isso a importância de, em primeiro lugar, escolher um bom material, entende?!).

Segundo ponto é que você pode ter o melhor material do mundo, mas se você não tiver disciplina pra sentar e estudar e não souber como se organizar, esse material não serve pra nada.

E isso não acontece no Mapa, porque nós deixamos que você use o seu tempo pra estudar de forma consistente e cuidamos da organização dos estudos pra você.

Finalmente, terceiro, é que diferentemente da maioria dos cursos que você vai encontrar, o nosso direcionamento é totalmente específico para os cargos com que trabalhamos.

Tanto que nosso trabalho é focado em carreiras policiais e da perícia, o que permite esse nível de especialidade que nenhum cursinho vai ter.

Então não, nós não somos um cursinho preparatório – e não temos pretensão de ser!

Nós fornecemos estratégia aos alunos, em vez de mandar mais material de estudo.

E no fim, quem você acha que passa primeiro no concurso? Quem acumulou mais material ou quem estudou direito?

 

Escolha o melhor material para concurso… para você!

Então veja que, uma vez escolhido um material bacana para você, só vai te restar estudar – bunda na cadeira!

Sem ir correndo comprar mais material toda vez que abre um edital, ou toda vez que o cursinho faz promoção.

Dedique-se em encontrar o SEU melhor material para concurso.

Espero que tenham gostado do artigo, e que façam escolhas mais sábias de agora em diante!

Ah, compartilhe se essas informações foram úteis pra você.

Até mais.

O que todo iniciante em concursos deveria saber

menina estudando

Existem algumas coisas que todo iniciante em concursos deveria saber antes de dar início aos seus estudos para concursos.

E não, não estamos falando de técnicas de estudo e de organização, e sim de detalhes que quase ninguém conta!

Trata-se daqueles ensinamentos e experiências que só vivendo pra aprender.

Mas nós, do Mapa, estamos aqui para te adiantar alguns deles.

E aí, pronto para algumas revelações?

 

O que todo iniciante em concursos deveria saber

É normal começar a estudar para concursos e se sentir perdido com tanta informação.

Ou, ainda, achar que a matemática é simples e que é “só estudar” que a aprovação virá.

Para evitar maiores frustrações, resolvemos escrever esse artigo com informações essenciais para todo iniciante em concursos.

E não vamos falar de “como passar em concursos”, até porque já fizemos um artigo sobre isso (leia aqui os 10 passos para ser aprovado em concursos públicos).

Além disso, se você leu alguma coisa sobre concursos já deve ter se deparado com essas informações.

Você vai aprender coisas que só quem já está na caminhada dos concursos há algum tempo aprendeu.

Algumas verdades que quase ninguém conta.

Mas nós, do Mapa, vamos abrir o jogo!

Então eu, Leilane vou contar um pouco da minha experiência a vocês, e dizer como cada uma dessas descobertas mudou o rumo dos meus estudos de alguma forma.

Vamos lá!

 

Não é só estudar

A primeira verdade que eu descobri quando era iniciante em concursos foi: “não é só estudar”.

Se você já pensou que “é só se dedicar bastante, estudar muitas horas, que a aprovação virá”, não podia estar mais enganado!

Mas fique tranquilo, creio que todos já pensaram assim.

Depois que passa a empolgação de iniciante, você percebe que não é só estudar.

E percebe que a jornada dos concursos exige uma preparação emocional, antes de mais nada.

Então a fórmula vai de “só acumular conhecimento” a “acumular conhecimento E aprender a lidar com reprovações, aprender a ser mais humilde, a fazer sacrifícios, a lidar com seu maior concorrente (você mesmo), além de ter que cuidar de aspectos como exercícios físicos, sono e alimentação“.

Eu já vi pessoas desistirem quando estavam tão perto de alcançar a aprovação.

Gente que começou sabendo muito mais que eu, mas que não conseguiu administrar sua mente ao longo caminho.

O que o iniciante em concursos não sabe é que a aprovação vai muito além de só estudar.

Mas agora você sabe!

 

Você precisa aprender a aprender antes de aprender

Um outro conhecimento, muitas vezes negligenciado até pelos estudantes mais avançados, é que você precisa aprender a aprender antes de aprender.

O que isso significa?

Que não basta ter os melhores cursos e livros, se você não souber como abordar esse material da melhor maneira, o tempo investido nele pode ser um desperdício.

E não há melhor professor nesse sentido do que você mesmo.

O concurseiro que passa uma parte do seu tempo afiando o machado, aprendendo sobre técnicas de estudo, organização e administração do emocional, passa na frente de quem estuda mais horas mas não se preocupa em melhorar sua técnica.

Cito aqui o especialista Gabriel Henrique Pinto, que resume muito bem o que seria o “aprender a aprender”:

“Se alguém quer começar na academia ou a correr no parque, deve comprar um bom tênis e aprender as melhores formas de fazer seus exercícios. Da mesma maneira, um cozinheiro precisa amolar suas facas antes de cozinhar, e o pescador deve preparar suas varas e anzóis. O mesmo ocorre com quem quer passar em um concurso público.”

Após meu primeiro concurso, percebi que tinha feito algumas coisas certas, muitas erradas, mas não sabia ao certo ainda como melhorar.

Ainda no aeroporto de volta para casa, comecei a ler um livro que havia levado na viagem “Como Estudar para Concursos“, do Alexandre Meirelles.

E esse livro me salvou!

Porque sem ele, poderia ter continuado fazendo as mesmas coisas, e obtendo o mesmo resultado mediano.

Além de todo ensinamento que adquiri, me abriu as portas para o mundo do “aprender a aprender”.

Então  partir desse momento, vi que sempre teria como otimizar meus processos, o que me levou a uma jornada de autoconhecimento e melhoria contínua dos métodos que utilizava.

E não tenho dúvida de que essa jornada contribuiu muito para as minhas aprovações em primeiro lugar, um ano depois!

 

O material mais caro nem sempre é o melhor

É natural que o iniciante em concursos procure no valor do material a referência que lhe falta de outras pessoas.

Afinal, o mais caro deve ser o melhor, não é mesmo?

Errado!

E sim, é bem possível que o caro seja melhor que o barato.

No entanto, o concurseiro que inicia com esse pensamento corre o risco de se tornar um acumulador de material ao longo do tempo, achando que sempre haverá um mais completo ou mais didático.

Quando na verdade, o melhor material é aquele que você constrói, de preferência com suas próprias palavras, esquemas e imagens.

Não é o mais famoso, e sim aquele que você desenvolve com o conhecimento adquirido de revisões e exercícios.

Então, em vez de se preocupar com o próximo material que você vai adquirir, é sempre melhor trabalhar no material que você já tem.

 

Os concorrentes não são seus inimigos

Quem está iniciando os estudos para concursos pode ser levado a pensar que os concorrentes são seus inimigos.

Mas não existe pensamento mais enganoso e prejudicial do que esse!

Quando eu estudava para concursos encontrei amizades que permanecem até hoje.

Até hoje todos se ajudam, se não com grupos e estudo e compartilhamento de materiais, com um ombro amigo, com experiências.

Aliás, o que eu fazia para os meus grupos de estudo foi a base do que hoje é a metodologia do Mapa Concursos! Ainda tem dúvidas de que a concorrência rendeu bons frutos?

É claro que é possível chegar à aprovação sem a ajuda de ninguém, mas digo por experiência própria, que com amigos concurseiros você chega mais longe e mais rápido.

Então veja que a concorrência só é o inimigo se você permitir.

Se estiver disposto a ajudar e ser ajudado, ela se torna o aliado.

 

Não importa quantas horas você estuda

Muitas pessoas que começam a estudar para concursos logo se preocupam com total de horas líquidas, em estudar mais e mais, se preocupam com o quanto o outro está estudando ou deixa de estudar.

Mas depois que você adquire certa experiência na jornada, percebe que tempo de estudo é um dos seus menores problemas.

Como já falei em “não é só estudar”, você não precisa só de tempo.

Você precisa de dedicação além da média, persistência, resiliência, disciplina, precisa estar disposto a escutar seu corpo e sua mente, e a se conhecer cada vez melhor.

Porque de nada adianta ter todo o tempo do mundo para estudos, se você procrastina, se só enrola ou, ainda, se estuda até a exaustão.

Em última análise, o examinador não quer saber quantas horas você estudou, e sim quantas questões acertou na prova.

Então pare de se preocupar com essas métricas de vaidade e comece a ir atrás do que realmente importa para a aprovação.

 

Todo aprovado já foi iniciante em concursos

Por fim, nem todo iniciante em concursos se dá conta de que todo aprovado já foi… iniciante!

Pois é, ninguém nasceu sabendo como passar em concursos, muito menos com o artigo 5º da Constituição na ponta da língua.

Então todos os fatores que mencionei aqui podem ser aprendidos, e todos os obstáculos podem ser contornados.

É importante respeitar seu ritmo de aprendizado, mas lembre-se sempre: você PODE aprender com os erros e os ensinamentos dos aprovados e passar mais rápido pela fase de “iniciante”.

Use o conhecimento a seu favor, seja estratégico.

E não seja um iniciante em concursos por muito tempo!

Veja também: Como passei nos concursos que prestei

Como ser Perito Criminal: tudo o que você precisa saber para ser aprovado

faixa de cena de crime do not cross

Quer ser Perito Criminal mas não sabe como? Então continue acompanhando para saber quem pode ser perito criminal, como ingressar na carreira, fases do concurso, o que estudar, e várias dicas de preparação!

Com remuneração inicial que chega a mais de R$ 21.000,00, saiba como iniciar sua preparação diretamente da sua casa!

O que faz o Perito Criminal

A perícia criminal é atividade típica de Estado, ou seja, não pode ser realizada por instituições particulares, de cunho técnico-científico, que visa analisar vestígios, sendo indispensável para elucidação de crimes.

Assim, o Perito Criminal oficial é, então, o profissional capacitado para a análise desses vestígios que podem estar relacionados a crimes.

De acordo com o Código de Processo Penal, temos que:

Art. 159 do CPP. O exame de corpo de delito e outras perícias serão realizados por perito oficial, portador de diploma de curso superior.

E por se tratar de uma atividade típica do Estado, o perito criminal é um servidor público, e o ingresso na carreira se faz mediante a aprovação em concurso público.

Dentro da profissão, as áreas de atuação são inúmeras, tendo em vista a diversidade de vestígios que podem ser analisados pelos peritos. Para citar algumas áreas, temos por exemplo:

  • Local de morte violenta (típico do seriado CSI)
  • Locais de incêndio
  • Acidentes de trânsito
  • Locais de crime ambiental
  • Laboratório de balística
  • Laboratório de documentoscopia
  • Análise de DNA (genética forense)
  • Análise de drogas
  • Toxicologia forense (pesquisa de tóxicos em materiais biológicos)
  • Informática forense
  • Entomologia forense
  • Contabilidade forense

Portanto, o perito criminal poderá trabalhar em uma ou várias áreas, dependendo da sua formação ou da necessidade do órgão.

Quem pode ser Perito Criminal

Para ser perito criminal é necessária a aprovação em concurso público, que pode ser tanto a nível estadual (para trabalho no órgão de perícia de cada estado), quanto a nível federal (para trabalho na perícia federal).

Além disso, para a posse no cargo de perito, é necessário o diploma de curso superior, como estabelece a lei 12.030/2009:

Art. 2o No exercício da atividade de perícia oficial de natureza criminal, é assegurado autonomia técnica, científica e funcional, exigido concurso público, com formação acadêmica específica, para o provimento do cargo de perito oficial.

(…)

Art. 5o Observado o disposto na legislação específica de cada ente a que o perito se encontra vinculado, são peritos de natureza criminal os peritos criminais, peritos médico-legistas e peritos odontolegistas com formação superior específica detalhada em regulamento, de acordo com a necessidade de cada órgão e por área de atuação profissional.

Como fica claro na legislação, cada órgão irá definir quais cursos superiores serão aceitos no edital do concurso, sendo necessária a avaliação de cada edital para dizer com certeza quais graduações são aceitas.

No entanto, podemos citar algumas das graduações mais aceitas nos último concursos, de acordo com pesquisa feita pelos administradores do instagram @qapconcurseiros:

graduações mais aceitas para perito criminal

Normalmente, também é exigida uma duração mínima de quatro anos de curso.

Assim, o primeiro passo para a aprovação é se certificar de que sua graduação é aceita no edital de interesse.

Mas atenção: não é preciso estar formado para prestar o concurso, pois o diploma é exigido apenas na hora da posse no cargo, após finalizadas todas as etapas do concurso!

Nós, do Mapa Concursos, temos planos de estudo em que você pode iniciar imediatamente sua preparação para Perito Criminal, sem sair de casa.

>> Conheça nossos planos de estudo e garanta sua vaga na perícia criminal!

Fases do concurso para perito criminal

É importante ter em mente que o concurso para perito criminal normalmente envolve várias fases distintas, e o candidato deve estar preparado para todas, do contrário, a reprovação em uma delas pode eliminá-lo do concurso.

De forma geral, os concursos para perito criminal podem ter as seguintes fases:

  • Provas objetiva e discursiva (eliminatória e classificatória)
  • Prova de títulos (classificatória)
  • Teste de aptidão física (eliminatória e pode ser classificatória)
  • Investigação social (eliminatória)
  • Psicotécnico (eliminatória)
  • Exames de saúde (eliminatória)
  • Curso de formação (eliminatória e classificatória)

Prova objetiva

Nessa etapa são avaliados os conhecimentos teóricos do candidato a respeito de temas como legislação, língua portuguesa, matemática, informática, além de poder cobrar conhecimentos específicos de cada graduação (informática, biologia etc.).

Dica de preparação: estude os conteúdos que caíram em provas anteriores do órgão, não espere que saia um novo edital para começar a estudar!

Comece a estudar para a prova objetiva nos nossos planos de estudo. Incluem direcionamento do que é mais importante saber e materiais de apoio. Inicie já sua preparação e saia na frente da concorrência!

Prova discursiva

Normalmente junto com a prova objetiva, a discursiva pode exigir uma dissertação sobre um tema de atualidades, ou sobre um tema do conteúdo programático do edital.

Dica de preparação: a melhor forma de estudar para discursivas é tendo um bom conhecimento da língua portuguesa e com muito treino, fazendo redações e, sempre que possível, contando com o auxílio de correção profissional.

Prova de títulos

Na prova de títulos do edital acumula-se pontos caso o candidato tenha especialização, mestrado, doutorado, experiência anterior no cargo, dentre outros critérios.

Aqui, o peso de cada título será definido no edital, bem como quais serão aceitos.

Dica de preparação: verifique quais titulações são comumente aceitas, antes de investir em cursos visando a obtenção de pontos nessa fase. Também avalie o peso do título, pois às vezes vale mais usar o tempo para buscar maior pontuação na prova objetiva.

Prova de aptidão fisica (TAF)

Na prova de aptidão física é avaliado o desempenho do candidato em testes físicos previamente definidos em edital, como corrida, abdominais, flexão, barra, natação.

Dica de preparação: comece a treinar para o TAF bem antes de prestar a prova, pois a preparação entre prova objetiva e TAF pode não ser suficiente para executar todos os testes exigidos.

Investigação social

Na etapa de investigação social o candidato precisa entregar documentos, certidões e formulários exigidos pelo órgão, e é feita uma investigação da sua conduta social e vida pregressa, buscando avaliar se a conduta do candidato é compatível com a exigida para o trabalho em órgãos de segurança pública.

Dica de preparação: certifique-se de manter suas obrigações com o governo em dia, como título de eleitor regularizado, processos na justiça etc. Pode ser também que alguns documentos precisem ser providenciados com certa antecedência.

Psicotécnico

Aqui a banca avalia se o candidato tem o perfil psicológico adequado para um bom desempenho do cargo, podendo ter testes de personalidade, de memória, raciocínio, bem como entrevistas com psicólogos.

Dica de preparação: conheça o perfil de candidato que o órgão procura, bem como os tipos de testes que podem ser aplicados, e mantenha a calma na hora das avaliações.

Exames de saúde

Alguns editais podem exigir uma série de exames de saúde, para serem aferidas suas condições de saúde para exercício do cargo.

Dica de preparação: verifique as condições incapacitantes discriminadas no edital, e faça exames periódicos a fim de se detectar eventuais problemas de saúde que precisarão ser tratados antes dessa etapa.

Curso de formação

Essa etapa pode ser tanto uma fase do concurso, como pode ocorrer após a nomeação e posso o cargo.

Aqui o candidato participa do curso de formação no cargo, onde terá aulas teóricas e práticas relacionadas ao exercício da profissão.

Dica de preparação: após a aprovação nas etapas anteriores, mantenha o preparo físico para essa etapa e o contato com disciplinas correlatas à área.

O que cai na prova para perito criminal

O conteúdo programático do edital diz respeito às disciplinas que serão cobradas na prova objetiva e às vezes também na prova discursiva.

Como se trata da primeira etapa do concurso, e a que tem maiores taxas de reprovação, um bom desempenho nela é essencial para continuidade no certame.

Para te ajudar, trouxemos um compilado das principais matérias cobradas na prova objetiva, mas lembre-se sempre de procurar os editais e interesse e definir um foco de estudos.

Isso é importante porque o conteúdo das provas pode variar muito dependendo do estado, e ter um foco no concurso que mais te interessa ou naqueles que estão para sair pode te ajudar a economizar tempo de estudo.

Aqui podemos ter dois tipos de prova para perito:

  • Provas para perito geral
  • Provas para perito especialista

As provas para perito geral são aquelas em que todas as graduações concorrem às mesmas vagas e fazem a mesma prova, logo, são cobrado conteúdos mais gerais, que não são específicos de nenhuma área.

>> Plano de estudo para Perito Geral

Os conteúdos mais comuns são:

  • Língua Portuguesa
  • Direito Constitucional, Penal, Processual Penal e Administrativo
  • Informática
  • Raciocínio Lógico
  • Criminalístca
  • Medicina Legal

Já as provas para perito especialista são específicas para cada graduação, e nelas além do conteúdo geral descrito acima, serão cobrados conhecimentos específicos de cada área, normalmente relacionados ao que se estuda na graduação mas, principalmente, às aplicações práticas da perícia criminal (ex.: cobrança de genética forense para os biólogos).

Conheça aqui nossos planos de estudo e obtenha direcionamento específico para sua carreira.

Saiba mais sobre um ciclo básico de estudos no artigo: Quais as matérias mais cobradas em concursos policiais?

Onde encontrar provas e simulados

Após uma base teórica do conteúdo programático, já é hora de começar os treinos tentando resolver provas passadas e simulados.

E a forma mais simples de encontrar uma prova antiga é colocando no google “prova + cargo“.

Dessa forma, normalmente aparecerão várias opções para download, como o site da própria banca organizadora do concurso e sites de cursinhos.

Já outros sites que também possuem provas de concursos para download são:

  • QConcursos
  • TEC Concursos
  • PCI Concursos
  • Aprova Concursos
  • Gabarite

Quanto aos simulados, existem pessoas e empresas que compartilham ou vendem simulados para suas respectivas áreas. Como destaque na área policial, podemos indicar o Projetos Missão.

Dicas de estudo para perito criminal

Para finalizar, vamos dar algumas dicas simples de preparação para os concursos de Perito Criminal, valiosas para quem quer acelerar sua aprovação!

Certifique-se de:

  • Resolver questões de concurso – não fique apenas na teoria, coloque em prática o que aprendeu!
  • Revisar os conteúdos estudados – importante para manter os conhecimentos na memória de longo prazo;
  • Ter um foco de estudos – escolha um edital como base ou matérias comuns a vários editais;
  • Prestar provas – não espere estar preparado, preste provas sempre que puder;
  • Acompanhar os concursos previstos – direcione seus estudos para concursos que estão para abrir e aproveite todas as oportunidades que puder;

Por fim, a melhor dica é não desistir.

Normalmente os concursos para perito demoram para abrir e têm poucas vagas, por isso e importante manter em mente um planejamento da longo prazo e estudar até dar certo.

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Leia também: Falta tempo para estudar? Aprenda como se organizar!

Planos de estudo Mapa Concursos – direcionamento especializado para perícia criminal e carreiras policiais. Conheça!

Depoimento: como surgiu o método Mapa da Aprovação?

Olá! Como estão? Meu nome é Leilane e hoje vou te contar como surgiu o método Mapa da Aprovação, metodologia aplicada nos planos de estudos do Mapa.

Hoje vou contar um pouquinho da minha história e como foi surgiu esse conjunto de técnicas.

Você vai ver que, apesar das diversas aprovações que vieram, eu precisei testar várias estratégias diferentes até encontrar uma que maximizasse meus esforços – o que se tornou, eventualmente, o método aplicado pelo Mapa.

Como tudo começou

Sou natural do estado de São Paulo e formada em Biomedicina pela Universidade Estadual de Maringá.

Comecei a estudar para concursos de Perito Criminal em 2015, mas só consegui orientar bem meus estudos e estudar com disciplina a partir de 2016.

Em 2016 foi quando prestei meu primeiro concurso para Perito Criminal, que foi o da Polícia Civil do Distrito Federal. Fiquei empatada em 12o lugar com outras pessoas, dentre mais de 1600 candidatos.

Com isso, percebi que embora tivesse minhas dificuldades, talvez estivesse no caminho certo.

Em 2016 também iniciei um projeto no Instagram (antigamente @concurseira_pc), no qual compartilhava minha rotina de estudos e aprendia dicas e técnicas com outros concurseiros da área.

As aprovações

Em 2017, prestei o concurso da Polícia Científica do Paraná, sendo aprovada em 2º lugar para o cargo de Químico Legal.

No mesmo ano conquistei o primeiro lugar no concurso do Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (Perito Criminal), onde atualmente exerço o cargo de Perito Criminal, no setor de Química – Drogas Apreendidas.

Também fiquei em primeiro lugar no concurso do IGP de Santa Catarina (Perito Bioquímico).

Minha posse no IGP-RS.

Início das mentorias

Em 2017, devido ao network que já tinha adquirido nas minhas redes sociais e, principalmente, ao sucesso nos concursos que havia prestado, algumas pessoas pediram que eu as orientasse nos estudos para os concursos da minha área.

Resolvi encarar a proposta, afinal, havia descoberto um “método” que havia otimizado muito meus estudos naquele ano e, além disso, seria bom ter alguma renda depois de meses desempregada.

Também foi o ano em que comecei a montar meus grupos de estudo, em que organizava cronogramas e simulados para as provas que ia prestar.

Como surgiu o método Mapa da Aprovação

Eu não comecei estudando com um método definido, muito menos eficiente.

Considero que meus dois primeiros anos de estudo tenham sido de muito esforço e pouco resultado.

Já perdi muito tempo estudando coisas que sequer iam cair na minha prova!! Ou aprofundando demais nos conteúdos sem necessidade.

No entanto, à medida que prestava provas e estudava mais sobre técnicas de estudo, fui adaptando minha estratégia aos poucos.

O “pulo do gato” aconteceu quando sai o edital do IGP-RS. Era um edital muito extenso (um dos maiores que já vi para minha área), com várias disciplinas específicas que nunca havia tido contato antes.

Foi quando percebi que precisava otimizar meus estudos de alguma forma, senão não teria tempo de concluir nem metade do edital.

O que mudou após o desenvolvimento do método

Assim, algumas mudanças aconteceram:

  • Descobri como poderia usar os cadernos digitados no computador sem perder na retenção de conteúdos.
  • Passei a tratar as revisões com mais seriedade
  • E foquei na resolução de exercícios, em vez de procurar mais conteúdos teóricos.
  • Eliminei quase que totalmente a confecção dos famigerados resumos e tentava construir o material teórico o mais completo que pudesse (minha fonte única).

Era o nascimento do MDA: a tríade da fonte única, revisões e exercícios.

Meu desempenho nos dois concursos subsequentes foi muito superior aos anteriores, mesmo tendo pouco tempo para estudar matérias novas e sem fechar o edital.

Trabalho com mentoria e coaching para concursos

Desde então, venho estudando de forma intensa conteúdos sobre aprendizagem, programação neurolinguística, ferramentas de Coaching, inteligência emocional, organização e produtividade, de forma a aprimorar as orientações que passamos aos nossos alunos.

Também me formei em Personal and Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coach.

E meu objetivo nunca foi divulgar um método milagroso. Aliás, não tinha nenhum objetivo nesse sentido – a mentoria/coaching para concursos surgiu como uma oportunidade inesperada.

Mas foi virando paixão à medida que me envolvia com os alunos e via que meus métodos estavam tendo resultados com outras pessoas também.

Sei que cada um tem suas individualidades, e minha intenção é ajudar o aluno a encontrar o que funciona melhor para ele.

A base é a tríade, mas existem muitas orientações específicas que só podem ser passadas com um estudo aprofundado do perfil, das necessidades, pontos fracos e fortes de cada um.

O método MDA surgiu como uma forma de otimizar o tempo precioso dos concurseiros, substituindo técnicas morosas por outras mais eficientes.

Mapa Concursos

No Mapa, foi possível me reunir com uma equipe com o mesmo objetivo: usar a experiência em concursos para ajudar outras pessoas.

Trabalhamos constantemente para a melhoria dos materiais e orientações passadas, de forma a retribuir a confiança depositada em nós.

Sou muito grata por ter descoberto esse novo interesse no caminho da minha aprovação.

Espero que, assim como eu, mais se pessoas apaixonem pelo estudo, e que vejam-no como um privilégio, como um caminho e solução para os seus problemas, e não como um fardo a ser carregado.

Ah, também te convido a conhecer o MDA e nossos planos de estudo.

Até mais!

Plano B: Por Que Você NÃO Deveria Ter Um

plano B - concurso público

O problema do plano B é que quando você não tem fé em si mesmo, acaba se dedicando mais a ele do que ao plano A. Por isso, é melhor não ter um!

Entenda nesse artigo por que você não deveria manter um plano alternativo ao seu objetivo maior.

Afinal, o que é ter um plano B?

Achamos válido primeiro conceituar o que é um plano B.

Para os própositos deste artigo, entenda-o como qualquer projeto ou tarefa, mais fácil de alcançar ou mais prazeroso do que a aprovação em concursos públicos, que você usa como fuga para não estudar.

Mais do que um plano, é como se o plano B fosse um mindset, uma mentalidade pré-definida.

São exemplos de comportamentos que indicam a mentalidade do plano B:

  • Quando você não quer estudar e vai ver Netflix, afinal, “só hoje não tem problema”
  • Quando você deixa de prestar um concurso porque está confortável no seu emprego atual
  • Se você presta um concurso que não te interessa
  • Quando você se diz “sim” às demandas de outras pessoas, para evitar os estudos para concursos

Atenção: ter um emprego para se sustentar enquanto estuda para concursos não é um plano B! No entanto, recorrer ao conforto e à segurança desse emprego quando bate a vontade de não estudar, é, sim, um plano alternativo!

Da mesma forma, um concurso escada não é um plano B.

O concurso escada é o próprio plano A, pois você se dedica a ele como degrau, etapa necessária, para poder prestar concursos maiores e mais desafiadores.

Lembre-se: tudo que se alinha ao seu objetivo não faz parte do plano B.

Para analisar se algo se trata ou não de um plano B, analise a sua motivação por trás da ação:

Ou seja, é uma ação necessária, que de certa forma contribui para a realização dos seus objetivos, ou uma forma de escape, uma forma de se manter na sua zona de conforto?

Por que mantemos um plano B?

Uma característica comum a muitos de nós é o medo do fracasso.

Seja pela reprovação social que acompanha o fracasso, ou pela reprovação interna, chega a ser normal que deixemos de tentar por medo de falhar.

Por isso, quando você não acredita em si mesmo, passa a trabalhar mais para o plano B do que para o plano A. Afinal, o plano B tem sucesso mais garantido, enquanto o plano A é um terreno de incertezas, não é mesmo?

Por essa razão, mantemos nossos planos alternativos: como uma forma de nos atracar a um porto seguro, uma âncora no conforto que tanto valorizamos.

E por que você, concurseiro, não deveria se permitir ter planos B?

Porque enquanto você tiver um plano B, vai deixar aberta a possibilidade “posso passar no concurso se estudar bastante“, mas vai continuar sem se comprometer com o plano A.

Enquanto você tem um plano B em mente, você não se dedica totalmente.

Quando o plano B está em andamento

Às vezes, o plano B já está até em andamento.

O fato de estar em uma situação confortável, como um emprego que paga bem, sustentado pela família, etc. é um gerador inconsciente de desculpas para não ir atrás do plano A.

Na realidade, você não deixa de estudar porque é um procrastinador, e sim é um procrastinador PORQUE não quer estudar.

Qual o sentido de arriscar seu bem estar emocional em um caminho tão incerto quanto o dos concursos, quando você está confortável onde está?

Uma parábola que tem tudo a ver com a mensagem que estamos tentando passar vem dos ensinamentos de Napoleon Hill:

“Há muito tempo, um grande guerreiro se viu diante de uma circunstância em que era necessário tomar uma decisão que garantisse a vitória no campo de batalha. Devia lançar seu exército contra um poderoso adversário, que contava com tropas muito mais numerosas. Embarcou seus homens em navios e velejou rumo ao país inimigo. Lá, desembarcou soldados e equipamentos e deu a ordem de queimar os navios em que tinham viajado. Dirigindo-se aos seus homens, antes da primeira batalha, disse: – Vocês estão vendo os navios em chamas. Isso significa que só sairemos vivos daqui se vencermos! Agora, não temos escolha. É vencer ou morrer! Eles venceram.”

Como eliminar os planos B

Então, caro leitor, agora que você sabe o que é um plano B, é hora de aprender a elimina-lo!

O primeiro passo é identificar tudo o que você usa como desculpa para não estudar ou para não se dedicar o bastante.

Por isso, sempre que algo ou alguém te “impedir” de estudar, analise todo o contexto: o que está acontecendo, o que estou fazendo em vez de estudar, como me sinto sobre isso.

Se estiver em dúvidas, reflita sobre a situação: de que forma isso contribui para que eu alcance o meu objetivo?

Caso não encontre nenhuma resposta convincente, você saberá que está lidando com um plano B.

Agora, elimine os planos B ou substitua por ações mais produtivas. Pensando nos exemplos que demos acima, você poderá:

  • Cancelar a assinatura do Netflix
  • Abrir mão da estabilidade de um emprego que não te faz feliz para ir atrás dos seus sonhos
  • Prestar todos os concursos que te interessem, independentemente do nível de dificuldade
  • Dizer “não” a quem te tira da rota: veja como fazer isso nesse post.

Para finalizar, entenda que a sua função é queimar os navios e lutar o máximo que puder pelo plano A.

Só assim garantirá a dedicação total ao seu objetivo!

Leia também: Os Três Pilares do Método de Estudos Ideal

 

Como estudar jurisprudência para concursos

Saber como estudar jurisprudência para concursos pode te ajudar a alcançar a tão sonhada aprovação.

Mas você sabe o que é e qual sua importância? Saiba sobre este tema neste artigo!

O que é a jurisprudência

Jurisprudência é um termo frequentemente mencionado entre os concurseiros.

E trata-se, de forma resumida, do histórico de decisões dentro do direito a respeito de determinada questão. A jurisprudência tem valor argumentativo em ações em andamento e é um grande indexador de decisões semelhantes.

Assim, representa a decisão reiterada dos tribunais sobre determinadas questões, englobando uma série de julgamentos semelhantes, com o propósito de facilitar o julgamento de casos análogos.

Um exemplo de dispositivo haurido da jurisprudência de grande incidência em concursos é a Súmula Vinculante, que registra a interpretação pacífica ou majoritária adotada por um Tribunal, e é de seguimento obrigatório pelos outros tribunais.

Exemplo de Súmula Vinculante

SV 11 (STF) – Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado.

Como estudar jurisprudência para concursos

De modo geral, estuda-se a jurisprudência por meio dos informativos publicados pelo STF e STJ.

Além dessas fontes, concurseiros das áreas jurídicas também podem acompanhar a jurisprudência dos tribunais das áreas a que desejam concorrer, como do TRF, TRT etc.

Para isso, um ótimo site para acompanhar os principais informativos é o do Dizer o Direito.

Outra maneira de se estudar jurisprudência é por meio das questões de concursos.

Por meio das questões, tem-se uma visão das principais jurisprudências cobradas dentro de cada tópico.

Quando estudar jurisprudência?

Uma dúvida comum entre os estudantes é quando encaixar o estudo da jurisprudência no seu planejamento.

E o que recomendamos sempre é que esse estudo seja concomitante às outras etapas como doutrina e lei seca.

Dessa forma, o aluno evita de absorver informações fragmentadas e obtém uma visão integral de todos os desdobramentos de um dispositivo de lei.

Mas alternativamente, você pode separar um dia da semana para revisar os principais informativos referentes ao seu conteúdo programático.

Preciso estudar jurisprudência para o meu concurso?

É importante saber qual a forma de cobrança dos conteúdos de Direito no seu concurso, para saber se o estudo deve ser restrito à lei seca (trechos retirados da própria lei) ou se deve ser aprofundado também na jurisprudência.

Assim, dedique-se em conhecer a sua banca, o perfil de cobrança do cargo e direcione seus estudos na medida certa.

Saiba também como estudar doutrina para concursos nesse artigo.